Conheci Roberto Civita em
1973, quando o colosso em que VEJA se transformaria era apenas um
brilho no olhar do seu criador. Somadas as duas passagens pela Editora
Abril, tive o privilégio de trabalhar 18 anos sob o comando de RC, como
se identificou em milhares de bilhetes manuscritos.
Já descrevi
sucintamente o risonho, otimista e irredutível defensor da liberdade e
da democracia que o Brasil perdeu neste domingo. Junto-me à cerimônia do
adeus com um aceno de poucos parágrafos.