LOCAL: Escola Estadual 7 de Novembro (Alexandria/RN)
DATA: 28/07/2018 (Sábado às 9hs da manhã)
VALOR: 40,00 (Quarenta Reais)
PALESTRANTE: André Luís
QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL: Bacharel em Direito, pós-graduado em Direito Processual Cível pela UnP - Universidade Potiguar do Rio Grande do Norte
TEMA: Direitos dos Idosos - Lei nº 10.741 (Estatuto do Idoso/Sua Inclusão na Sociedade)
INSCRIÇÕES: Rádio Cidadania FM ou falar com o próprio André Luís (84) 998161780
VAGAS LIMITADAS
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quarta-feira, 4 de julho de 2018
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
LEI QUE DÁ PRIORIDADE A PROFESSORES NA RESTITUIÇÃO DO IR É PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL
A lei que autoriza a
Receita Federal a dar prioridade para os professores na restituição do Imposto
de Renda (IR) foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira
(27). O presidente Michel Temer sancionou a medida na última quinta-feira, 26.
Com a sanção do projeto,
professores passam a ter prioridade na fila de restituição. O texto inclui um
parágrafo único no Artigo 16 da Lei 9.250, de 1995.
Com a norma, os
professores ficam atrás apenas dos idosos na fila para recebimento da
restituição, ou seja, contribuintes que tem o magistério como maior fonte de
renda terão prioridade no recebimento dos recursos logo após as pessoas com
mais de 60 anos.
A ordem do pagamento da
restituição do IR passa a ter:
Idosos;
professores;
demais contribuintes.
Leia abaixo a íntegra da
lei sancionada por Temer:
LEI Nº 13.498, DE 26 DE
OUTUBRO DE 2017.
Acrescenta parágrafo
único ao art. 16 da Lei no 9.250, de 26 de dezembro de 1995, para estabelecer
que, após os idosos, os professores tenham prioridade para recebimento da
restituição do imposto de renda da pessoa física.
O P R E S I D E N T E D A
R E P Ú B L I C A
Faço saber que o
Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte
Lei: Art. 1º O art. 16 da
Lei no 9.250, de 26 de dezembro de 1995, passa a vigorar acrescido do seguinte
parágrafo único:
“Art. 16.
Parágrafo único. Será
obedecida a seguinte ordem de prioridade para recebimento da restituição do
imposto de renda:
I – idosos, nos termos
definidos pelo inciso IX do § 1º do art. 3º da Lei no 10.741, de 1º de outubro
de 2003;
II – contribuintes cuja
maior fonte de renda seja o magistério;
III – demais
contribuintes.” (NR)
Art. 2º Esta Lei entra em
vigor no primeiro dia do ano seguinte ao de sua publicação.
Brasília, 26 de outubro
de 2017; 196º da Independência e 129º da República.
*DeFato
domingo, 8 de outubro de 2017
FALTA DE RESPEITO: Planos de saúde expulsam segurados ao fazer 60 anos, diz ministro Ricardo Barros
Em entrevista ao jornal
Estado de S. Paulo, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que a
legislação atual não protege os consumidores de planos de saúde que completam
60 anos. Segundo ele, os preços praticamente dobram quando estão com 59 anos.
Trata-se de uma tática de mercado para expulsar os beneficiários. Para ele,
esse é um tema importante que deve ser analisado pela comissão especial da
Câmara dos Deputados, que analisa a revisão do marco legal do setor.
Para o ministro, alguns temas não estão funcionando adequadamente com a atual regulamentação do setor. São tópicos como o ressarcimento dos planos de saúde ao SUS, quando seus clientes são atendidos no SUS; as multas às operadoras; o reajuste de plano individual, que causou a quase extinção dos dessa modalidade do mercado; e as regras do Estatuto do Idoso, que, para não correr riscos, os planos têm adotado táticas para tirar as pessoas com mais de 60 anos de suas carteiras de beneficiários. “Em vez de cumprir a regra de proteger de aquelas pessoas, está atrapalhando”, afirma o ministro.
Segue a íntegra da entrevista
O que o senhor está pensando sobre clínicas populares?
Nada. Ninguém falou em clínicas populares.
Mas o senhor está pensando em alguma coisa para clínicas populares?
Não. Clínica popular não é plano. Clínica popular é serviço.
Tem que estar incluído nos planos?
Não. Clínica popular é prestação de serviço imediato. A pessoa vai lá, paga e pronto.
Isso não teria que ter uma regra específica para esses planos?
Não é plano. Clínica popular não é plano.
Não, não é plano. O senhor acha que, nos planos de saúde, deveria incluir alguma coisa sobre clínicas populares?
Não. Os planos de saúde têm sua própria estrutura de atendimento. Usa médico credenciado e, não, clínica popular.
E com relação ao reajuste de planos individuais? O senhor disse que está tudo engessado. Pode ser feita alguma coisa para se aumentar a oferta?
Tem que ter uma regra que permita que os planos individuais permaneçam no mercado. A atual regra retirou os planos do mercado.
O que poderia ter? É obrigado a ter plano individual? O que o senhor está pensando? *
Eu não estou pensando nada. Só disse que tem alguns temas que precisam ser tratados, porque não estão funcionando bem. Ressarcimento não está funcionando, multa não está funcionando, reajuste de plano individual não está funcionando, Estatuto do Idoso não está funcionando. Em vez de cumprir a regra de proteger aquelas pessoas, está atrapalhando.
