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quarta-feira, 8 de maio de 2019

ALERTA: VÍRUS DA GRIPE MATOU SEIS NO RN NESTE ANO. SESAP ORIENTA COMO PREVENIR

Do Portal No AR
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou nesta terça-feira (7), o mais recente boletim da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) do Rio Grande do Norte. Desde o início deste ano até a semana epidemiológica 17, encerrada em 27 de abril, foram notificados 108 casos de SRAG. Esse número foi inferior ao registrado no mesmo período de 2018, quando foram notificados 146 casos de SRAG. No RN, foram confirmados sete óbitos por vírus respiratório, dos quais seis foram confirmados para influenza e um para vírus sincicial respiratório, que causa infecções das vias respiratórias e pulmões em recém-nascidos e crianças pequenas.
Do total de notificações, 49 casos foram confirmados por meio de exame laboratorial. Desses, sete correspondem ao vírus sincicial respiratório e 42 à influenza, sendo 35 referentes à influenza A H1N1, três à influenza A, um à influenza A não subtipado e três a influenza A sazonal H3.
Dentre os casos notificados em 2019, a VII Região de Saúde (Grande Natal) apresentou o maior número de ocorrências, seguida pela II Região (Polo Mossoró) e IV Região (Polo Caicó).
A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar ao agravamento e ao óbito, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).
A Sesap reforça que para redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, especialmente as de grande infectividade, como vírus influenza, é importante que, além da vacinação, sejam adotadas medidas gerais de prevenção, como:
  • Frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento.
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal.
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir.
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar.
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
  • Manter os ambientes bem ventilados.
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza.
  • Orientar o afastamento temporário (trabalho, escola etc.) até 24 horas após cessar a febre.
  • Evitar sair de casa em período de transmissão da doença (até sete dias após o início dos sintomas).

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Vacinação prorrogada

Vacinação contra a gripe é prorrogada até 1º de junho

O Ministério da Saúde prorrogou a 14ª Campanha de Vacinação contra Gripe em uma semana, até o dia 1º de junho. A ampliação do prazo, que terminava nesta sexta-feira (25), possibilitará que um número maior de pessoas se vacine e se proteja da doença.

Até esta quinta-feira (24), 15,8 milhões de pessoas já tinham tomado a vacina, o que representa 52,46% do público-alvo, formado por pessoas com mais de 60 anos de idade, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois anos, gestantes e povos indígenas. A meta da campanha é imunizar 80% deste grupo prioritário, correspondente a 24,1 milhões de pessoas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alerta sobre importância da vacina, que é oferecida gratuitamente nos 34 mil postos de saúde de todo o país. Padilha lembra que ela é segura e protege contra os três vírus que mais circulam no Brasil. “Prorrogamos o prazo para que todas as pessoas que não tiveram tempo de ir aos postos de saúde possam se vacinar contra a gripe e estejam protegidas no inverno, período de maior circulação do vírus. A vacina é a melhor maneira de evitar a doença”, afirma Padilha.

O principal objetivo da campanha de vacinação é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações provocadas por infecções do vírus da gripe. Como resultado da imunização, em 2011, houve redução de 64,1% nas mortes por agravamento da gripe H1N1 – foram 53 óbitos, contra 148 no ano anterior. Já o número de casos graves notificados diminuiu 44% - de 9.383 para 5.230. No entanto, se não mantermos altas coberturas vacinais, esses números poderão voltar a se elevar neste ano.

BALANÇO DA CAMPANHA ATÉ HOJE
Fonte: Portal da Saúde
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