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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ALEXANDRIA/RN: "EU VENCI O CÂNCER", Comemora Dr. Nei

Dr. Nei, prefeito de Alexandria, socializou no seu facebook :

ACABOU, EU VENCI! Depois de descobrir que tinha um linfoma - Leucemia linfoide, fiz o tratamento de 8 sessões de quimioterapia em ciclos de 21 dias. 

Cada sessão o cansaço e o estresse das medicações tomavam conta de mim, mas sempre me mantive firme, pois já tinha entregue o tratamento ao meu Deus e hoje, na minha última sessão, vim aqui por meio do face agradecer primeiramente a Deus, à minha esposa esta grande mulher, pela sua dedicação sempre forte e confiante e sempre ao meu lado, controlando toda a minha medicação, aos meus filhos pelo amor e preocupação que me cercaram, à minha família em geral pelas mensagens de fé que me passavam, ao meu anjo de luz, Rejane, que foi a primeira que me alertou sobre um carocinho no pescoço e eu não me preocupava, sei que estava sempre presente, e a vocês,que choraram, rezaram, oraram, pediram, confiaram e acreditaram,OBRIGADO PELA FÉ, pelo carinho, que fizeram com que Deus me curasse. 

Estou muito emocionado, por isso que o meu amor e coragem só aumenta para lutar até onde Deus me permitir. Quero dizer também a todos aqueles que descobrem esta doença, não desista de você, porque Deus estará ao seu lado e todos que te amam, se eu venci, você também pode vencer! 

DO BLOG: Parabéns pela luta e vitória, que sejam inspiradoras para todos que estão passando pelo mesmo problema.

domingo, 16 de março de 2014

NEI MOACIR "EU ESTOU MUITO BEM, GRAÇAS A DEUS!"

Prefeito Nei Moacir posta no seu facebook: "E o domingo começa assim do jeito que eu gosto, atendendo meu povo em casa e me reunindo com meus amigos. Obrigado meu Deus por estar ao meu lado todos os dias, e para os que estão comentando sobre minha saúde, abençoe a cada um deles para que tenham a força e a saúde que eu tenho. Eu estou muito bem, graças a Deus."

Do blog: Muitas felicidades e saúde ao amigo Dr. Nei. Que Deus esteja sempre ao seu lado. É bom vê-lo assim, firme e forte na labuta diária.

Foto: reprodução facebook.

sábado, 8 de março de 2014

DIA INTERNACIONAL DA MULHER MENSAGEM DO PREFEITO DE ALEXANDRIA DR. NEI MOACIR ROSSATTO

08 de Março, DIA INTERNACIONAL DA MULHER!
Mulher!
Símbolo do amor,
Delicadeza, paciência
Compreensão e inteligência.
Aquela que fez o mundo melhor,
No silêncio de sua luta, cheia de energia.
Mulher!
Magia da criação
A quem Deus delegou a missão
De tornar este mundo mais feliz.
Mulher!
Tu és a felicidade que reina em nós.
Parabéns pelo teu dia!
Mulher, Mãe, Filha!
Mulher brasileira
Mulher Alexandriense!
Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia, aqui deixo também os meus parabéns e admiração a minha esposa e a minha inesquecível e eterna cunhada Rejane.

sexta-feira, 7 de março de 2014

ALEXANDRIA/RN: PREFEITO NEI MOACIR É SUBMETIDO A PEQUENA CIRURGIA

Via Marcos Almeida/Novoclique

Fomos informados que o prefeito municipal de Alexandria, Nei Rossato submeteu-se ontem, 06/03, em Natal, a um pequeno procedimento cirúrgico.

Recentes exames realizados foram-se detectado nódulos.

Seu filho, Nei Júnior também nos informou que feito o exame de biópsia no material, foi diagnosticado um linfoma.

A cirurgia de ontem, 06/03, foi para a implantação de um cateter e assim iniciar-se o tratamento.

Sua esposa, Rossania Rossato, ontem postou a seguinte frase na sua página no face:

“Cirurgia de Nei bem sucedida, quero agradecer a Deus e a você meu anjo eterno por tomarem conta da situação. Já em casa, está tudo bem”.

Nós fazemos votos de uma boa recuperação ao Dr. Nei, Prefeito Municipal de Alexandria/RN.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

MENSAGEM DE DR. NEI MOACIR E FAMÍLIA

Que este Natal seja mais do que uma festa, seja a celebração de um recomeço cheio de paz e amor entre os homens de boa vontade. Que o menino Jesus ilumine o novo ano com a esperança de dias melhores e momentos especiais em nossas vidas. Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo, são meus votos e de toda minha família! 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

ENTREVISTA DE DR. NEI

Por motivo superior não pudemos participar, juntamente com os demais companheiros dos outros blog de Alexandria, da entrevista coletiva do Prefeito  Dr. Nei Moacir Rosatto de Medeiros que aconteceu hoje às 10:00h na sede do Executivo Municipal.

