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sexta-feira, 10 de maio de 2019
quinta-feira, 9 de maio de 2019
POETA MANOEL CAVALCANTE EM ALEXANDRIA
ALEXANDRIA/RN - Hoje (09) a partir das 8:00h Alexandria recebe o Poeta Cordelista Manoel Cavalcante no Colégio Evolução e à tarde na Escola Waldemar Veras.
Cavalcante participará de um Sarau Literário, onde além de outras atividades discorrerá sobre sua trajetória literária.
É pauferrense, e desde a infância é um admirador da cultura nordestina em especial a literatura de cordel.
É membro da Academia de Trovadores do RN (Cadeira 17) e da União dos Cordelista do RN.
Cavalcante participará de um Sarau Literário, onde além de outras atividades discorrerá sobre sua trajetória literária.
É pauferrense, e desde a infância é um admirador da cultura nordestina em especial a literatura de cordel.
É membro da Academia de Trovadores do RN (Cadeira 17) e da União dos Cordelista do RN.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
CORDEL: Uma poesia em evidência
Segundo alguns historiadores, a literatura de cordel existe desde a
época dos conquistadores greco-romanos, saxões e fenícios, chegando a
Portugal e Espanha por volta do século XVI, sob a alcunha de "pliegos
sueltos" (folhas soltas) ou "volantes".
No Brasil, teria chegado junto com os portugueses e se disseminado a partir de Salvador, primeira capital do Brasil, sendo evidenciado a partir de 1750, mais com o uso da oralidade que mesmo da escrita.
Batizado de cordel, devido a forma como era exposto em cordões nas feiras-livres, esta expressão da poesia nunca esteve tão em evidência como de uma década para cá.
Antonio Francisco Teixeira de Melo (foto) é hoje a maior expressão do gênero no Rio Grande do Norte, tendo vendido ao longo dos últimos dez anos uma quantidade tão considerável de livros que nem mesmo sabe precisar: "Não faço nem ideia de quantos livros já vendi, mas só pra você ter uma ideia, a editora tem hoje cinco poetas adotados pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e eu sou um deles, pela quantidade de vendas que tenho", sentencia o poeta que descobriu cedo a poesia incrustada nos cordéis, porém, só em 2001 veio a publicar o seu primeiro livro.
Antonio atribui o sucesso atual do cordel aos novos escritores, à qualidade do que se tem produzido atualmente e as temáticas cada vez mais atrativas, além do fato de que existem bons poetas, segundo ele, escrevendo em todas as regiões do país.
Sobre o fato de concorrer com novas tecnologias, o cordelista é taxativo: "Quando o rádio surgiu, disseram que o cordel iria acabar, quando a TV surgiu, disseram que o cordel iria acabar, hoje o cordel está no rádio e na TV, e cada dia mais vivo".
Uma editora a serviço do cordel
Há 29 anos, Gustavo Luz criou o selo editorial Queima-Bucha. Inicialmente voltado para a publicação de revistas, livros e quadrinhos, na última década, o editor encontrou na literatura de cordel um nicho de mercado e passou a apostar no gênero desde então.
Apesar de estar em alta, Gustavo ressalta que mesmo com todo o sucesso houve um pequeno declínio na produção nos últimos meses, o que ele atribui a um excesso de autores.
"O cordel está na moda, tem muita gente escrevendo cordel, mas muito poucos escrevendo poesia", diz.
Aos que desejam publicar um cordel, ele explica que não é preciso muitos recursos: "Uma tiragem mínima de 300 exemplares de uma obra com oito páginas fica em torno de 200 reais".
Sobre o futuro do cordel, Gustavo prevê: "Há um mercado, os bons vão ficar."
Fonte: O Mossoroense
No Brasil, teria chegado junto com os portugueses e se disseminado a partir de Salvador, primeira capital do Brasil, sendo evidenciado a partir de 1750, mais com o uso da oralidade que mesmo da escrita.
Batizado de cordel, devido a forma como era exposto em cordões nas feiras-livres, esta expressão da poesia nunca esteve tão em evidência como de uma década para cá.
Antonio Francisco Teixeira de Melo (foto) é hoje a maior expressão do gênero no Rio Grande do Norte, tendo vendido ao longo dos últimos dez anos uma quantidade tão considerável de livros que nem mesmo sabe precisar: "Não faço nem ideia de quantos livros já vendi, mas só pra você ter uma ideia, a editora tem hoje cinco poetas adotados pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e eu sou um deles, pela quantidade de vendas que tenho", sentencia o poeta que descobriu cedo a poesia incrustada nos cordéis, porém, só em 2001 veio a publicar o seu primeiro livro.
