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quarta-feira, 14 de março de 2018

JUIZ FEDERAL DO RN LIBERA IMPORTAÇÃO DE MACONHA PARA FINS MEDICINAIS


O Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior concedeu um habeas corpus para a polícia se abster de adotar qualquer medida que cerceie a importação de sementes suficientes para cultivo de seis plantas de cannabis, cujo cultivo terá fins, exclusivamente, medicinais. Serão importadas sementes de Cannabis Sativa e Cannabis Indica.

A mulher autora do pedido anexou ao processo um laudo médico apontando que é portadora de Doença de Parkinson e uma declaração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte sobre a possibilidade de uso de seus laboratórios para parametrização do medicamento com fins de tratamento.

O Juiz Federal ressaltou, em sua decisão, que vários países reconhecem a eficiência do uso terapêutico da Cannabis Sativa. Inclusive, com suporte em diversos estudos científicos e experiências internacionais, países como Canadá, Alemanha, Holanda e Itália, a fim de assegurar o acesso e qualidade do tratamento à base de substância entorpecente, regulamentaram o seu uso para fins medicinais.

Ele chamou atenção ainda que os exemplos do uso controlado e até amplamente permitido pelos Estados são muitos. Em países como a Bélgica, desde 2001, pacientes acometidos por glaucoma, esclerose múltipla, AIDS e dor cônica podem usar remédios à base de maconha.

“ Aliás, quanto à propriedade medicinal da Cannabis Sativa, não há o que se questionar, tornando-se bizantina a exposição neste julgado de diversas matérias científicas a respeito. Isso porque a própria Agência Nacional de vigilância Sanitária – ANVISA reconhece os fins terapêuticos da Cannabis Sativa”,escreveu o magistrado.

O Juiz Federal observou ainda a incoerência de reconhecer o uso, mas não disciplinar o plantio. “Além de permitir o maior acesso das pessoas ao tratamento à base do Canabidiol, o plantio e o cultivo em solo nacional fomentaria a pesquisa acadêmica e a exploração pela indústria farmacêutica. 

Não fosse o campo da pesquisa outra área a ser prejudicada com a restrição, até mesmo pelo viés econômico-financeiro a vedação ou omissão em disciplinar o plantio não mostra ser o caminho mais adequado a ser percorrido”, frisou.

*O Mossoroense

domingo, 20 de janeiro de 2013

MÉDICA potiguar faz desabafo, denuncia superlotação e convida Rosalba Ciarlini a “ajudar no plantão”

A médica pediatra Uelma Medeiros fez hoje, pelo Twitter, uma grave denúncia. De plantão no Hospital Maria Alice Fernandes, na zona Norte, ela disse que estava com duas crianças necessitando de leito de UTI e outros três pedidos semelhantes de recém-nascidos do interior. A médica questionou “o que fazer” a governadora Rosalba Ciarlini, que também é médica.

“Temos 2 crianças na Sl Vermelha precisando de UTI e recebi 3 pedidos do interior pedindo vaga para recém nascido! Faço o que @RosalbaCiarlini?”, questionou a médica via Twitter.

Pouco antes ela já havia denunciado, também na rede social, o caos no Hospital Maria Alice Fernandes, que está lotado: “Gostaria de convidar a nossa Governadora @RosalbaCiarlini para vir ajudar no Plantão do HMAF!   Hospital está lotado e c vários pedidos de vaga!”, afirmou.

Barrigudanews
Com informações de Anna Ruth Dantas

domingo, 26 de agosto de 2012

DECRETAÇÃO DE CALAMIDADE na saúde pública não altera a situação nos hospitais e unidades médicas

No dia 4 de julho passado, a Secretaria Estadual de Saúde Pública decretou oficialmente situação de calamidade na saúde do Rio Grande do Norte (RN). Passados quase dois meses, poucas medidas referentes ao "Plano de Enfrentamento para os Serviços de Urgência e Emergência do RN" foram efetivadas, prova disso foi a retirada do apoio das entidades, que integram o Fórum em Defesa da Saúde no Rio Grande do Norte, ao Governo.
Em Mossoró, o número de leitos continua a ser insuficiente para atender a demanda do município e cidades vizinhas, além disso, alguns órgãos ainda sofrem com o desabastecimento de medicamentos.
O presidente do Sindicato de Saúde (Sindsaúde) de Mossoró, João Morais, disse que após o anúncio referente ao estado de calamidade vivenciado pelo Estado, pouca coisa mudou.
"Continua faltando medicamento nas unidades de saúde do município, ainda há um grande déficit no número de leitos e médicos nos hospitais. O que mais as pessoas se queixam nos bairros é sobre a demora para se marcar exames, algumas delas só conseguem ser atendidas após um ou dois anos. Soma-se a todo esse problema, o reduzido número de profissionais que atuam como agentes comunitários e de endemias. Alguns destes estão sobrecarregados, algumas áreas da cidade estão descobertas, ou seja, não contam com esse tipo de serviço", explicou o presidente.
Morador do loteamento Três Vinténs, Francisco Lopes relatou que a falta de medicamento é um transtorno enfrentado pelos moradores que se consultam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), localizadas nos conjuntos Abolição II e Abolição III.
"Quando a medicação não está faltando o que ocorre é um descompasso de informações, a gente vai pela manhã e a pessoa responsável por entregar a medicação não se encontra. A gente vai à tarde e ela ainda não chegou. Eu tenho que fazer hemodiálise, preciso da medicação, não é certo que eu passe por situações desse tipo. Minha esposa desde julho tenta marcar uma consulta no posto de saúde, mas só tem vaga para setembro", contou o aposentado.
Diretora do Hospital Rafael Fernandes (HRF), Lúcia Bessa informou que de fato os hospitais e unidades de Mossoró passaram por problemas referentes à falta de medicação e que no momento a quantidade de leitos é insuficiente para atender à demanda.
"O HRF é um hospital muito antigo, desta forma sua estrutura física possui algumas falhas, como ausência de rampas para facilitar a acessibilidade, os banheiros não são adequados, há um pequeno número de leitos, apenas 17. Com a ampliação e a reforma a previsão é que iremos ofertar 31 vagas para internação. Como estamos em obras, os pacientes que precisam de internamento estão sendo enviados ao Hospital Giselda Trigueiro, em Natal".
Ela complementa dizendo que as Unidades de Saúde estão começando a receber mais fármacos para abastecer o estoque, porém houve um período em que os remédios não chegavam com tanta frequência.
"Mesmo sendo uma unidade pequena tivemos problemas relacionado ao abastecimento de medicamentos. Para que não alguns pacientes não ficassem sem os remédios realizamos parcerias com o Hospital Regional Tarcísio Maia e outros da rede privada para ter acesso aos remédios", esclareceu Lúcia.