Mas isso não nos impedirá de publicar o conteúdo da entrevista já que estamos entrando em contato com os participantes para que nos sejam passadas todas as informações.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

COLIGAÇÃO VITÓRIA DO POVO COMEMORA: DEU NEI DE NOVO

Acabou a expectativa. TSE é favorável ao registro da candidatura de Dr. Nei e nação 40 já comemora em Alexandria. Finalmente o disse me disse chegou ao fim.

Decisão Monocrática em 18/10/2012 - RESPE Nº 11259 MINISTRO ARNALDO VERSIANI     

RECURSO ESPECIAL ELEITORAL N° 112-59.2012.6.20.0041 - ALEXANDRIA - RIO GRANDE DO NORTE.

Recorrente: Coligação Pra Frente Alexandria.
Recorrido: Nei Moacir Rossatto de Medeiros

DECISÃO

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte deu provimento a recurso para deferir o pedido de registro de candidatura formulado por Nei Moacir Rossatto de Medeiros ao cargo de prefeito do Município de Alexandria/RN para as Eleições de 2012 (fls. 454-459).
Seguiu-se a interposição de recurso especial pela Coligação Pra Frente Alexandria, no qual alega ofensa ao art. 1º, inciso I, alínea g, da Lei Complementar nº 64/90 e ao art. 11, § 10, da Lei nº 9.504/97 (fls. 462-467).

Foram apresentadas contrarrazões (fls. 477-485).

A Procuradoria-Geral Eleitoral opinou pelo provimento do recurso especial (fls. 489-496).

Decido.

Extraio do acórdão regional a respectiva fundamentação
(fls. 456-459):

Inicialmente, cabe o registro - conforme ressaltado por ocasião de julgamentos anteriores - de que, segundo penso, o Tribunal de Contas do Estado não é órgão competente para a análise das contas prestadas pelo Chefe do Executivo, cujo julgamento cabe, exclusivamente, ao Poder Legislativo, na linha das decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal na Medida Cautelar n° 13991, de 08/08/2012 (Rel. Min. Gilmar Mendes), e na Reclamação n° 14155 (Rel. Min. Celso de Mello), de 20/08/2012.
No caso dos autos, conforme acima relatado, o Tribunal de Contas deste Estado, por meio dos Processos n° 8365/2002 e n° 17987/2002, julgou irregulares as contas do recorrente relativamente ao exercício de 2002, quando ocupava o cargo de Prefeito do Município de Alexandria.
Contra esses acórdãos, o recorrente obteve liminar antecipatória de tutela nos autos do Agravo de Instrumento
n° 2012.011610-4 (cuja cópia encontra-se anexada às
fls, 379/283), concedida pelo Desembargador Dilermando Mota em 03/08/2012 a fim de suspender os efeitos das decisões do Tribunal de Contas do Estado nos Processos n° 8365/2002, nº 17987/2002 e 9494/2004.
  Em que pese a liminar acima referida ter sido concedida após a protocolização do requerimento de registro de candidatura, importa registrar que tal circunstância, nos termos da jurisprudência atualmente firmada no âmbito do TSE, não mais constitui óbice ao afastamento da causa de inelegibilidade.

É que a Lei n° 12.034/2009 alterou a redação do art. 11, § 10, da Lei das Eleições, passando esta a prever que "as condições de elegibilidade e as causas de inelegibilidade devem ser aferidas no momento da formalização do pedido de registro da candidatura, ressalvadas as alterações fálicas ou jurídicas supervenientes ao registro", e a referida liminar representa exatamente, nos termos do que a lei definiu, a alteração jurídica superveniente.

O art. 1°, I, g, da LC n° 64/1990, alterada pela LC n° 135/2010, passou a considerar inelegíveis "os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário" (grifos acrescidos).
Acerca do novel entendimento firmado pela Corte Superior a respeito das liminares concedidas a fim de viabilizar os registros de candidatura, colaciono os seguintes precedentes:

"Embargos de declaração. Inelegibilidade. Rejeição de contas.

1. A atual orientação do Tribunal quanto à inelegibilidade do art. 1°, I, g, da Lei Complementar n° 64/90 não consubstancia invasão da função legiferante nem implica violação a direitos ou garantias assegurados na Constituição Federal.

2. A exigência de obtenção de tutela antecipada ou liminar suspendendo os efeitos da decisão de rejeição de conta - inclusive em relação àqueles candidatos que ajuizaram ação desconstitutiva antes da mudança jurisprudcncial no âmbito desta Corte - não acarreta ofensa à coisa julgada, direito adquirido ou segurança jurídica.