Antonio atribui o sucesso atual do cordel aos novos escritores, à qualidade do que se tem produzido atualmente e as temáticas cada vez mais atrativas, além do fato de que existem bons poetas, segundo ele, escrevendo em todas as regiões do país.
Sobre o fato de concorrer com novas tecnologias, o cordelista é taxativo: "Quando o rádio surgiu, disseram que o cordel iria acabar, quando a TV surgiu, disseram que o cordel iria acabar, hoje o cordel está no rádio e na TV, e cada dia mais vivo".
Uma editora a serviço do cordel
Há 29 anos, Gustavo Luz criou o selo editorial Queima-Bucha. Inicialmente voltado para a publicação de revistas, livros e quadrinhos, na última década, o editor encontrou na literatura de cordel um nicho de mercado e passou a apostar no gênero desde então.
Apesar de estar em alta, Gustavo ressalta que mesmo com todo o sucesso houve um pequeno declínio na produção nos últimos meses, o que ele atribui a um excesso de autores.
"O cordel está na moda, tem muita gente escrevendo cordel, mas muito poucos escrevendo poesia", diz.
Aos que desejam publicar um cordel, ele explica que não é preciso muitos recursos: "Uma tiragem mínima de 300 exemplares de uma obra com oito páginas fica em torno de 200 reais".
Sobre o futuro do cordel, Gustavo prevê: "Há um mercado, os bons vão ficar."
Fonte: O Mossoroense
quinta-feira, 15 de maio de 2014
ALEXANDRIA/RN: LANÇAMENTO DO CORDEL
Aconteceu, hoje pela manhã, no auditório da Casa de Cultura de Alexandria o lançamento do Cordel de autoria do Dr. George Veras alusivo aos 80 anos da Escola Waldemar de Sousa Veras.
Na ocasião o autor Dr. George Veras apresentou o cordel para uma plateia formada por alunos, professores e diretores da instituição.
Na ocasião o autor Dr. George Veras apresentou o cordel para uma plateia formada por alunos, professores e diretores da instituição.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
LANÇAMENTO DO CORDEL EM HOMENAGEM À PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA
Hoje, dia 6, como parte da programação da festa da nossa padroeira, o
Instituto Zulmirinha Veras, através da Coleção Poeta Vicente
Lopes, estará lançando o cordel "Homenagem à Paróquia de Nossa Senhora
da Conceição".
De autoria da servidora pública e poetisa Alzira Carlos Fernandes, o
cordel apresenta uma síntese da história da paróquia, mesmo antes da sua
criação, a partir da criação do Apostolado da Oração, em 1919.
O lançamento ocorrerá logo após a novena, no largo da Matriz, e a distribuição do cordel será gratuita.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
VISITA DE POLÍTICO " A Verdade do Poeta"
Visita de político
(Guibson Medeiros)
Sujeitinho bem sabido
vai na casa do eleitor
vê o cidadão sofrido
sai prometendo favor
e o cabra todo iludido
vê o homem bem vestido
chama logo de doutor
Manda o sujeito entrar
derrepente tange o gato
chuta o cachorro pra lá
passa grude no retrato
manda o menino colar
a mulher vai se arrumar
pra receber o candidato
E o político conversador
puxa o cabra pra um abraço
fala que o povo tem valor
diz o que prometo faço
que trabalha por amor
come cuscuz com eleitor
e bota o menino no braço
O eleitor já de arrêgo
se enche de esperança
doido pra ter sossego
e alimentar a criança
e mostrando o aconchego
pede ao Doutor um emprego
e ele oferece uma herança
O eleitor agradece sem jeito
o político diz deixe disso
quando eu for prefeito
você sai desse cortiço
mas quando ele é eleito
Vai logo fazendo efeito
tomando chá de sumiço
O eleitor meio devagar
a casa cheia de cratera
e ele diz eu vou cobrar
meu voto aquele mizera
a secretária diz não tá
e nem manda o cabra ficar
lá na sala de espera
O eleitor fica na mão
e vai saindo descontente
chama cada palavrão
e se entope de aguardente
mas na próxima eleição
ele vai no seu portão
e você mostra logo o dente.
Do Blog: Qualquer semelhança com os dias atuais é mera coincidência...
