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domingo, 26 de outubro de 2014
DILMA É REELEITA PRESIDENTE DO BRASIL
Com quase de 99% de votos apurados e com uma diferença de mais de 3 milhões de votos sobre o seu opositor Aécio Neves, Dilma Rousseff é reeleita para o seu 2º mandato.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
A FOTO DO LEITOR: MOVIMENTO PRÓ DILMA
Boa noite! registrei essa foto hoje por volta das 16:40. Alunos do IFRN e de Escolas públicas em movimento a favor da reeleição da presidente Dilma; o movimento ocorreu no IFRN cidade alta em Natal .
Fco. Alef
Fco. Alef
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
ELEIÇÕES 2014: Primeira pesquisa de intenções de voto para 2º turno aponta Aécio com 54% e Dilma, 46%
A primeira pesquisa de intenções de para o segundo turno aponta o
tucano Aécio Neves (PSDB) à frente da petista Dilma Rousseff (PT). O
levantamento, feito para revista ÉPOCA, pelo instituto Paraná Pesquisas,
mostra Aécio com 49% das intenções de voto contra 41% de Dilma.
Entrevistados que não sabem ou não responderam somam 10%. Em votos
válidos, Aécio tem 54%, e Dilma, 46%.
Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os candidatos, Aécio tem 45%, e Dilma, 39%.
As entrevistas foram realizadas entre a segunda-feira (6) e esta quarta-feira (8). Ao todo, 2.080 eleitores foram ouvidos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 2,2% para mais ou para menos.
Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os candidatos, Aécio tem 45%, e Dilma, 39%.
As entrevistas foram realizadas entre a segunda-feira (6) e esta quarta-feira (8). Ao todo, 2.080 eleitores foram ouvidos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 2,2% para mais ou para menos.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
ELEIÇÕES 2014: Dilma se recusa a responder pergunta sobre mensaleiros e admite serviço ruim na Saúde
O Globo
Em certos momentos, a presidente se mostrava tensa e incomodada em ser interrompida com novas perguntas. Ao final, Dilma disse que a economia vai melhorar no segundo semestre, rebateu o pessimismo e pediu votos aos eleitores.
A presidente, visivelmente contrariada, disse várias vezes que nunca comentou a condenação dos petistas pelo STF, como o ex-ministro José Dirceu. Ela não quis responder nem mesmo à pergunta sobre o PT tratar os condenados como "vítimas".
— Vou te falar uma coisa: sou presidente da República. Não faço nenhum observação sobre julgamentos realizados pelo STF. Por um motivo muito simples: a Constituição Federal exige que o presidente da República e os demais chefes de Poder respeitem e considerem a autonomia dos outros órgãos. Não julgo ações do Supremo. Tenho minhas opiniões pessoais. Durante o processo inteiro, não manifestei nenhuma opinião sobre o julgamento. Não vou tomar nenhum posição que me coloque em confronto, conflito com a Suprema Corte. Isso não é uma questão objetiva — disse Dilma.
Ao ser perguntada sobre escândalos em ministérios e as irregularidades na Petrobras, a presidente repetiu que seu governo foi aquele que mais combateu a corrupção. Dilma disse que foi o governo do PT que criou a CGU. Na verdade, a CGU foi criada em 2001 pelo governo Fernando Henrique, com o nome de Corregedoria Geral da União. O presidente Lula sempre disse que om PT criou a CGU.
— Fomos aquele governo que mais estruturou os mecanismos de combate à corrupção, aos malfeitos. Além disso, tivemos uma relação muito respeitosa com o Ministério Público. Porque também escolhemos com absoluta isenção os procuradores. Fomos nós que criamos a Controladoria Geral da União. Criamos um Portal da Transparência — disse ela.
Ao falar de ministros afastados, Dilma lembrou que nem todos os acusados foram condenados na Justiça, e ressaltou que muitos pediram demissão por pressão da família. Ela disse que só aceita as exigências dos partidos quando acredita nas pessoas, citando os casos de César Borges e Paulo Sérgio Passos, ex e atual ministro dos Transportes, indicados pelo PR:
— Nem todas as pessoas foram punidas pelo Judiciário e tiveram culpa comprovada, Muitos se afastaram por pressão da família. Os partidos podem fazer exigências, mas só aceito quando são pessoas íntegras, competentes, têm tradição na área e têm minha confiança.
Na questão da Saúde, Dilma reconheceu que há ainda muitos problemas a enfrentar.
— Não acho (que a situação da saúde é minimamente razoável). Porque o Brasil precisa de uma reforma federativa (...) Mas resolvemos o problema dos 50 milhões de brasileiros (que passaram a ter atendimento) e dos 14 mil médicos. Temos de melhorar a Saúde, não tenho dúvida — disse Dilma, acrescentando:
— Ainda temos muitos problemas e desafios a enfrentar na Saúde. Enfrentamos um dos mais graves que há na Saúde. Porque na Saúde se precisa ter médicos. A população sempre reclamou da falta de médicos. Tivemos uma atitude muito corajosa (...) Chamamos médicos cubanos, e conseguimos chegar a 14462 médicos. E 50 milhões de brasileiros não tinham tratamento médico.