Não cumprimento de medidas previstas no Plano de Enfrentamento força órgãos a retirarem apoio dado ao Governo do Estado

Em audiênciana última segunda-feira (21), no Ministério Público, intituições que integram o Fórum em Defesa da Saúde no Rio Grande do Norte queixaram-se da pouca efetividade das ações tomadas pelo Estado para enfrentar aos principais problemas da saúde, isto é, não foi constatada melhorias significativas no aumento do número de leitos nos hospitais e do abastecimento de medicamentos, que em algumas instituições chegava a ser de 34%.
O Conselho Regional de Medicina, Conselho Regional de Enfermagem, Ordem dos Advogados do Brasil, Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público votaram pela retirada do apoio na audiência.
Para manter-se informada de quais são as ações que estão em curso para mudar o cenário da nossa região, a Promotoria de Justiça da Saúde encaminhou um ofício à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) com vários questionamentos, tais como qual o valor dos recursos repassados, em que ações foram aplicados e qual foi o trânsito dos valores. Entretanto, o órgão afirma que nenhuma resposta foi recebida por parte do Governo.
Coordenador do Plano de Enfrentamento da Saúde, Luiz Roberto Fonseca explicou que o acompanhamento das obras nos hospitais é de responsabilidade da Secretaria de Estado da Infraestrutura, e que no momento foi publicado do Diário Oficial do Estado (DOE) de quarta-feira (22), o Aviso de Chamamento Público de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para Parceria Público-Privada (PPP) destinada à construção de um hospital de trauma na região metropolitana de Natal.
Ele ainda disse que estão sendo feitos investimentos com recursos próprios do Governo, da ordem de R$ 5 milhões, estão sendo usados para garantir o abastecimento imediato das unidades hospitalares. As compras foram realizadas pela Unicat e os medicamentos estão sendo entregues. A capacidade de estoque das unidades está hoje em 50%, e a expectativa é que até o final da semana suba para 70%.
O secretário de Estado da Saúde Pública, Isaú Vilela, comentou que lamenta a posição tomada pelo Fórum da Saúde, mas mesmo assim espera contar com o apoio destas instituições no acompanhamento das questões da saúde pública do Estado.


Barriguda News
Via O Mossoroense

segunda-feira, 16 de julho de 2012

SERVIDORES DA SAÚDE podem entrar em greve nesta segunda-feira

O atendimento nos três Ambulatórios Médicos Especializados (Ames) de Natal e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do conjunto Pajuçara pode ser parcialmente suspenso na tarde desta segunda-feira caso o pagamento dos funcionários não seja realizado até as 12h. Com a greve, as categorias vão trabalhar com o efetivo de 30% do total de 400 servidores.

Segundo o interventor nomeado pelo Ministério Público para gerir a Associação Marca (A.Marca), empresa responsável pelo gerenciamento das unidades de saúde, há três meses o repasse da verba para o pagamento não é realizado pelo Município. A empresa estaria, desde então, custeando os gastos, mas depois da Operação Assepsia, deflagrada em junho pelo MP, a terceirizada não tem mais autonomia para as tomadas de decisões.

O interventor Marcondes de Souza Diógenes Paiva diz ainda que apesar do dia máximo permitido pela lei para o pagamento dos funcionários ter sido o último dia 6, foi realizado um acordo com a Secretaria Municipal de Saúde para o cumprimento de um novo prazo.

sábado, 14 de julho de 2012

LOUCURA, LOUCURA,LOUCURA:Garota engole o celular para o namorado não ler as mensagens comprometedoras

A paulista Adriana Andrade, 19 anos, que mora na zona leste de São Paulo, foi submetida a uma cirurgia de emergência, após engolir um aparelho celular, para o namorado não ler as mensagens de texto que poderiam comprometer o relacionamento dos dois. O namorado, Renato Rodrigues Reto, contou que a jovem negou entregar o aparelho para ele ler as mensagens, se mostrando bastante nervosa ela saiu correndo com o celular na mão, mas quando percebeu que o namorado iria alcança-la, para tomar o celular, resolveu engolir o aparelho.
“Não acreditei no que vi, ela colocou o celular na boca e engoliu”, disse Renato, assustado e curioso para saber o que tem no celular da namorada.
Segundo os médicos, Adriana não corre risco de vida, nem de morte, mas deverá ficar alguns dias sendo observada no hospital. Os médicos também estão curiosos para saber que tipo de mensagem de texto a jovem esconde do namorado.

