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sábado, 29 de abril de 2017

JUSTIÇA SUSPENDE NOMEAÇÕES DE PARENTES DE PREFEITO E VEREADORES DE APODI

O juiz Eduardo Neri Negreiros, da comarca de Apodi/RN, concedeu medida liminar para suspender a nomeação de parentes de gestores públicos do Poder Executivo Municipal de Apodi. Entre os beneficiados está Maria Goreti da Silveira Pinto, mãe do prefeito Alan Jefferson da Silveira Pinto, para o cargo de Secretária Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social.
O magistrado também suspendeu a eficácia do ato que nomeou Wellington Carlos Gama, sobrinho do vereador Francisco Antônio Gama, para o cargo de Secretário Municipal de Urbanismo e Transporte; bem como o ato que nomeou Dagmar Suassuna da Silva, mãe do vereador Antônio Ângelo de Souza Suassuna, para o cargo de Secretária Municipal da Mulher e da Igualdade Racial.
O cumprimento da decisão deverá ser comprovado nos autos no prazo de cinco dias a contar da intimação e para o caso de descumprimento da medida, foi fixada multa pecuniária pessoal ao prefeito Alan Silveira no importe de R$ 5 mil, sem prejuízo das demais sanções cabíveis (penais, civis e administrativas).
O caso
A manifestação da Justiça se deu atendendo Ação Popular proposta por quatro cidadãos apodienses contra o Município de Apodi e Alan Jefferson da Silveira Pinto, na qual buscam a imediata suspensão da eficácia de três Portarias por alegada violação à Súmula Vinculante nº 13 do STF e às disposições da Lei Municipal nº 1.072/2016.
Na ação, os autores alegaram que Alan Jefferson, na condição de prefeito do Município de Apodi, no dia 3 de janeiro de 2017, publicou três portarias nas quais nomeia parentes seus e de vereadores para ocupar cargos de secretários municipais.
Segundo os autores, tais atos são ilegais, vez que as pessoas nomeadas têm grau de parentesco com autoridades municipais, o que configuraria nepotismo, prática vedada pela Sumula Vinculante nº 13 do STF e pela Lei Municipal nº 1.072/2016.
Decisão
Ao analisar o caso, o juiz Eduardo Neri Negreiros considerou que ficou evidenciado o direito invocado na medida em que as pessoas nomeadas por meio das três Portarias possuem vínculo de parentesco até terceiro grau com o próprio prefeito e com dois vereadores do município, conforme devidamente comprovado por meio dos documentos juntados aos autos. Ele esclareceu que as portarias de nomeação e os documentos pessoais juntados aos autos atestam as nomeações.
Além do mais, o julgador ressaltou que a ação não está fundada unicamente na Súmula Vinculante nº 13 do STF – que excetua o nepotismo no caso de nomeação de agentes políticos –, mas também na vedação imposta pela Lei Municipal nº 1.072/2016, que, ao regular a questão do nepotismo no âmbito local, estabeleceu, dentre outras providências, que a nomeação de pessoas com vínculo de parentesco com autoridades municipais, como é o caso de prefeito e vereador, estaria expressamente proibida no âmbito dos Poderes Legislativo e Executivo da esfera municipal.
“Não resta dúvida, pois, que a legislação municipal veda de forma geral a nomeação, ainda que em caráter temporário, de parentes até terceiro grau das autoridades municipais dos poderes executivo e legislativo, ficando excetuada, obviamente, aquela em caráter efetivo, mediante aprovação em concurso público”, comentou o juiz Eduardo Neri.
O magistrado explicou que a vedação ao nepotismo tem por objetivo cumprir os princípios constitucionais da isonomia, impessoalidade e moralidade na Administração Pública, razão pela qual nem sequer se exige a edição de lei formal nesse sentido, o que não afasta, no seu sentir, a competência legislativa suplementar dos municípios.
“Dessa maneira, as nomeações para cargos políticos de Secretários Municipais em discussão nestes autos (mãe do prefeito, mãe de um vereador e sobrinho de outro vereador) configuram nepotismo, sendo prática vedada no âmbito dos poderes executivo e legislativo do município de Apodi, nos termos do art. 1º, §§ 1º e 2º, da Lei Municipal nº 1.072/2016”, finalizou o julgador.
*O Mossoroense

sábado, 18 de fevereiro de 2017

CHOVE quase 200mm na região de Apodi/RN durante à noite

Chuva durante quase toda noite, na região de Apodi RN, de quase 200 milímetros, faz com que uma grande enchente que passa no açude de boboso "tore" mais uma vez a Ponte do sítio barra, ponte que dar acesso a cidade. Que por enquanto tá intransitável.

Fonte:Genealogia Valentim-Facebook

terça-feira, 7 de abril de 2015

APODI/RN: Projeto exemplo de ampliação do presídio foi destaque no Jornal Nacional

O diretor do presídio de Apodi, jornalista Márcio Morais, colhe os frutos de seu trabalho.

O projeto de construção de uma cadeia a partir de doações da comunidade e com mão de obra carcerária, foi destaque no Jornal Nacional de ontem (6), da Rede Globo.

O novo espaço, construído pelos presos, quatro vezes maior que o anterior onde os detentos dividiam colchões e redes, conta agora com beliches, com camas individuais.