Dilma também foi enfática ao defender a política econômica.
— Primeiro, enfrentamos a crise, pela primeira vez no Brasil, não desempregando, não arrochando os salários, não aumentando tributos. Pelo contrário, desoneramos, reduzimos a incidência de tributos sobre a cesta básica. Enfrentamos a crise também sem demitir. E qual era o padrão anterior? — disse Dilma, mostrando irritação com números negativos apontados pelos entrevistadores:
— Não sei dá onde são os seus dados. Mas temos uma melhoria prevista no segundo semestre. Tem uma coisa em economia que são os índices antecedentes e os índices que evidenciam como está a situação atual. Todos esses índices indicam uma recuperação no segundo semestre vis-à-vis o primeiro semestre. Se não olhar para o retrovisor e o que está acontecendo hoje, ela está e zero por cento. Estamos superando a dificuldade de superar uma crise sem demitir, sem reduzir a renda
Ao final, Dilma pediu que todos acreditem no Brasil e não sejam pessimistas, acusação que sempre faz à oposição.
— Fui eleita para dar continuidade ao governo Lula. Ao mesmo tempo, preparamos o Brasil para um novo ciclo de crescimento: moderno, mais produtivo, mais competitivo. Criamos as condições para o Brasil dar um salto. Queremos continuar a ser um país de classe média, cada vez maior a participação da classe média, mais oportunidade para todos. Eu acredito no Brasil. Mais do que nunca, todos nós precisamos acreditar no Brasil e diminuir o pessimismo. E peço votos dos telespectadores — encerrou a presidente.
terça-feira, 4 de junho de 2013
PRESIDENTE DILMA destaca empenho de WILMA para conquistas de obras para RN
A ex-governadora
Wilma de Faria e seu empenho para a concretização de investimentos
estruturantes para o Rio Grande do Norte, como o Aeroporto de São Gonçalo do
Amarante e Barragem de Oiticica (que teve ordem de serviço assinada nesta
segunda-feira, 03), mereceram reverência por parte da presidente do Brasil,
Dilma Rousseff, em solenidade em Natal na Escola de Governo, no Centro
Administrativo – prédio, inclusive, construído pela então gestora estadual.
“Lembro-me
quando ainda era ministra da Casa Civil e Wilma de Faria brigava por todas as
coisas que estão sendo realizadas agora”, recordou Dilma na primeira das três vezes que
mencionou o nome da ex-governadora. Em outro momento disse ainda que queria dar continuidade à construção de um Rio Grande do
Norte realmente grande, o que começou na gestão da ex-governadora Wilma.
Destaque este que
também foi enfatizado pelo presidente da Câmara Federal, deputado Henrique
Alves, que usou o termo “fazer justiça” às lideranças que tanto se empenharam
para trazer conquistas para o estado, citando Wilma e o também ex-governador
Iberê Ferreira.
Informações da Assessoria de Comunicação
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
POLÍTICA: Os candidatos que pediram socorro a Dilma Rousseff naufragaram nas urnas
Dilma Rousseff resolveu estrear como articuladora política e cabo eleitoral na temporada de caça ao voto de 2012. Para impedir a reeleição do prefeito Márcio Lacerda ─ e, por tabela, desmontar o projeto presidencial de Aécio Neves, a chefe de governo articulou a candidatura de Patrus Ananias em Belo Horizonte. De olho na capital mineira, foi para Porto Alegre votar em Adão Villaverde. Os dois companheiros do PT afundaram já no primeiro turno.
Animada com os fiascos na cidade onde nasceu e no seu domicílio eleitoral, Dilma decidiu animar comícios em Salvador, Campinas e Manaus. Nos três palanques, como fizera em Belo Horizonte, avisou que seria generosa apenas com municípios administrados por gente do seu time. Neste domingo, os companheiros Nelson Pelegrino, Márcio Pochmann e Vanessa Graziotin foram goleados pelos adversários.
Convidada a comemorar a vitória de Fernando Haddad na disputa pela prefeitura de São Paulo, é compreensível que não tenha conseguido disfarçar o sorriso amarelo de quem corta o bolo em festa de aniversário dos outros. Haddad é coisa de Lula. Que, para eleger o afilhado, transformou Marta Suplicy em coisa de Dilma.
Por Augusto Nunes - VEJA
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Animada com os fiascos na cidade onde nasceu e no seu domicílio eleitoral, Dilma decidiu animar comícios em Salvador, Campinas e Manaus. Nos três palanques, como fizera em Belo Horizonte, avisou que seria generosa apenas com municípios administrados por gente do seu time. Neste domingo, os companheiros Nelson Pelegrino, Márcio Pochmann e Vanessa Graziotin foram goleados pelos adversários.
Convidada a comemorar a vitória de Fernando Haddad na disputa pela prefeitura de São Paulo, é compreensível que não tenha conseguido disfarçar o sorriso amarelo de quem corta o bolo em festa de aniversário dos outros. Haddad é coisa de Lula. Que, para eleger o afilhado, transformou Marta Suplicy em coisa de Dilma.
Por Augusto Nunes - VEJA
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