Via Blog Frutuoso Gomes News.

UMA CONSTATAÇÃO:Pesquisa mostra que 60% dos homens só vão ao médico com a doença já em fase avançada

São Paulo – Levantamento feito pelo Centro de Referência da Saúde do Homem, órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, mostra que 60% (1,5 mil) do total de pacientes que chegam ao centro por mês já estão com doenças em estado considerado avançado e necessitam de intervenção cirúrgica para tratá-las. O quadro é reflexo da baixa procura por consultas regulares e exames preventivos por parte dos homens.

“Os homens devem ir ao médico, a partir dos 40 anos, no mínimo uma vez ao ano. Eles devem fazer um check-up, uma avaliação de rotina urológica completa, em particular da próstata, que é o que mais preocupa os homens”, disse Joaquim Claro, urologista e médico coordenador do Centro de Referência da Saúde do Homem.

O levantamento mostra que a maioria dos pacientes desconheciam suas condições de saúde e ignoraram sintomas iniciais das doenças mais comuns, adiando a busca por ajuda especializada. “Se tiver tudo em ordem o urologista vai orientar para o homem voltar em um ano. Se tiver problema, vai ser diagnosticado, tratado e, na imensa maioria das vezes, é um diagnóstico precoce, em que a cura supera 90% dos casos”, disse Claro.

O médico diz que as doenças mais comuns que podem ocorrer com o sexo masculino após os 40 anos são câncer de próstata, que atinge cerca de 16% dos homens, e também problemas relacionados à bexiga e ao rim, onde podem ocorrer câncer. O crescimento benigno da próstata, que atinge 100% dos homens, alterações hormonais e cálculos renais também devem ser acompanhados.

De acordo com o médico, logo ao nascer, o menino deve ser examinado por um urologista, para checar a disposição dos testículos e se o pênis teve uma formação adequada. É uma fase em que podem ocorrer tumores de testículo. Depois disso, na puberdade ocorre outra fase em que pode ocorrer o câncer, embora raro, nos testículos.

“Com o passar dos anos, com o envelhecimento, os problemas começam a ser, se não mais frequentes, pelo menos mais preocupantes. A partir dos 40, principalmente, é necessário acompanhar também se o paciente é diabético, hipertenso, obeso, se tem colesterol alto ou se a parte da função erétil está normal”.

De acordo com a Secretaria de Saúde, o diagnóstico precoce permite tratamentos menos agressivos e com maiores chances de cura. A recuperação do paciente é mais rápida e os gastos com o procedimentos e a hospitalização, menores.

Preconceito - De acordo com o médico o preconceito dos homens em relação aos exames preventivos ao câncer de próstata está diminuindo. O medo em relação ao câncer, segundo ele, também está levando mais pacientes ao médico.

“Está aumentando muito [os casos de] câncer de próstata porque a gente está diagnosticando muito mais. Entre todas as classes socioeconômicas da nossa população, todo mundo conhece um vizinho, um primo, um amigo do trabalho que teve câncer de próstata. Isso está gerando uma procura muito maior pelos exames preventivos e pelo check-up anual, se compararmos com a realidade de alguns anos atrás”.

Fonte: Agência Brasil-Bruno Bocchini

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Inca cria curso a distância para profissionais que queiram se atualizar sobre o câncer

A coordenação de educação do Instituto Nacional do Câncer (Inca) criou recentemente o “Curso de Atualização em Abordagens Básicas para o Controle do Câncer – ABC do Câncer”. Através de tecnologias de educação a distância, o intuito é oferecer um conjunto de informações básicas e objetivas que facilitem o entendimento da dimensão do câncer, das medidas para o controle da doença e das estratégias de governo para o enfrentamento do problema.

Em texto publicado na revista Fisioterapia e Pesquisa em março deste ano, “Atualização para o controle do câncer no Brasil”, Luiz Claudio Santos Thuler, médico e coordenador de Educação do Inca, e Anke Bergmann, fisioterapeuta e gerente da Divisão de Ensino da instituição, explicam que a ideia da criação do curso surgiu após um projeto cujo objetivo foi identificar a demanda de qualificação em oncologia para as diferentes categorias de profissionais de saúde, nas diversas regiões do país.

“Considerando a demanda relatada pelos fisioterapeutas, foi ressaltada a necessidade de qualificação em atenção oncológica por acreditarem ser importante que esses profissionais sejam treinados para detectar, orientar e saber para onde encaminhar o paciente com suspeita de câncer, tendo em vista sua limitada atuação na atenção básica. Segundo alguns profissionais, a temática da atenção oncológica deveria ser mais frequentemente abordada nas matrizes curriculares dos cursos de graduação”, explicam.

O curso é totalmente a distância, gratuito, com trinta horas de duração, sem tutoria. De acordo com o Luiz Claudio e Anke, destina-se a profissionais de nível superior não especializados em oncologia e a alunos dos cursos de graduação e pós-graduação na área da saúde.

Para a realização do curso, os interessados deverão realizar sua inscrição no site do Inca, no menu “Cursos e Eventos”. O período de inscrições é de 01 a 20 de cada mês, e a realização do curso será no mês subsequente.

Os certificados de participação para os aprovados podem ser emitidos on-line, no ambiente virtual de aprendizagem, pelo próprio participante.

Os professores interessados em utilizar o material didático como parte do conteúdo de sua disciplina poderão solicitar, gratuitamente, a publicação impressa para a distribuição entre os alunos e o DVD com o material de apoio ao professor.