E com relação ao reajuste ao plano empresarial? É uma das maiores queixas na justiça. As pessoas são surpreendidas com aumento muito grande da mensalidade, passado um ano do contrato. O senhor acha que essa regra precisa de alguma coisa? Em relação aos planos coletivos e aos planos empresarias?
Se está tendo problema, o relator deve se debruçar sobre isso.
E o problema com relação ao Estatuto do Idoso?
Como o Estatuto do Idoso diz que depois do 60 anos não pode ter aumento, quando ele [beneficiário] faz 59 anos, o plano dobra o preço. Isso para ele ir embora. Ele [operadora de plano de saúde] não sabe quanto tempo a pessoa vai viver, a situação de cada um, não quer correr o risco. Então, para não correr o risco, expulsa a pessoa do plano. Aquela regra que foi feita para proteger o idoso está prejudicando, na prática.
O que o senhor acha que isso vai ser avaliado no regime de urgência?
Não sei dizer. Foi explicado pelo presidente da comissão [de Seguridade Social de Família], lá no Conselho Nacional de Saúde, que tem um projeto que está em regime de urgência. E por isso é que a comissão está andando acelerada, para que esse projeto seja votado junto com os demais. É um projeto específico, que não sei qual é.
*Estado de S.Paulo/De Fato
Para o ministro, alguns temas não estão funcionando adequadamente com a atual regulamentação do setor. São tópicos como o ressarcimento dos planos de saúde ao SUS, quando seus clientes são atendidos no SUS; as multas às operadoras; o reajuste de plano individual, que causou a quase extinção dos dessa modalidade do mercado; e as regras do Estatuto do Idoso, que, para não correr riscos, os planos têm adotado táticas para tirar as pessoas com mais de 60 anos de suas carteiras de beneficiários. “Em vez de cumprir a regra de proteger de aquelas pessoas, está atrapalhando”, afirma o ministro.
Segue a íntegra da entrevista
O que o senhor está pensando sobre clínicas populares?
Nada. Ninguém falou em clínicas populares.
Mas o senhor está pensando em alguma coisa para clínicas populares?
Não. Clínica popular não é plano. Clínica popular é serviço.
Tem que estar incluído nos planos?
Não. Clínica popular é prestação de serviço imediato. A pessoa vai lá, paga e pronto.
Isso não teria que ter uma regra específica para esses planos?
Não é plano. Clínica popular não é plano.
Não, não é plano. O senhor acha que, nos planos de saúde, deveria incluir alguma coisa sobre clínicas populares?
Não. Os planos de saúde têm sua própria estrutura de atendimento. Usa médico credenciado e, não, clínica popular.
E com relação ao reajuste de planos individuais? O senhor disse que está tudo engessado. Pode ser feita alguma coisa para se aumentar a oferta?
Tem que ter uma regra que permita que os planos individuais permaneçam no mercado. A atual regra retirou os planos do mercado.
O que poderia ter? É obrigado a ter plano individual? O que o senhor está pensando? *
Eu não estou pensando nada. Só disse que tem alguns temas que precisam ser tratados, porque não estão funcionando bem. Ressarcimento não está funcionando, multa não está funcionando, reajuste de plano individual não está funcionando, Estatuto do Idoso não está funcionando. Em vez de cumprir a regra de proteger aquelas pessoas, está atrapalhando.
E com relação ao reajuste ao plano empresarial? É uma das maiores queixas na justiça. As pessoas são surpreendidas com aumento muito grande da mensalidade, passado um ano do contrato. O senhor acha que essa regra precisa de alguma coisa? Em relação aos planos coletivos e aos planos empresarias?
Se está tendo problema, o relator deve se debruçar sobre isso.
E o problema com relação ao Estatuto do Idoso?
Como o Estatuto do Idoso diz que depois do 60 anos não pode ter aumento, quando ele [beneficiário] faz 59 anos, o plano dobra o preço. Isso para ele ir embora. Ele [operadora de plano de saúde] não sabe quanto tempo a pessoa vai viver, a situação de cada um, não quer correr o risco. Então, para não correr o risco, expulsa a pessoa do plano. Aquela regra que foi feita para proteger o idoso está prejudicando, na prática.
O que o senhor acha que isso vai ser avaliado no regime de urgência?
Não sei dizer. Foi explicado pelo presidente da comissão [de Seguridade Social de Família], lá no Conselho Nacional de Saúde, que tem um projeto que está em regime de urgência. E por isso é que a comissão está andando acelerada, para que esse projeto seja votado junto com os demais. É um projeto específico, que não sei qual é.
*Estado de S.Paulo/De Fato
sábado, 15 de junho de 2013
IDOSOS sonham com a felicidade e reclamam do desrespeito dos mais jovens
Brasília – Os brasileiros, com mais de 60 anos, sonham em viver ao
lado de companheiros que saibam compartilhar bons e maus momentos. Mas
reclamam do mau-humor, do egoísmo, da frieza e desrespeito com que são
tratados. No Brasil, há aproximadamente 22,3 milhões de idosos, dos
quais 15,5 milhões são homens e mulheres que chefiam suas famílias e
fazem planos para o futuro. A conclusão está na pesquisa Idosos no Brasil, do Instituto DataPopular, entidade de consultoria.
O diretor do Instituto DataPopular, Renato Meirelles, fez o
levantamento de dados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de
Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), nas principais cidades das cinco regiões do país, de outubro a
dezembro de 2012.
“São pessoas que buscam o companheirismo e, não o suporte. São
pessoas que querem companhia e não gostam de ficar sozinhas, mas
reclamam também da forma como são tratadas”, disse à Agência Brasil.
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