Da Agência Brasil
Portaria do Ministério da Saúde publicada nesta segunda-feira (5) no Diário Oficial da União estabelece
a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename 2014) no âmbito
do Sistema Único de Saúde (SUS). O texto atualiza o último elenco de
medicamentos e insumos, que havia sido publicado em 2012.
De acordo com a portaria, a descrição dos medicamentos atende à
classificação Anatomical Therapeutic Chemical, da Organização Mundial da
Saúde. A lista completa e atualizada de medicamentos e insumos
utilizados na rede pública encontra-se disponível no site do Ministério da Saúde na internet.
A portaria entra em vigor em 120 dias, período em que, segundo o
ministério, as comissões de intergestores bipartites devem enviar ao
Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos as
decisões tomadas sobre assistência farmacêutica básica em cada estado.
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
GOVERNO repassa recursos para atendimento a pessoas com transtornos mentais e usuários de álcool e drogas
Brasília – O Ministério da Saúde repassará R$ 6 milhões para o
Distrito Federal e oitos estados – Alagoas, Amazonas, Pará, Pernambuco,
Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo –
investirem nos centros de Atenção Psicossocial (Caps). Os recursos serão
aplicados no atendimento a pacientes com transtornos mentais e usuários
de crack, álcool e outras drogas.
A Portaria n° 1.874, assinada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, está na edição de hoje (3) do Diário Oficial da União.
Os centros regionais de referência em crack e outras drogas capacitam profissionais de saúde para o atendimento aos usuários e dependentes.
No caso dos médicos, eles são submetidos a cursos, assim como os demais
profissionais de saúde são orientados sobre o processo de
desintoxicação em hospitais e clínicas. Para agentes comunitários de
saúde, o curso é direcionado ao atendimento das pessoas que estão nas
ruas.
Paralelamente, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tem
reiterado que o governo atua para intensificar a segurança nas regiões
fronteiriças. O objetivo, segundo ele, é a adotar uma política pública
baseada nos pilares da “repressão, do tratamento clínico e da reinserção
social”.
Cardozo disse que o dependente químico deve ser tratado, sob o ponto
de vista clínico e social, para ser reinserido na sociedade. Para o
ministro Alexandre Padilha, o tratamento aos dependentes químicos deve
envolver todas as áreas do governo com apoio dos ministérios da Justiça,
Educação e do Desenvolvimento Social, além do da Saúde.
Segundo Padilha, o plano não deve ser “só um anúncio de ações, mas
[tem que incluir]medidas acontecendo de imediato”. Para ele, é
fundamental também o apoio dos estados, por meio de medidas como a
fiscalização de motoristas que consomem álcool antes de dirigir.
Barriguda News
Via Renata Giraldi-Agencia Brasil
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