Para tal, é preciso encaminhar um ofício com as seguintes informações:
nome completo da instituição; nome e endereço postal do(s) professor(es) responsável(is); curso de graduação e a disciplina em que será utilizado o material; relação nominal dos alunos, por disciplina e por curso; quantidade de exemplares necessários para disponibilizar na(s) biblioteca(s) da instituição e endereço postal para a entrega do material.

Mais informações pelo endereço: ead@inca.gov.br

da Redação do Barriguda News
com informações do Mossoroense - Ana Cadenque
Agencia NOTISA

domingo, 3 de junho de 2012

Caminhoneiro se expõe ao sol por 28 anos e fica com uma metade do rosto muito mais envelhecida que a outra

Está aí a prova viva dos danos do sol à saúde. A foto é de um homem não identificado, de 69 anos, que passou 28 anos como caminhoneiro e, portanto, sendo atingido por raios solares na parte esquerda da face através da janela enquanto dirigia. A diferença entre os dois lados do rosto dele é impressionante: na segunda metade, ele parece muito mais velho, o que mostra o efeito dramático e prematuro de envelhecimento que sol pode ter sobre a pele.
Cientistas da Universidade Northwestern, em Chicago, estudaram os prejuízos ao rosto do caminhoneiro. A condição - conhecida como dermatoheliosis unilateral ou fotoenvelhecimento - é causada por raios solares UVA e resulta em espessamento e enrugamento da pele.
Responsáveis ​​pelo efeito de bronzeamento causados pela coloração de pigmentos, os raios UVA são a forma mais comum de raios de luz, e aparecem também em câmaras de bronzeamento, que produzem doses 12 vezes mais forte do que a do sol. Ao contrário dos raios UVB, mais comumente associados a câncer de pele e queimaduras solares, os raios UVA podem penetrar o vidro, como na janela do caminhoneiro, e estão presentes até mesmo em dias nublados.
Embora se acreditasse anteriormente que a luz UVA fosse relativamente mais segura em comparação à UVB - a exemplo de vários filtros solares que bloqueavam apenas os raios UVB -, a investigação recente do estudo universitário têm provado que o câncer de pele pode ser causado por ambos os tipos. Os cientistas Jennifer R.S. Gordon e Joaquin C. Brieva, da Universidade Northwestern, disseram que, devido aos danos extremos do caminhoneiro, ele precisaria de um acompanhamento regular para o câncer de pele.
A pesquisa destaca ainda o perigo das camas de bronzeamento e alerta os banhistas para o perigo da exposição solar sem proteção.

Da redação do barrigudanews - Com informaçãoes do Extra.com

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Governo deixa de repassar R$ 70 milhões para a saúde

Cálculos do Ministério Público Estadual (MPE) e do colegiado da saúde revelam que aproximadamente R$ 70 milhões deixaram de ser repassados este ano pelo governo do estado à saúde pública. A promotora da saúde Iara Pinheiro diz que, tendo por base o orçamento anual aprovado pela Assembleia Legislativa para a saúde pública potiguar e dividindo o valor por doze meses, o repasse mensal deveria ser de R$ 22 milhões, o que não vem ocorrendo na prática. Foi constatado pelas entidades que compõem o Fórum da Saúde Pública que nos meses de janeiro e fevereiro não houve repasse ao orçamento de custeio e a somatória dos meses de março, abril e maio deste ano é de apenas R$ 12 milhões mensais, em média, muito aquém do que deveria ocorrer.

A fim de buscar esclarecimentos sobre a gestão orçamentária da saúde pelo governo, o Fórum se reuniu com representantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para solicitar que a Corte passe a atuar na questão. A ação pode ocasionar em um Termo de Ajustamento de Gestão a ser realizado entre o Ministério Público de Contas (MPC) e o governo para correção das eventuais irregularidades que forem comprovadas pelo TCE.

De acordo com a promotora Iara Pinheiro, que capitaneia as ações do MPE nos assuntos referentes à saúde do estado, a entrega de documentos feita na manhã de ontem ao Ministério Público junto ao TCE (MPjTC), evidenciam as irregularidades financeiras que refletem diretamente no dia a dia da prestação de serviços. Ela explica que, com base na lei orgânica da Corte de Contas, é possível uma atuação mais enfática exigindo do governo "um ajuste nos seus rumos na gestão adequada do Fundo Estadual de Saúde".

Cabe agora à atuação do MPC e do próprio TCE analisar a documentação entregue e dar os encaminhamentos que esclareçam a situação do orçamento referente à saúde pública potiguar. Na audiência, estiveram presentes MPE, OAB, Advocacia Geral da União (AGU), colegiado da saúde e outras entidades pertencentes ao Fórum da Saúde Pública, juntamente com as autoridades do TCE que deram andamento ao caso, com participação do seu presidente, conselheiro Valério Mesquita. O objetivo, segundo Iara Pinheiro, é exigir do governo "ordem e prioridade no fluxo financeiro do Fundo Estadual de Saúde".

O procurador geral do MPjTCE, Thiago Guterres, disse que a partir da análise dos documentos apresentados, o TCE escolherá a melhor ferramenta para lidar com o caso. Ele explica que a atuação do Tribunal de Contas pode ser em nível preventivo ou repressivo. Neste caso, a solução que vem sendo desenhada é a elaboração de um Termo de Ajustamento de Gestão junto ao governo, uma forma mais amigável de provocar uma atuação espontânea do estado na resolução das irregularidades encontradas, sem a responsabilização administrativa do gestor. Em irregularidades graves, o poder repressivo do TCE é feito através da imposição de obrigações ao governo, penalização dos gestores públicos por descumprimento de dispositivos legais, o que não é a intenção do Tribunal neste caso. "O TCE quer que o governo corrija as irregularidades de forma amigável", diz Thiago Guterres.


