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terça-feira, 29 de setembro de 2015

CASSAÇÃO DO PREFEITO NEI !!!

ALEXANDRIA/RN - O Presidente da Câmara de Vereadores, Raimundinho Ferreira solicita através de requerimento, na sessão da Câmara nesse exato momento, a instalação de uma comissão para apurar irregularidades, apontadas por ele, na atual administração culminando com aplicação da pena  de cassação do mandato do Prefeito Nei Moacir.  Vereadores se pronunciam: SUÊ: NãoMAZINHO: Sim; MAURICY: SimALLAN: SimCÍCERO BERNARDINO: SimJUNIOR ABRANTES: SimDIASSIS EUFLAUZINO: Sim; Suplente GERMANO JUNIOR: Sim.

Requerimento aprovado, o Vereador Gil Fábio suspende a sessão para formação da comissão parlamentar de inquérito (CPI) que irá apurar a série de denuncias apresentadas pelo Vereador Raimundinho.  Em breve mais detalhes...

Nota: O Vereador Suê justificou seu voto  dizendo que solicitava  uma prestação de contas da prefeitura relativa aos anos de 2013 e 2014 para depois se posicionar.

domingo, 1 de setembro de 2013

ASSEMBLÉIA RECEBERÁ pedido de IMPEACHMENT para a Governadora do RN

Não adianta mais fingir que está tudo bem. Nessa próxima terça-feira (3) o Sindicato dos professores vai apresentar o pedido de impeachment da governadora do Rio Grande do Norte, a médica Rosalba Ciarlini, do DEM.
Não satisfeito com a greve, o sindicato deliberou formalizar o pedido de afastamento da gestora do Rio Grande do Norte, que desde o inicio da gestão, travou uma guerra com o SINTE e demais seguimentos de servidores públicos.
Esse ato vai consagrar o pior momento político vivenciado pela gestora nesses últimos 3 anos. Após perder o seu principal aliado governista, o PMDB, Rosalba está prestes a enfrentar o seu pedido de afastamento na Assembléia.
Os professores já contam com a atenção dos deputados: Fernando Mineiro (PT), Gesane Marinho (PSD), Larissa Rosado (PSB), José Dias (PSD), Márcia Maia (PSB), Nelter Queiroz (PMDB) e Walter Alves (PMDB), que podem sim, votar favorável a formalização do ato e entrar em ressonância com os educadores estaduais.
Barriguda News-Via No Minuto.com/Leonardo Sousa

sábado, 29 de setembro de 2012

A HISTÓRIA PASSADA A LIMPO : IMPEACHMENT DE COLLOR

Estudantes de hoje não devem lembrar que em 1992, quando muitos eram praticamente bebês, o país passou por um período conturbado, mas que entrou para a história da política mundial: o impeachment do presidente Fernando Collor de Mello.

Em setembro de 1992, estudantes e universitários, vestidos e pintados com as cores da bandeira, foram para as ruas protestar e pedir o impeachment (afastamento da presidência) de Collor. Eles ficaram conhecidos como "geração cara-pintada".

Collor havia entrado na disputa pela presidência conhecido como o "caçador de marajás", devido ao seu trabalho para extinguir a corrupção de funcionários públicos em Alagoas, Estado que governou no final da década de 80.

Empossado, prometeu derrubar a inflação com um golpe, mas seu plano econômico fracassou. Foi em nome do controle inflacionário que a então ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello, confiscou as poupanças dos brasileiros. Forçado a rever sua política, o presidente estendeu a mão para um frustrado entendimento nacional. Isolado, chamou para o ministério nomes do regime militar.

Sua gestão foi marcada por uma série de escândalos e suspeitas de corrupção. As denúncias ganharam força em abril de 1992, quando Pedro Collor, irmão do presidente, revelou a existência do "esquema PC", de tráfico de influência e irregularidades financeiras, organizado por Paulo César Faria, ex-tesoureiro da campanha.

Pressionada pelas manifestações públicas, a Câmara autorizou a abertura do processo de impeachment por 441 votos a 38. Houve uma abstenção e 23 ausências. Em 2 de outubro, Collor foi afastado temporariamente da presidência.

Collor renunciou ao cargo de presidente em 29 de dezembro de 1992, pouco antes de ser condenado pelo Senado por crime de responsabilidade. Em seu lugar assumiu o então vice-presidente, Itamar Franco.

O impeachment interrompeu o primeiro governo eleito diretamente após 29 anos e marcou ainda o cenário político mundial, já que Collor foi o primeiro presidente na América Latina a ser destituído do cargo por este processo. Ele teve ainda seus direitos políticos cassados, tornando-se inelegível por oito anos.

Fonte: UOL
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