Deputado que desafiou Joaquim Barbosa, ao levantar punho no plenário em
protesto às condenações na AP 470, é investigado por denúncia de que
teria omitido da sua prestação de contas à Justiça Eleitoral a
contratação de cabos eleitorais; PSDB também pretende entrar com
representação contra ele, por quebra de decoro parlamentar; Vargas diz
que saudou os colegas
Paraná 247 - O deputado
André Vargas (PT-PR), parlamentar que desafiou o presidente do STF em
protesto contra as condenações da AP 470, é alvo de inquérito por
suposto crime de caixa dois, sob risco de até cinco anos de prisão, além
de multa.
O deputado petista cerrou o punho na
sessão que marcou a abertura dos trabalhos legislativos, enquanto
estava sentado ao lado do presidente do STF, Joaquim Barbosa. O mesmo
gesto foi feito pelos petistas condenados na Ação Penal 470 quando se
entregaram à Polícia Federal em novembro. Em consequência do gesto, o
PSDB pretende entrar com representação contra ele, por quebra de decoro
parlamentar.
O processo contra Vargas foi aberto
no STF no final do ano passado para investigar denúncia de que ele teria
omitido da sua prestação de contas à Justiça Eleitoral a contratação de
cabos eleitorais.
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 20 de maio de 2013
BRASÍLIA: Presidente em exercício da Câmara diz que Joaquim Barbosa é “fator de crise entre os Poderes”
Brasília - O presidente em exercício da Câmara dos Deputados, André
Vargas (PT-PR), classificou como “lamentáveis” e “desairosas” as
declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim
Barbosa, a respeito dos partidos políticos brasileiros e da relação
entre os poderes Executivo e Judiciário.
Vargas criticou o presidente do Supremo que, segundo ele, tem
desrespeitado as instituições. “O que ele [Joaquim Barbosa] vem fazendo
ultimamente é apostar na crise entre os Poderes. Ele é o fator de crise.
Nós podemos dizer que hoje se há uma crise entre o Legislativo e o
Judiciário esse fator se chama Joaquim Barbosa que não pode se comportar
como tutor da sociedade e nem como censor do Congresso Nacional”,
disse.
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