Prioridade


O procurador geral do MPC disse ainda que o TCE está tratando o caso com prioridade máxima e deve agir da forma mais rápida possível na escolha do instrumento mais adequado e propor ao governo uma solução. A previsão é de que na próxima semana já haja um indicativo de como o Tribunal irá atuar. O momento agora é de avaliar o cabimento do termo de ajustamento de gestão. De acordo com o advogado da AGU, Thiago Pereira Pinheiro, a União vem repassando os recursos ordinários previstos para a manutenção da saúde pública, mas a contrapartida do governo nessa administração vem deixando a desejar. Thiago Pinheiro lembra ainda que a AGU tem três processos movidos contra o estado para garantir o abastecimento de medicamentos à população e, ainda assim, a crise persiste. A presidente da Comissão dos Direitos da Saúde da OAB, Elisângela Fernandes da Silva, vê como positiva a judicialização da saúde. Ela acredita que pela primeira vez a sociedade civil está se mobilizando para fazer uma pressão maior por soluções no "colapso" vivido na saúde pública.

Os representantes das entidades que compõem o Fórum da Saúde Pública visitam na tarde de hoje, às 15h, as instalações do Hospital Giselda Trigueiro (HGT), que vem sofrendo com a superlotação de pacientes com casos de dengue simples, que muitas vezes poderiam ser tratados em unidades de atendimento básico de saúde, mas que são encaminhadas para o HGT. Da visita, possivelmente será elaborado um relatório sobre a situação encontrada pelo MPE, assim como ocorreu com a visita ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel no início do mês e que resultou numa série de encaminhamentos ao governo por meio de sua Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).


Da redação do Barrigudanews
com informações do Diário de Natal

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Três xícaras de café ao dia reduzem risco de morte na maturidade

Adultos de 50 a 71 anos que bebem pelo menos três xícaras de café por dia podem reduzir o risco de morrer em 10% com relação àqueles que não consomem a bebida, revelou um estudo do Instituto Nacional do Câncer (NCI), dos Estados Unidos, publicado nesta quarta-feira (16/5). A pesquisa foi feita com base em um questionário aplicado a um grupo de 400 pessoas que estavam nesta faixa etária entre 1995 e 1996. Os participantes foram acompanhados até 31 de dezembro de 2008.

Os resultados, divulgados na revista médica New England Journal of Medicine (NEJM), demonstraram que as pessoas que consumiram, em média, três xícaras de café por dia, normal ou descafeinado, tiveram menos risco de morrer de doenças cardiovasculares e respiratórias, AVC, ferimentos, acidentes, diabetes e infecção do que as pessoas que não ingeriram a bebida. Os cientistas, contudo, notaram um aumento muito sutil no risco de câncer entre os homens que consumiram muito café. Ao contrário, entre as mulheres não foi constatado um vínculo direto entre o fato de beber café e mortes por câncer.

Para não haver falsos resultados, os autores da pesquisa também levaram em conta outros fatores de mortalidade, como o tabagismo e o consumo excessivo de álcool. No entanto, alertaram para o fato de que não podem afirmar com certeza, em termos científicos, que o consumo do café prolongaria a vida. "O café é a bebida mais consumida na América, mas o vínculo entre este consumo e o risco de morte não está claro", afirmou o doutor Neal Freedman, da divisão de epidemiologia de câncer e genética do Instituto Nacional do Câncer dos EUA, principal autor da pesquisa.

"Ainda que não possamos concluir a existência de uma relação de causa e efeito entre beber café e um risco menor de morte, pensamos que estes resultados dão certas garantias ao fato de que a bebida não faz mal à saúde", acrescentou o doutor Freedman.

Os cientistas destacaram, ainda, que os hábitos de consumo do café na residência dos participantes foram estimados com base em um questionário sobre um período determinado. Sendo assim, não refletem atitudes de longo prazo. Argumentaram igualmente que não obtiveram informações sobre o preparo do café (expresso, filtrado, etc) e, portanto, sobre os efeitos protetores da bebida com
base nos níveis dos ingredientes utilizados. "O mecanismo pelo qual o café reduziria a mortalidade não está claro porque esta bebida contém mais de mil substâncias diferentes que podem, potencialmente, afetar a saúde", explicou o doutor Freedman. "Entre estas substâncias, a cafeína é a mais estudada, mas nesta pesquisa os efeitos protetores foram os mesmos, inclusive entre os bebedores de café descafeinado", revelou.
Correio Braziliense

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Ministério libera R$ 4 milhões para investimento na saúde básica do RN

O Rio Grande do Norte vai receber  R$ 4.030.307, 82 para serem destinados à melhoria e ampliação saúde básica. O repasse é do Ministério da Saúde, que liberou R$ 213 milhões a serem distribuídos entre os estados.

A transferência dos recursos, por meio do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos Estaduais, é referente à Compensação de Especificidades Regionais (CER), que compõem o Piso da Atenção Básica (PAB).

O valor definido para cada estado, conforme tabela abaixo, corresponde a um percentual do valor mínimo per capita do PAB fixo multiplicado pela estimativa da população de cada estado e do Distrito Federal.

Após a liberação dos recursos, as comissões bipartite de cada estado, formadas por representantes da secretaria estadual e municipal de saúde, vão definir os valores a serem repassados aos municípios participantes do programa. Em seguida, a lista será encaminhada ao Ministério da Saúde para validação e publicação.