Embargos de declaração acolhidos apenas para prestar esclarecimentos, sem efeitos modificativos" (ED-AgR-Respe n° 32158 Ipatinga/SP; Rel. Min. Arnaldo Versiani; 18/12/2008). (grifos acrescidos)

"ELEIÇÕES 2008. Agravo regimental no recurso especial. Registro de candidatura ao cargo de vereador. Deferimento no TRE. Rejeição de contas pelo TCE, que considerou sanável o vício verificado. Possibilidade de a Justiça Eleitoral apurar a natureza das irregularidades constatadas pelo órgão administrativo. Descumprimento do § 1° do art. 29-A da Constituição Federal. Prática, em tese, de improbidade administrativa e crime de responsabilidade. Irregularidade de natureza insanável. Aplicação do art. 1°, I, g, da Lei Complementar n° 64/90. Ausência de liminar ou de tutela antecipada concedida nos autos de ação anulatóría. Registro de candidatura cassado. Precedentes. Agravo regimental a que se nega provimento.

1. A jurisprudência desta Corte consolidou entendimento no sentido de que a declaração de inelegibilidade prevista no art. 1°, I, g, da Lei Complementar n° 64/90 depende da presença simultânea de três fatores: a) contas rejeitadas por irregularidade insanável; b) decisão do órgão competente que rejeita as contas deve ser irrecorrível;

c) decisão de rejeição das contas não deve estar submetida ao crivo do Judiciário, mas, se estiver, é imperioso que os seus efeitos não tenham sido suspensos mediante a concessão de liminar ou de tutela antecipada.

2. Omissis;

3. Omissis;

4. Inexistente provimento jurisdicional que suspenda os efeitos da decisão do órgão que desaprovou as contas de então presidente da Câmara Municipal, deve ser indeferido o registro de sua candidatura" (AgR-Respe

n° 29194 -Maracaí/SP; Rel. Min. Joaquim Barbosa; 30/09/2008) (grifos acrescidos)

Mais recentemente, a Colenda Corte Superior teve oportunidade de ratificar o entendimento acima esposado, proferindo as seguintes decisões:

"AGRAVOS REGIMENTAIS. RECURSO ORDINÁRIO. REGISTRO DE CANDIDATURA. DEPUTADO ESTADUAL. INELEGIBILIDADE. LC N° 64/90, ART, 1°, I, D, G E J. ALTERAÇÃO. LC N° 135/2010. REJEIÇÃO DE CONTAS PÚBLICAS. TCU. RECURSO DE RECONSIDERAÇÃO. DECISÃO IRRECORRÍVEL. AUSÊNCIA. REJEIÇÃO DE CONTAS. TCM. PREFEITO. ÓRGÃO COMPETENTE. CÂMARA MUNICIPAL. CONDENAÇÃO. AIJE. INELEGIBILIDADE. INTEGRALMENTE CUMPRIDA. PRAZO DE OITO ANOS. INAPLICABILIDADE. CONDENAÇÃO. AIME. EFEITO SUSPENSIVO. LIMINAR. CONCESSÃO. REGISTRO. DEFERIMENTO. SOB CONDIÇÃO.

1. Omissis;

2. A despeito da ressalva final constante da nova redação do art. 1°, I, g, da LC n° 64/90, a competência para o julgamento das contas de prefeito, sejam relativas ao exercício financeiro, à função de ordenador de despesas ou a de gestor, é da Câmara Municipal, nos termos do art. 31 da Constituição Federal.

3. Cabe ao Tribunal de Contas apenas a emissão de parecer prévio, salvo quand se tratar de contas atinentes a convénios, pois, nesta hipótese, compete à Corte de' Contas decidir e não somente opinar.

4. Omissis;

5. Nos termos do art. 11, § 10, da Lei n° 9.504/97, inserido pela Lei n° 12.034/2009, a concessão da liminar, ainda que posterior ao pedido de registro, é capa/ de afastar a inelegibilidade decorrente da rejeição de contas no exercício de cargos públicos.

