AGÊNCIA BRASIL
O preço médio do litro da gasolina comercializada em postos de
combustível de todo o país fechou esta semana a R$ 4,319. Essa foi a quarta alta semanal do produto, que acumula um aumento de preço de 3,5% em um mês, já que, na semana de 17 a 23 de fevereiro, o litro era vendido a R$ 4,172.
Os dados são do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo,
Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O óleo diesel, comercializado em
média a R$ 3,54 por litro, registrou nesta semana sua quinta alta consecutiva e acumulou, no período, aumento de preços de 2,8%.
O litro do etanol, que foi comercializado em média a R$ 2,969, também subiu pela quinta vez
consecutiva, acumulando alta de 8,2% no período de cinco semanas. Já o
preço do GNV (gás natural veicular) aumentou pela terceira semana,
fechando em média a R$ 3,169 o metro cúbico, uma alta de 1% no período.
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domingo, 24 de março de 2019
sexta-feira, 11 de julho de 2014
ECONOMIA: Confaz reajusta combustíveis no Rio Grande do Norte
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) definiu que os estados de Alagoas, Amazonas, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, São Paulo e Distrito Federal terão novos preços dos combustíveis.
No RN, o preço da gasolina será de 3,0310, o do diesel 2,4780, o GLP passa para 2,8900, o quilo, o AEHC será de 2,6560, o litro, o GNV de 1,9730, o metro cúbico, e o litro do óleo combustível passa a ser cobrado a 1,6687.
A informação foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 10, e os novos valores começam a valer a partir do dia 16 deste mês e serão utilizados como parâmetro para cobrança do consumidor final.
O órgão tem como objetivo promover o aperfeiçoamento do federalismo fiscal e a harmonização tributária entre os estados brasileiros. Para isso, as secretarias de Fazenda de todos os estados mantêm uma Comissão Técnica Permanente (Cotepe).
DO BLOG: Por aqui, os preços dos combustíveis já ultrapassam esses valores. Como ficarão então? Vamos conferir nas bombas a partir do dia 16.
sábado, 30 de novembro de 2013
PETROBRAS anuncia reajuste de preço da gasolina e do diesel NAS REFINARIAS
A Petrobras anunciou ontem (29) que os preços da gasolina e
do diesel serão reajustados a partir deste sábado (30) nas refinarias. O
reajuste será de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel, atendendo
aos princípios de uma nova política de preços a ser implementada pela empresa.
O último reajuste feito pela estatal ocorreu em março deste ano, quando o diesel subiu, em média, 5% nas refinarias. Em janeiro, a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%.
Reflexo para o consumidor
Na bomba, o repasse deve ficar muito próximo do anunciado pela Petrobras tanto para a gasolina quando para o diesel, segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro), João Alberto Gouveia. A expectativa, segundo ele, é que todos os postos elevem os preços até o fim da semana que vem, à medida que recebam combustível com o preço reajustado.
O diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, estima que nas bombas dos postos o preço da gasolina irá subir cerca de 3% e o do diesel por volta de 5%.
O último reajuste feito pela estatal ocorreu em março deste ano, quando o diesel subiu, em média, 5% nas refinarias. Em janeiro, a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%.
Reflexo para o consumidor
Na bomba, o repasse deve ficar muito próximo do anunciado pela Petrobras tanto para a gasolina quando para o diesel, segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro), João Alberto Gouveia. A expectativa, segundo ele, é que todos os postos elevem os preços até o fim da semana que vem, à medida que recebam combustível com o preço reajustado.
O diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, estima que nas bombas dos postos o preço da gasolina irá subir cerca de 3% e o do diesel por volta de 5%.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
PETROBRAS convence Dilma e combustível deve subir até 10%
A equipe econômica prometeu à direção da Petrobras definir, até o próximo mês, o percentual de reajuste de combustíveis reivindicado pela estatal e quando ele entrará em vigor.
Segundo a Folha apurou, a decisão de conceder o aumento já conta com o aval do Palácio do Planalto. Falta definir exatamente o percentual, que deve ser de 10% para a gasolina na refinaria, mesmo valor do reajuste de outubro de 2011. A expectativa é que comece a vigorar imediatamente e que não seja repassado integralmente ao consumidor.
