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terça-feira, 28 de abril de 2020

RESERVATÓRIOS HÍDRICOS DO RN ATINGEM MAIOR VOLUME DE ARMAZENAMENTO DESDE 2012

BARRIGUDA NEWS/ G1 RN


Os reservatórios hídricos do Rio Grande do Norte atingiram a melhor marca de armazenamento desde 2012, segundo levantamento do Instituto de Gestão das Águas (Igarn), que acompanha a situação volumétrica dos reservatórios do estado.

Segundo o Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, atualizado nesta segunda-feira (27), os principais mananciais potiguares continuam recebendo grande aporte hídrico. As reservas hídricas superficiais totais do Estado já somam 2.008.669.228 m³, percentualmente, 45,89% da capacidade total de armazenamento das principais barragens estaduais que é de 4.376.444.842 m³.

  • Armando Ribeiro Gonçalves, em Assu - 1.163.336.253 m³ (49,02% cheio);
  • Umari, em Upanema - 230.362.564 m³ m³ (78,67% cheio);
  • Santa Cruz do Apodi, em Apodi - 213.173.540 m³ (35,55% cheio);
  • Mendubim, em Assu - 77.357.134 m³ (100% cheio);
  • Barragem Pau dos Ferros, em Pau dos Ferros - 16.535.048 m³ (30,15%% cheio).


Em março deste ano, o Rio Grande do Norte chegou a 30,56% de sua capacidade hídrica total, segundo o Instituto de Gestão das Águas (Igarn). De acordo com o relatório do divulgado pelo órgão, o volume de água somado dos 47 reservatórios do estado potiguar atingiu 1.337.632.792 m³.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

VACINAÇÃO: COMEÇOU A 2ª ETAPA DE VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA

 
O Rio Grande do Norte, sob a coordenação do Instituto de Defesa e Inspeção
Agropecuária do RN (IDIARN) e com a participação da EMATER e Secretarias
Municipais de Agricultura, segue na luta contra a FEBRE AFTOSA em busca de
um estado livre da doença.

A 2º Etapa começou em 1 de novembro e se estenderá até 30 de dezembro.
Esta prorrogação ocorreu devido a seca excessiva que atinge o Nordeste.

Ao vacinar os animais, os produtores não precisam se preocupar com os
efeitos da imunização, já que a vacina não provoca mortalidade ou aborto. O
que provoca, segundo os técnicos, é o manejo inadequado do rebanho agravado
pela fome e sede e o estresse provocado nos animais.

É de supra importância vacinar os animais e regularizar a Ficha Sanitária
Animal, “O produtor em dia com a vacina, está em dia com a saúde de seu
rebanho” salienta a Diretora Geral do IDIARN, Fabiana Lo Tierzo.

Jairo Pires Dantas
IDIARN


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