Confira a tabela com os valores para cada estado no
link
 
Fonte: Tribuna ON LINE

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Rosalba não pode esperar para nomear substituto(a) de Domício Arruda

Com a exoneração de Domício Arruda, fica a torcida para que a governadora Rosalba Ciarlini não demore muito na definição de um substituto para a Secretaria Estadual de Saúde, como vem fazendo com outras pastas.

A Secretaria de Justiça e Cidadania, por exemplo, está há um mês e meio sendo gerenciada interinamente pelo secretário de Segurança, Aldair da Rocha.

A Secretaria de Turismo, por sua vez, completou o primeiro mês sem um titular.

Sem demérito para a Sejuc e o Turismo, a Saúde não pode se dar ao luxo de esperar tanto.

Como médica de formação, a governadora Rosalba Ciarlini tem essa responsabilidade adicional com este que é um dos setores essenciais de qualquer governo.

Tanto que abraçou esse discurso durante a campanha que a elegeu, há pouco mais de um ano e meio, com tanto entusiasmo que convenceu na época boa parte do eleitorado potiguar.

A exoneração de Domício Arruda é a 15ª registrada em nível de primeiro escalão no Governo Rosalba.

O que, em 16 meses de gestão, dá uma média de quase um auxiliar desligado por mês.

Uma marca incômoda em todos os aspectos.

E que deixa, neste ponto, a gestão de Rosalba bem parecida com a da prefeita Micarla de Sousa (PV), já notabilizada pela alta rotatividade de seus auxiliares.

Fonte: No minuto.com
Marcos Alexandre

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pesquisa avaliará a qualidade da atenção básica

Visita dos ‘avaliadores da qualidade’ foi definida mediante um Termo de Compromisso de adesão ao PMAQ, assinado no estado por 116 municípios
Começa na próxima semana o processo de avaliação do serviço de atenção básica em todo o Rio Grande do Norte. A iniciativa está inserida dentro do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) do Ministério da Saúde.

A visita dos “avaliadores da qualidade” foi definida mediante um Termo de Compromisso de adesão ao PMAQ, assinado no Estado por 116 municípios. Os 51 municípios que não aderiram ao PMAQ também receberão recenseadores para diagnóstico da infraestrutura das suas unidades básicas de saúde.

A fase de avaliação externa será feita aqui no estado pelo Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Serão avaliados 47 indicadores em sete temas: Saúde da Mulher, Saúde da Criança, Diabete e Hipertensão Arterial, Saúde Bucal, Tuberculose e Hanseníase, Consultas/Atendimento em Geral e Saúde Mental.

Na manhã de ontem, 2, diversas subcoordenadorias da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) estiveram reunidas para um momento de integração entre os setores na busca pela qualidade da atenção básica.

De acordo com Jussara Dantas, da Subcoordenadoria de Ações de Saúde, os municípios estão terminando de preencher os questionários de Autoavaliação para Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (AMAQ-AB) e enviando diretamente para o Ministério da Saúde. “Esses indicadores são produto do atendimento das equipes de Saúde da Família. A pesquisa estimula o monitoramento permanente dos municípios e dá subsídios para que eles façam seu planejamento baseados em dados concretos”, disse Jussara Dantas.

A próxima fase do PMAQ inicia já na próxima semana, com a visita dos avaliadores da UFRN. A previsão é que a pesquisa seja concluída em agosto.

Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica
O programa busca induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade comparável nacional, regional e localmente de maneira a permitir maior transparência e efetividade das ações governamentais direcionadas à Atenção Básica em Saúde em todo o Brasil.

O PMAQ está organizado em quatro fases que se complementam e que conformam um ciclo continuo de melhoria do acesso e da qualidade da Atenção Básica (Adesão e Contratualização; Desenvolvimento; Avaliação Externa; e Recontratualização).

Da Redação: Jânio Melo
Fonte: Gazeta do Oeste

Servidores promovem ato público para denunciar problemas de assistência à saúde em Mossoró

A Coordenação Regional de Mossoró do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sindsaúde) realiza mais um ato público na cidade, hoje, às 9h, em frente ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), para denunciar problemas na assistência à saúde da população.

Em relação às condições da saúde pública em Mossoró, o coordenador regional do Sindisaúde, João Morais, diz que o ato público de hoje denunciará, por exemplo, paralisação da reforma do Hospital Rafael Fernandes e infiltrações na enfermaria 271 do HRTM, o que interditou dois leitos. "Isso é inaceitável", protesta.

João Morais informa que o protesto será realizado em defesa do direito de liberdade sindical e de expressão, porque, segundo ele, faixas com dizeres "Estamos em Greve" estão sendo arrancadas da fachada do HRTM. O problema acontece desde o início da paralisação, há um mês.

Para reforçar o movimento, o Sindsaúde convidou representantes da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Aduern), Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum), Sindicato dos Trabalhadores na Educação (Sinte), entre outros.

O ato público também protestará contra a postura do Governo do Estado relativo à paralisação, já que não apresentou nenhuma proposta de reajuste aos servidores desde o início da mobilização.

Sobre adesão à greve em Mossoró, João Morais lamenta que o movimento enfraqueceu nas últimas semanas.  "É que os servidores vêm recebendo ameaças dos diretores de unidades hospitalares de perderem benefício e o pessoal não está aderindo à mobilização com receio de perder gratificações pelos plantões extras", lastima o sindicalista, frisando que a greve continua forte, principalmente em Natal.

Fonte: O Mossorense

quarta-feira, 2 de maio de 2012

EXONERADO DOMICIO ARRUDA

Acaba de sair no Jornal Nacional. Foi exonerado o Secretario de Saúde do Rio Grande do Norte Domicio Arruda.