(Guibson Medeiros)
Sujeitinho bem sabido
vai na casa do eleitor
vê o cidadão sofrido
sai prometendo favor
e o cabra todo iludido
vê o homem bem vestido
chama logo de doutor
Manda o sujeito entrar
derrepente tange o gato
chuta o cachorro pra lá
passa grude no retrato
manda o menino colar
a mulher vai se arrumar
pra receber o candidato
E o político conversador
puxa o cabra pra um abraço
fala que o povo tem valor
diz o que prometo faço
que trabalha por amor
come cuscuz com eleitor
e bota o menino no braço
O eleitor já de arrêgo
se enche de esperança
doido pra ter sossego
e alimentar a criança
e mostrando o aconchego
pede ao Doutor um emprego
e ele oferece uma herança
O eleitor agradece sem jeito
o político diz deixe disso
quando eu for prefeito
você sai desse cortiço
mas quando ele é eleito
Vai logo fazendo efeito
tomando chá de sumiço
O eleitor meio devagar
a casa cheia de cratera
e ele diz eu vou cobrar
meu voto aquele mizera
a secretária diz não tá
e nem manda o cabra ficar
lá na sala de espera
O eleitor fica na mão
e vai saindo descontente
chama cada palavrão
e se entope de aguardente
mas na próxima eleição
ele vai no seu portão
e você mostra logo o dente.
Do Blog: Qualquer semelhança com os dias atuais é mera coincidência...
Barriguda News
Via Cultura Nordestina
sábado, 7 de julho de 2012
CONCURSO DE LITERATURA de Cordel encerrará inscrições na segunda-feira
Estudantes e poetas têm até segunda-feira (9) para se inscreverem no VI
Prêmio Cosern Literatura de Cordel, na internet www.premiocordel.com.br, onde o candidato deve imprimir a ficha de inscrição e encaminhá-la à
rua Pastor Jerônimo Gueiros, 1400, CEP 59020-620, bairro Tirol, Natal,
endereçada a Prêmio Cosern de Literatura de Cordel.
O concurso é dividido em três categorias – Ensino Fundamental, Ensino Médio e Categoria Livre –, e componente da 8ª Feira do Livro de Mossoró, que será realizada de 8 a 18 de agosto, no Centro de Exposições e Eventos de Mossoró (Expocenter), ao invés da Estação das Artes Elizeu Ventania, como nos anos anteriores.
O prêmio distribuirá aos vencedores troféus e mais de 4 mil reais em prêmios e tem como tema este ano "O que é ser cidadão". Além da premiação, os três melhores trabalhos de cada categoria serão reunidos em um livro para distribuição em bibliotecas da rede pública de ensino do Rio Grande do Norte.
O vencedor será conhecido na abertura da Feira do Livro de Mossoró, em 8 de agosto. Segundo a organização, o Prêmio Cosern Literatura de Cordel extrapola o campo da poesia e da cultura popular, já que avança nos princípio de resgate da cidadania e de uma sociedade mais justa e comprometida com o presente e o futuro.
Além dos poetas cordelistas, enquadrados na categoria "livre", o concurso envolve a comunidade escolar norte-rio-grandense, formada por estudantes e professores do ensino fundamental e médio. Literatura de cordel, também conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos.
O concurso é dividido em três categorias – Ensino Fundamental, Ensino Médio e Categoria Livre –, e componente da 8ª Feira do Livro de Mossoró, que será realizada de 8 a 18 de agosto, no Centro de Exposições e Eventos de Mossoró (Expocenter), ao invés da Estação das Artes Elizeu Ventania, como nos anos anteriores.
O prêmio distribuirá aos vencedores troféus e mais de 4 mil reais em prêmios e tem como tema este ano "O que é ser cidadão". Além da premiação, os três melhores trabalhos de cada categoria serão reunidos em um livro para distribuição em bibliotecas da rede pública de ensino do Rio Grande do Norte.
O vencedor será conhecido na abertura da Feira do Livro de Mossoró, em 8 de agosto. Segundo a organização, o Prêmio Cosern Literatura de Cordel extrapola o campo da poesia e da cultura popular, já que avança nos princípio de resgate da cidadania e de uma sociedade mais justa e comprometida com o presente e o futuro.
Além dos poetas cordelistas, enquadrados na categoria "livre", o concurso envolve a comunidade escolar norte-rio-grandense, formada por estudantes e professores do ensino fundamental e médio. Literatura de cordel, também conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos.
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