Mostrando postagens com marcador Tráfico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tráfico. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de abril de 2013

INAUGURAMOS UMA NOVA ERA: O TRÁFICO DE TOMATES E CEBOLAS

O crime é como qualquer esporte coletivo. O sujeito não faz uma cesta, não marca um gol, não dá uma cortada sozinho. Tem toda uma estrutura –do massagista ao técnico— que arma a jogada. No crime dá-se algo parecido. É preciso que a sociedade se desorganize para que o crime seja organizado.
Vem daí que a alta da inflação criou na fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina um tipo novo de contrabando. Além de muamba chinesa, uísque paraguaio, armas e drogas, agora trafica-se também –tarãã…— tomate (alta de 122,13% em 12 meses) e cebola (alta de 76,46%). A foto que ilustra o texto exibe carregamento ilegal de 3,5 toneladas de cebolas apreendido por fiscais da Receita e da pasta da Agricultura em Foz do Iguaçu.
Inflacionando-se o crime, fica difícil identificar todos os elos da estrutura criminosa, sobretudo porque todo mundo se disfarça de mocinho: “Não titubeamos em tomar medidas”, diz, por exemplo, o ministro Guido Mantega (Fazenda). Inclusive posso dizer que mesmo as medidas que são consideradas menos populares são tomadas, por exemplo, em relação às taxas juros, quando isso é necessário.”
com informações do blog do Josias/Sertão Potiguar

domingo, 22 de julho de 2012

"COMBATER o tráfico é missão impossível"

Adital - Os últimos 30 anos da história ocidental comprovam que é "impossível" combater o tráfico de drogas, diz o antropólogo Luiz Eduardo Soares, ao narrar o envolvimento do brasileiro Ronald Soares com as drogas, no seu recente livro Tudo ou nada (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012). "Não se trata de uma opinião, mas de constatação empírica", declara à IHU On-Line, em entrevista concedida por e-mail. Segundo ele, foram gastos "bilhões de dólares na guerra contra as drogas e o tráfico vai muito bem, obrigado. O lucro permanece, a demanda se mantém mesmo nos países que possuem as melhores polícias e os mais sofisticados mecanismos de controle, como os Estados Unidos".

Soares explica que alguns fatores viabilizam a expansão do tráfico de drogas, como a criminalização e "a proibição, sem a qual não poderia realizar-se esse comércio em condições tão lucrativas e tão predatórias para o consumidor". Diante dessa conjuntura, o ex-secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro questiona: "Ora, se esse é o fato e se é impossível revogá-lo, a interrogação racional deixa de ser 'deve-se ou não permitir o acesso' para formular-se nos seguintes termos: 'Em que contexto institucional-legal seria menos mal que tal acesso ocorresse? O contexto em que drogas fossem questão relativa à polícia e prisão, isto é, à Justiça criminal? Ou o contexto em que drogas fossem matéria de educação e saúde, cultura e autogestão social?" E dispara: "Resta-nos superar preconceitos e ignorância, e adotar vias alternativas. O pior flagelo, entre as drogas, são o álcool e a nicotina. Mesmo assim, ninguém está propondo, felizmente, sua proibição".

MATÉRIA COMPLETA LEIA AQUI

Barriguda News
Tribuna do Norte

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...