Após repercussão negativa por não conceder entrevista ontem ao Jornal Nacional, “por ser feriado”, o médico Domício Arruda pediu exoneração do cargo de secretário de Saúde do governo do Rio Grande do Norte e a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) aceitou.

Diz-se que Domício Arruda teria provocado o seu afastamento do cargo ao não dar entrevista ao Jornal Nacional para falar sobre o caos em que se encontram os dois principais hospitais do estado, Walfredo Gurgel e Santa Catarina.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Jornal Nacional mostra o Caos na Saúde do Estado

 POR QUE HOJE É FERIADO... virou hastag

Pacientes que procuram atendimento nos dois maiores hospitais públicos de Natal encontram corredores superlotados e muita sujeira.

Médicos e funcionários estão em greve e o atendimento está restrito às emergências.

No maior pronto socorro público do Rio Grande do Norte;  Médicos, Enfermeiros e Auxiliares estão em Greve. Eles pedem melhores condições de trabalho e salários.

As negociações com o Governo esbarram na falta de orçamento. A promotora da Saúde visitou ontem o Hospital Walfredo Gurgel e constatou o acúmulo de lixo por causa da dívida com a empresa responsável pela coleta.

Segundo o apresentador do Jornal Nacional, a equipe procurou o Secretário de Saúde Domicio Arruda mais ele declarou que não daria entrevista porque hoje é feriado.

Da redação: Jãnio Melo

Camisinhas femininas deverão ser distribuídas pelo SUS a partir deste mês

A partir da segunda quinzena de maio, o Sistema Único de Saúde (SUS) deverá começar a distribuir preservativos femininos. O primeiro lote das camisinhas importadas está agendado para chegar na próxima sexta-feira (4). O governo federal gastou R$ 27, 3 milhões para a compra das unidades – cada uma custou R$ 1,36.

Ao longo do ano, devem ser distribuídos 20 milhões de preservativos, divididos em cinco lotes, informou o Departamento de Doenças Sexualmente Transmissível, Aids e Hepatites Virais, vinculado ao Ministério da Saúde. Todas as camisinhas femininas são feitos de borracha nitrílica – material antialérgico, macio e mais fino do que o látex usado na versão masculina.

De acordo com o ministério, o público-alvo da iniciativa são mulheres com aids ou outras doenças sexualmente transmissíveis, usuárias de drogas, mulheres de baixa renda e com parceiros que resistem ao uso do preservativo masculino, mulheres em situação de violência doméstica e sexual e profissionais do sexo.

Em 2008, uma pesquisa do departamento vinculado ao Ministério da Saúde constatou que aproximadamente 90% das mulheres sexualmente ativas no país conhecem ou já ouviram falar da camisinha feminina. A adesão ao preservativo, no então, ainda é menor em comparação ao masculino.

A camisinha feminina é uma espécie de bolsa com dois anéis flexíveis. Em uma ponta, fica o anel móvel que deve ser apertado e introduzido pelo canal vaginal até chegar ao colo do útero. O segundo anel, na extremidade oposta, é aberto e cobre a parte externa da vagina. O preservativo pode ser colocado até oito horas antes da relação sexual e não pode ser usado ao mesmo tempo que o masculino.

O preservativo feminino previne contra doenças transmitidas pelo sexo, hepatites virais e gravidez não desejada. Nesta página na internet estão disponíveis informações sobre o uso correto da camisinha feminina.


Da Redação Jânio Melo
Fonte: No minuto.com

quarta-feira, 25 de abril de 2012

INTERIOR ESQUECIDO - A Realidade Nua e Crua

Venho insistindo no tema saúde por entender que é uma das áreas mais importantes de uma gestão para a população. Por isso, tenho me debruçado sobre as deficiências que afligem milhares de pessoas que necessitam diariamente desse serviço tão essencial.

Durante esse período pude acompanhar casos que chegam a ser desumano em virtude da ausência de uma assistência digna que deveria ser dada ao povo. Não é possível que a população fique passando por constrangimentos e humilhações quando o assunto é urgência. Essa deficiência se agrava e muito no interior, principalmente na região Oeste, onde não temos o mínimo de condições de atendimento de casos de urgências nos hospitais.

Não se pode mais admitir que uma cidade do porte de Pau dos Ferros não tenha UTI, nem uma ambulância UTI para pelo menos transportar pacientes para outros centros mais desenvolvidos, além de não possuir equipamentos para fazer exames de alta complexidade como também cirurgias mais complicadas essencialmente nas áreas de ortopedia, traumatologia, cardiologia, pediatria etc.

Por esse motivo, um senhor precisou de uma UTI com urgência e mesmo com o dinheiro para pagar uma particular faleceu por não dispor de uma única unidade no hospital de Pau dos Ferros.

Esse é um exemplo típico de como se encontra essa área no interior, pois nenhuma cidade possui esse equipamento tão importante para salvar vidas.

Já é hora das nossas autoridades se unirem e lutarem por melhorias para o as cidades do interior, porque é inadmissível que centenas de municípios continuem na dependência dos grandes centros nos quais não possuem mais nenhuma condição de absorver a demanda. Essa é a mais pura realidade.

Fonte:Jornal O Mossoroense
Alvanilson Carlos 

domingo, 22 de abril de 2012

Carga horária de servidores da Saúde será investigada


Negociar jornadas de trabalho com colegas, atrasar o início de plantões ou até mesmo faltar ao expediente para viabilizar jornadas extras é uma prática recorrente na rede pública de saúde, não por todos, mas por muitos profissionais.

Quem procura assistência nas unidades hospitalares, na capital e no interior do Estado sabe disso e sente na pele as consequências: demora na assistência e queda na qualidade do atendimento. Isso porque, quando essa prática não causa desfalque, com ausência do plantonista, lança sobre os ombros dos que ficam na unidade uma herança 'perigosa', a sobrecarga de trabalho.