O presídio anterior, com capacidade para 15 pessoas, abrigada 46.
A cadeia foi construída em 8 meses, sem repasses do poder público.
Foram parceiros do projeto do diretor do presídio, a Justiça, o Ministério Público, empresas e uma organização não-governamental. 
A obra custou R$ 150 mil, dos quais R$ 110 mil foram oriundos de pagamentos de pensões pecuniárias à Comarca de Apodi, que repassou ao projeto.
O projeto arquitetônico foi doado pelo Ministério Público e os empresários doaram material de construção.
*Adaptado de Thaisa Galvão

domingo, 5 de abril de 2015

APODI/RN: 2ª Companhia de Polícia Militar realizou "Páscoa Solidária" para crianças carentes

Na manhã deste domingo (05), representantes da 2ª Companhia de Polícia Militar de Apodi, sob o comando do Capitão Marcos Carvalho realizaram a segunda edição da Páscoa Solidária no bairro Baixa do Caic.

Idealizado pelo próprio Capitão Carvalho, no ano passado distribuiu diversas lancheiras para as crianças carentes daquele bairro, o evento na manhã de hoje contou com um vasto café da manhã e logo em seguida fizeram a entrega dos ovos de páscoa.

Por: Jânio Duarte
Fotos: Leylla Carla

sábado, 8 de março de 2014

APODI/RN: Promotor propõe carne de jumento na alimentação de presos do RN

Carne de jumento no cardápio dos detentos do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte. É o que propõe o promotor Sílvio Ricardo Brito, da 2ª Promotoria de Apodi, cidade do Oeste do estado, para dar uma destinação aos cerca de 600 animais apreendidos nas estradas federais que passam pela região. A proposta será pauta de um almoço marcado para a próxima quinta-feira (13), oportunidade na qual autoridades convidadas experimentarão pratos com carne de jumento. "Vão comer e saber que é uma alimentação saudável", diz o promotor.

Sílvio Brito explicou que a ideia surgiu após reuniões com professores do curso de Veterinária da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa). "Chegamos à conclusão que uma das soluções para a questão dos animais apreendidos é estimular o consumo da carne de jumento. Os veterinários atestaram que o alimento é próprio para o consumo humano. Não é consumido por uma questão cultural. Queremos quebrar essa barreira", conta.

A ideia de inserir a carne no cardápio do sistema penitenciário será colocada após o primeiro momento de degustação. "Dependendo da receptividade quem sabe depois podemos expandir para a merenda escolar e nos hospitais", propõe Brito. Estão convidados para o almoço prefeitos, vereadores, promotores, juízes, representantes da comunidade e diretores de unidades prisionais de Caicó, na região Seridó, além de Pau dos Ferros, Mossoró e Apodi, na região Oeste.

Via G1/RN-Felipe Gibson

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CARNAVAL 2014: A Cidade de APODI/RN tem carnaval ameaçado de não acontecer por falta de Policiais e viaturas

O promotor de Justiça Silvio Brito e o comandante da Polícia Militar Honorato Carvalho, de Apodi, se reuniram na manhã desta segunda-feira, 24, para buscar uma solução para a falta de policiais para garantir a segurança nos cinco dias de Carnaval.

Silvio Brito disse que as viaturas estão quebradas e tem em média apenas 7 policiais para fazer o trabalho de segurança ostensiva nas cidades de Apodi, Felipe Guerra, Severiano Melo, Rodolfo Fernandes e Itaú (cerca de 50 mil habitantes).

Ainda conforme o promotor, durante o carnaval deste ano estão sendo esperado mais de 50 mil pessoas por dia em Apodi. "Precisamos que seja feita fiscalização nas rodovias e um trabalho de segurança ostensivo forte dentro da cidade", destaca o promotor.

O promotor e o comandante vão conversar agora com o prefeito Flaviano Monteiro, para que seja adotadas algumas providências. "Não descarto a possibilidade, inclusive, de pedir o cancelamento da festa por falta de segurança", disse o promotor.

Para os próximos dias, o promotor se prepara para expedir recomendações ao comando geral destinar mais policiais militares para a cidade de Apodi, uma das únicas cidades da região que terá carnaval, ou seja, terá um grande número de foliões.

Barriguda News/Cezar Alves Portal DeFato

terça-feira, 12 de novembro de 2013

APODI/RN: Francisco Marcílio, suspeito de matar Mariana se apresenta e diz que só fala em juízo


O principal suspeito de matar a estudante Júlia Marina Torres de Oliveira, de 17 anos, na noite de domingo, 10, no Centro de Apodi, o gesseiro Francisco Marcílio da Costa Lima, de 18 anos, se apresentou na companhia de advogados a Policia Civil e disse que só ia falar sobre o caso na presença de um juiz de direito e de um promotor de Justiça.

O caso está sendo investigado pelo delegado Renato Oliveira, que disse não ter mais dúvidas de que Francisco Marcílio teria efetuado os 5 disparos que tiraram a vida da estudante Júlia Mariana. Ainda conforme o delegado, este foi o cenário desenhado pelas testemunhas ouvidas no inquérito policial que apura o crime que chocou a sociedade de Apodi.

Com base nas informações das testemunhas, a Polícia Civil divulgou a foto de Francisco Marcílio como principal suspeito do crime.

 Após apresentação ao delegado Renato Oliveira e assumir o compromisso de comparecer perante a Justiça Estadual, Francisco Marcílio, que havia se separado da vítima havia 20 dias, foi liberado. O delegado Renato Oliveira, no entanto, não descartou a possiblidade de pedir a prisão preventiva do suspeito na conclusão das investigações.

O delegado Renato Oliveira acredita que o suspeito só se apresentou por que sabia que ia terminar preso por força de um mandato de prisão preventiva expedito pela Justiça.

Com informações do Guardião da Chapada/Jornal de Fato
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