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terça-feira, 3 de abril de 2012

Governo aumentará IPI para bebidas

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse nesta terça-feira que o governo aumentará o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no segmento de bebidas frias, como cervejas e refrigerantes. "Haverá reajuste do IPI e outras medidas complementares. Os detalhes serão divulgados na quarta-feira pela Receita Federal, quando serão publicadas todas as medidas", limitou-se a dizer.
Segundo o secretário, trata-se de uma correção da tabela de preços de bebidas, que é feita todos os anos. Mesmo assim, ele admitiu que as desonerações anunciadas dentro do Plano Brasil Maior devem ser compensadas para que não haja comprometimento do cumprimento pelo governo do superávit primário. Essa compensação será feita, de acordo com Barbosa, com o aumento da arrecadação e a elevação de tributos.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia afirmado que haveria elevação dos impostos de bebidas e fumo. No caso de cigarros, o secretário explicou que a medida já foi anunciada no final do ano passado e que as correções entram em vigor neste mês.

Fonte: O Estadão

domingo, 25 de março de 2012

Linha branca terá IPI reduzido prorrogado

A equipe econômica vai prorrogar por mais três meses a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para artigos da chamada linha branca (geladeiras, tanquinhos, máquinas de lavar e fogões). O benefício, que foi anunciado em dezembro, cortou, por exemplo, o IPI da geladeira de 15% para 5% e o do fogão de 4% para zero.

Ele terminaria no próximo dia 31. A avaliação é que a medida ajudou a aumentar o emprego e a incentivar o consumo. Os técnicos também estudam reduzir o IPI para outros bens de consumo e de capital, bem como o PIS/Cofins para mais alimentos.

Ainda para estimular o consumo, o governo poderá fazer nova redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o crédito, hoje com alíquota de 2,5%. Ele pode recuar a 2% ou mesmo 1,5%.

Outra arma do governo para turbinar a economia e elevar a competitividade da indústria é ampliar a desoneração da folha de pagamento. Além de reduzir o custo das empresas com encargos trabalhistas, daria alívio importante para o exportador.

A desoneração implica eliminar a cobrança de uma contribuição previdenciária de 20% sobre a folha em troca de um percentual de 1,5% a 2,5% sobre o faturamento. Mas, para os exportadores, o faturamento sobre essa receita não é tributado. Ou seja, se uma empresa vender tudo o que produz no mercado externo, simplesmente não pagará nada sobre a folha, nem sobre o faturamento.

Fonte: No minuto.com
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