A ala política do governo tem defendido, porém, um adiamento estratégico para depois das eleições municipais, diante do receio de impacto negativo para os candidatos da base aliada. O Planalto ficou de dar uma palavra final após a Rio+20.
A promessa do reajuste foi repassada à presidente da Petrobras, Graça Foster, antes da aprovação do plano de investimentos da estatal, de US$ 236,5 bilhões até 2016 --5,2% mais do que o anterior, que previa investimentos de US$ 224,7 bilhões entre 2011 e 2015.
Graça já havia avisado à presidente Dilma que o congelamento de preço dos combustíveis estava afetando a geração de caixa da empresa e comprometendo sua capacidade de investimentos.
O Conselho de Administração aprovou, na semana passada, um aumento pequeno nos investimentos. Ao elaborar o plano, a estatal embutiu nos cálculos reajuste de 15% nos combustíveis.
Técnicos não acreditam, porém, que o governo venha a autorizar um aumento dessa ordem no próximo mês. O percentual tido como mais realista é de 10%, que não deve ser repassado totalmente para os consumidores.
CIDE
Oficialmente, o governo não confirma a decisão de conceder o reajuste, cuja possibilidade foi admitida anteontem pelo ministro Edison Lobão (Minas e Energia) --o que teve impacto positivo na valor das ações da Petrobras.
Para evitar que o aumento seja repassado ao consumidor final, o governo pode se valer, novamente, da estratégia de reduzir o percentual da Cide (contribuição destinada a regular o preço dos combustíveis) que incide sobre o valor da gasolina e do diesel.
O espaço para essa manobra está cada vez menor. Hoje, para reajustar o preço da gasolina em 8% sem repassá-lo ao consumidor final, o governo teria de zerar a cobrança da Cide sobre o combustível. No caso do diesel, o reajuste máximo seria de 4%.
DA REDAÇÃO DO BARRIGUDA NEWS
* Fonte: UOL
Segundo a Folha apurou, a decisão de conceder o aumento já conta com o aval do Palácio do Planalto. Falta definir exatamente o percentual, que deve ser de 10% para a gasolina na refinaria, mesmo valor do reajuste de outubro de 2011. A expectativa é que comece a vigorar imediatamente e que não seja repassado integralmente ao consumidor.
A ala política do governo tem defendido, porém, um adiamento estratégico para depois das eleições municipais, diante do receio de impacto negativo para os candidatos da base aliada. O Planalto ficou de dar uma palavra final após a Rio+20.
A promessa do reajuste foi repassada à presidente da Petrobras, Graça Foster, antes da aprovação do plano de investimentos da estatal, de US$ 236,5 bilhões até 2016 --5,2% mais do que o anterior, que previa investimentos de US$ 224,7 bilhões entre 2011 e 2015.
Graça já havia avisado à presidente Dilma que o congelamento de preço dos combustíveis estava afetando a geração de caixa da empresa e comprometendo sua capacidade de investimentos.
O Conselho de Administração aprovou, na semana passada, um aumento pequeno nos investimentos. Ao elaborar o plano, a estatal embutiu nos cálculos reajuste de 15% nos combustíveis.
Técnicos não acreditam, porém, que o governo venha a autorizar um aumento dessa ordem no próximo mês. O percentual tido como mais realista é de 10%, que não deve ser repassado totalmente para os consumidores.
CIDE
Oficialmente, o governo não confirma a decisão de conceder o reajuste, cuja possibilidade foi admitida anteontem pelo ministro Edison Lobão (Minas e Energia) --o que teve impacto positivo na valor das ações da Petrobras.
Para evitar que o aumento seja repassado ao consumidor final, o governo pode se valer, novamente, da estratégia de reduzir o percentual da Cide (contribuição destinada a regular o preço dos combustíveis) que incide sobre o valor da gasolina e do diesel.
O espaço para essa manobra está cada vez menor. Hoje, para reajustar o preço da gasolina em 8% sem repassá-lo ao consumidor final, o governo teria de zerar a cobrança da Cide sobre o combustível. No caso do diesel, o reajuste máximo seria de 4%.
DA REDAÇÃO DO BARRIGUDA NEWS
* Fonte: UOL
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