6. Omissis;
7. Omissis;
8. Omissis;
Agravos regimentais desprovidos" (AgR-RO n° 462727 - Fortaleza/CE; Rel. Min. Marcelo Ribeiro; DJE de 11/04/2011). (grifos acrescidos)
"Eleições 2010. Deferimento de registro de candidatura. Declaração de elegibilidade. Recurso ordinário. Parcelamento de multa eleitoral anterior ao pedido de registro. Possível a obtenção de quitação eleitoral nos termos da jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral e do inc. I do § 8° do art. 11 da Lei n. 9.504/97, incluído pela Lei n. 12.034/2009. Rejeição de contas no exercício do mandato de prefeito. Art. 1°, inc. I, g, da Lei Complementar n. 64/90, alterado pela Lei Complementar n. 135/2010. Decisões judiciais proferidas em ações de competência da Justiça comum para suspender a inelegibilidade imputada ao Recorrido. Obtenção válida de liminar posterior à formalização do pedido de registro. As causas de inelegibilidade devem ser aferidas no momento da formalização do pedido de registro da candidatura, ressalvadas as alterações jurídicas supervenientes ao registro que afastem a inelegibilidade. Art 11, § 10, da Lei n. 9.504/97, incluído pela Lei n. 12.034/2009. Correta a aplicação da norma para as eleições deste ano. Recurso ao qual se nega provimento" (RO
n° 64872 - Palmas/TO; Rel. Min. Carmem Lúcia; 09/11/2010) (grifos acrescidos).

Nas razões de seu voto, a Min. Carmem Lúcia enfatizou o quanto segue:

"Conforme enfatizou o acórdão recorrido, não compete à Justiça Eleitoral a análise quanto "ao acerto ou erro da decisão judicial proferida nos autos da Ação Cautelar Inominada n. 2010.0006.6185-4 em trâmite na 2a Vara da Fazenda e Registro Públicos de Palmas/TO, tampouco quanto à Ação Declaratória n. 2010,0003.3700-310, na Vara Cível de Pedro Afonso/TO. A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral consolida-se nesse mesmo sentido:

'Conforme atual jurisprudência da Casa, não cabe à Justiça Eleitoral examinar a idoneidade da acão desconstitutiva proposta contra a decisão de rejeição de contas. Nesse sentido, cito os seguintes precedentes:

Agravo regimental. Decisão. Provimento. Recurso especial. Deferimento. Registro. Candidato. Prefeito. Rejeição de contas. Ação desconstitutiva. Propositura. Momento anterior. Impugnação. Súmula TSE n° 1. Incidência. Inelegibilidade. Suspensão. Desnecessidade. Pedido. Tutela antecipada.

Não cabe à Justiça Eleitoral examinar a idoneidade da acão desconstitutiva proposta contra a decisão de rejeição de contas Precedentes: Ac. n. 22.384, de 18.9.2004, REspe n. 22.384, Rel. Ministro Gilmar Mendes; e Ac. n. 16.557, de 21.11.2000, EDclAgRgREspe n. 16.557, Rel. Mm. Nelson Jobim (Acórdãos n. 23.018, Rel. Caputo Bastos, de 11.10.2004)¿ (Respe n. 25393, Rel. Min. Caputo Bastos, DJ 19.10.2005);
1. Trata-se de ação popular (..) alegando, sinteticamente: a) irregularidades na aprovação de contas públicas da prefeitura pela Câmara de Vereadores; (..) d) aprovação das contas sem as formalidades nem os procedimentos legais previstos na Lei Orgânica do Município e no Regimento Interno da Câmara;

(...) É o relatório. Decido.
2. Não cabe ao TSE apreciar questões dessa natureza. A contenda versa sobre matéria de competência da Justiça comum. A competência da Justiça Eleitoral restringe-se à apreciação de questões relacionadas ao processo eleitoral1 (Pet n. 2614, Rel. Mm. Joaquim Barbosa, DJe 12.6.2009)".
Assim, em face da existência de decisão proferida pela Justiça Comum - a quem compete a apreciação da matéria - suspendendo os efeitos dos acórdãos proferidos pelo Tribunal de Contas nos processos n° 8365/2002 e n° 17987/2002, o afastamento da inelegibilidade prevista no art. 1°, I, g, da LC 64/1990 é medida impositiva.

O acórdão regional está em sintonia com a jurisprudência deste Tribunal, tanto no sentido de que a Câmara Municipal é o único órgão competente para julgar contas de prefeitos (v.g., Respe
nº 120-61.2012.6.17.0092, em que fui designado redator para o acórdão, julgado em 25.9.2012), quanto no de que se aplica a ressalva final do § 10 do art. 11 da Lei nº 9.504/97 para o afastamento das causas de inelegibilidade, não se podendo mais cogitar da aplicação da Súmula nº 1 do TSE.

E, no caso, conforme decidido pelo Tribunal de origem, o candidato obteve a suspensão da decisão que rejeitou as suas contas, nos próprios termos da alínea g do inciso I do art. 1º da LC nº 64/90, o que, sem dúvida, afasta a incidência da respectiva inelegibilidade.
Pelo exposto, nego seguimento ao recurso especial, nos termos do art. 36, § 6º, do Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral.

Publique-se em sessão.

Brasília, 18 de outubro de 2012.
Ministro Arnaldo Versiani
Relator
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