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domingo, 28 de abril de 2019

DIABETES MELLITUS


Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação do açúcar, glicose, no sangue devida à alteração na produção ou na ação do hormônio insulina que é produzido no pâncreas e cuja função é promover a entrada da glicose nas células do organismo para ser utilizada como fonte de energia. 

Várias são as condições que levam ao diabetes, porém a maioria dos casos está entre os dois tipos principais: Tipo 1 e Tipo 2. 

No Tipo 1, 5 a 10% dos casos, há uma autoagreção dos anticorpos às células do pâncreas que produzem insulina, costuma acometer crianças e adultos jovens, de início rápido e cursa com sede, fome excessiva, diurese frequente, perda de peso e fraqueza, podendo evoluir para desidratação severa e coma.

No Tipo 2, 90% dos casos, a insulina é produzida em níveis normais, porém há um defeito de ação, caracterizando um quadro de resistência insulínica, costuma acometer a faixa etária acima dos 50 anos, de início mais lento, com muitos dos sintomas do tipo 1, mas que levam mais tempo para se apresentarem e geralmente tá associada ao aumento de peso e obesidade. 

Outro tipo importante de diabetes é o Diabetes Gestacional que trata-se de uma residência insulínica e que não costuma persistir após o parto.

Importante tratar sedentarismo, tabagismo, hipertensão , obesidade, triglicérides elevados que são comorbidades que influenciam no prognóstico do diabetes. 

O exame de glicemia de jejum é o primeiro passo pro diagnóstico, mas a consulta com especialista, endocrinologista, é de suma importância e indispensável e somente ele pode solicitar exames específicos e tratamento mais indicado e lembre-se: NUNCA se automedique!!!

*Dr. Edinaldo Almeida – Cirurgião Plástico -

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

SAÚDE: Estratégia para controlar o diabetes; café reforçado e jantar leve

Pesquisa mostrou que esse padrão alimentar reduz o nível de glicose e aumenta o de insulina depois das refeições

Tomar um café da manhã reforçado e apostar num jantar leve pode ser uma estratégia simples para ajudar a controlar as taxas de açúcar no sangue. A revelação é de um pequeno estudo publicado na terça-feira no periódico Diabetologia, da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes.
Na pesquisa, cientistas dividiram dezoito pessoas com diabetes tipo 2, e idades entre 30 e 70 anos, em dois grupos. O grupo denominado B ingeriu 700 calorias no café da manhã e 200 no jantar. Já o grupo D fez o inverso: consumiu 200 calorias no desjejum e 700 no jantar. Todos os voluntários comeram a mesma quantidade de calorias no almoço, 600.
Os participantes seguiram as dietas por sete dias. Depois de duas semanas de intervalo, os testes foram repetidos, agora com os voluntários em grupos trocados.
Fonte: VEJA/Portal JH

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

SAÚDE: Triagem com níveis glicêmicos em hipertensos pode ser importante para a prevenção do diabetes mellitus, publicado pelo Preventing Chronic Disease

Muitos adultos norte-americanos têm várias doenças crônicas. A hipertensão arterial e o diabetes mellitus fazem parte das associações de doenças crônicas mais comuns. A prevalência de diabetes e pré-diabetes está aumentando e ambas as condições afetam negativamente a saúde cardiovascular. O diagnóstico e o tratamento precoces de diabetes e pré-diabetes pode beneficiar as pessoas com hipertensão arterial, prevenindo complicações cardiovasculares.

Foram analisados dados de 2011 do Minnesota Behavioral Risk Factor Surveillance System para descrever a proporção de adultos com hipertensão rastreados para o diabetes de acordo com as recomendações do US Preventive Services Task Force Recommendations para testes de glicose no sangue.

Dos adultos de Minnesota envolvidos no estudo e que auto-relataram hipertensão arterial, 19,6% tiveram o diagnóstico de diabetes e 10,7% tiveram o diagnóstico de pré-diabetes. Quase um terço dos adultos com hipertensão sem diabetes não tinham recebido a triagem de glicose no sangue nos últimos três anos. Fatores associados a maiores chances de não ser rastreado em modelos multivariados incluíram não estar na faixa etária entre 18 e 44 anos, não ser obeso, com efeitos mais fortes para os índices de massa corporais normais, não ter check-up nos últimos dois anos, ter hipertensão tratada com medicação e não ter diploma universitário. Excluir os respondentes com pré-diabetes ou aqueles que não recebiam um check-up não alterou os resultados da pesquisa.

As conclusões mostram que a falta de triagem e a incapacidade de compreender a importância da triagem com medição dos níveis glicêmicos entre os indivíduos com hipertensão arterial pode significar a perda de oportunidade para a detecção precoce, o manejo clínico e a prevenção de
diabetes mellitus.

Fonte: Preventing Chronic Disease, volume 11, de 26 de novembro de 2014
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