Os órgãos de controle social já dispararam um alerta. O Ministério Público do Trabalho anunciou, há alguns dias, que vai investigar a carga horária de profissionais da saúde em todo o país. O objetivo é acabar com a sobrecarga de trabalho. O MPT vai verificar, em cada uma das cidades brasileiras, o que estabelece os contratos dos profissionais, qual o grau do excesso de carga horária e  cruzar informações para saber, até que ponto, as jornadas contratadas estão sendo cumpridas.
O MPT também vai investigar as condições de atendimento em hospitais públicos e privados. No Rio Grande do Norte, o Conselho Estadual de Saúde (CES/RN) denuncia que o desfalque que se verifica nas unidades hospitalares da rede estadual de saúde, principalmente, no interior do Estado, deve-se ao excesso de horas acumuladas pelo profissional gerado por múltiplos vínculos - alguns, inclusive, fora do Estado.

O que motivou o MPT investigar a carga horária dos profissionais foram constatações feitas, a partir de denúncias e de consultas ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) de que algumas jornadas extrapolam 120 horas semanais, o equivalente a atender pacientes de segunda a sexta-feira, sem parar, 24 horas por dia. No caso do Rio Grande do Norte não é diferente.

Ao consultar o CNES, a reportagem da TRIBUNA DO NORTE encontrou cargas horárias que variam de 88 a até 144 horas semanais. Para a presidente do CES/RN, Francinete Melo, o executivo estadual está longe de ter um controle efetivo da carga horária de todos os profissionais, em todas as unidades hospitalares. "Temos muitas denúncias de médicos, principalmente, que não cumprem sua jornada, que não estão comparecendo aos plantões", afirmou a conselheira.

Com uma folha de pagamento superior a R$ 47 milhões (no mês de março), a Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) tem 15.855 servidores, dos quais mais de 3.700 atuam na Medicina e na Enfermagem. Nessas áreas, as trocas e acordos verbais de substituição ocorrem com mais frequência, segundo as diversas fontes ouvidas pelo jornal, ao longo da semana passada.

Francinete Melo afirma que, no caso do profissional médico, há um grande excesso de carga horária. "O que se percebe é que o médico trabalha em vários municípios. Isso traz um prejuízo enorme para a população. Como é que esse profissional vai cumprir 70, 80 e até 200 horas de carga horária?", indaga. O resultado,  reforça Francinete, é um atendimento deficitário.

Atualmente, o Conselho Regional de Medicina tem, segundo o presidente da entidade, Jeancarlo Fernandes, 15  sindicâncias instauradas para apurar denúncias de médicos que faltam ao plantão ou que chegam atrasados. As denúncias são relativas à  rede pública e privada. Jeancarlo disse que não há demanda de averiguações relacionadas ao excesso de carga horária.

Escalas não são cumpridas por todos

Cotidianamente, as trocas entre profissionais, na maioria das vezes, para viabilizar outros vínculos, é mais do que comum. Nas escalas, nem sempre os nomes que constam na lista do dia são de fato os que estão no controle oficial das unidades hospitalares. O mais grave: chegando em alguns hospitais é possível constatar furo no plantão.

Isso foi o que constatou a TRIBUNA DO NORTE na sexta-feira, 20, no Hospital José Pedro Bezerra - o Santa Catarina. Na área de cirurgia, um dos seis profissionais mencionados na escala não havia chegado até as 9 horas para um plantão que  começava às 7h. Um dos plantonistas cobria o horário e a previsão era de que o cirurgião, que mora no Estado da   Paraíba, "estava chegando", segundo informou uma das auxiliares do setor.

No Pronto-Socorro Infantil  mais um furo. Às 9h, uma das três médicas não estava; apenas duas faziam o atendimento. A previsão era de que a terceira médica do plantão chegasse por volta das 10h, duas horas depois de iniciado seu plantão. Além da ausência da médica, a reportagem constatou casos de 'trocas' e funcionários confirmaram que alguns profissionais chegam a cumprir jornadas de até 36 horas seguidas.

Segundo fonte ouvida pelo jornal o setor da pediatria é um dos mais complicados. Apesar do fechamento da escala com três profissionais é raro o dia em que todos estão na unidade no início do expediente. "Muitos estão em outro plantão, por isso chegam aqui atrasados ou até fazem acordo para que o colega cumpra as horas dele. Em outro dia, ele trabalha para a pessoa. É muito comum", revelou um servidor.

Reportagem completo no link abaixo:

http://tribunadonorte.com.br/noticia/carga-horaria-sera-investigada/218288

sábado, 21 de abril de 2012

Vacinação contra GRIPE- “Proteger é cuidar”.


O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (PNI), anunciou que vai realizar a 14ª Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe Influenza (H1N1), no período de 05 a 25 de maio de 2012, sendo 05 de maio, o dia de divulgação e mobilização nacional, tendo como slogan: “Proteger é cuidar”.
Nessa campanha serão vacinados, os idosos com 60 anos e mais de idade, os trabalhadores de saúde das Unidades que fazem atendimento para a influenza, os povos indígenas, as crianças na faixa etária de seis meses a menores de dois anos, as gestantes e a população prisional.
No Rio Grande do Norte, a meta é vacinar, pelo menos, 80% dos grupos elegíveis para a vacinação, o que representa aproximadamente 484.283 de pessoas no estado.

Serão 1.746 postos fixos e volantes de vacinação e mais de 8 mil pessoas envolvidas na Campanha.

Informações da SESAP

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