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quinta-feira, 1 de maio de 2014
domingo, 17 de março de 2013
JOANA D'ARC: Produtora rural de Acari dribla segurança presidencial e entrega carta a Dilma
A luta dos produtores rurais nordestinos
contra a política do Banco do Nordeste, ganhou uma representante
guerreira: a médica veterinária acariense Joana D’arc Pires.
No último dia 12, num evento no sertão
de Alagoas com a presença da presidente da República, ela pulou um
alambrado, furou a barreira de segurança de Dilma Rousseff e chegou
perto da presidente para lhe entregar uma carta de protesto.
“Presidenta, uma mulher nordestina quer
lhe falar”, era o título da carta, que denunciava à presidente “as
torturantes dívidas contraídas pelos produtores rurais junto ao Banco do
Nordeste, que há tempos perdeu a sua função social de fomentar o
desenvolvimento da nossa região e transformou-se num verdadeiro verdugo
dos sofridos produtores”.
Na carta, a acariense que junto à
família é produtora rural, falou da incapacidade da classe em honrar
compromissos junto ao banco, da ameaça de perder as terras, e da
consequência mais drástica por parte dos que acabam entrando em
depressão: o suicídio.Foi o que aconteceu…com o pai dela. A mãe, hoje
com 76 anos, teme perder a terra onde produz…e mora.
Darquinha foi a Alagoas com o marido
Diógenes, também veterinário, e com produtores rurais de Acari, Currais
Novos, Serra Negra e Caicó.
Foram mais de 20 horas de ônibus seguindo um cenário de seca de doer nos olhos e no coração.
Se a carta de Joana D’arc teve efeito ou não, o fato é que nesta quarta-feira Dilma anunciou que o Conselho Monetário Nacional vai avaliar o perdão da dívida de agricultores atingidos pela seca no Nordeste.
Barrigudanews via
Thaísa Galvão
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
DILMA ROUSSEF é a terceira mulher mais poderosa do mundo no ranking da revista Forbes
Brasília - A presidenta Dilma Rousseff foi apontada, pelo segundo ano
consecutivo, como a terceira mulher mais poderosa do mundo no ranking da revista
norte-americana Forbes, divulgado nesta quarta (22). Dilma fica atrás da
primeira-ministra alemã, Angela Merkel, e da secretária de Estado dos Estados
Unidos, Hillary Clinton.
A presidenta brasileira ilustra a capa da Forbes e é apresentada em longa reportagem como uma líder que valoriza o empreendedorismo e que tem apostado nessa ferramenta para melhorar índices econômicos e sociais do país em seus quase dois anos de mandato.
“Nenhum outro Bric [grupo de países emergentes que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul] equilibra riqueza e democracia generalizada tão bem. Metade da população do Brasil hoje ocupa a classe média”, diz o texto.
Na reportagem, a publicação traça uma trajetória da vida política de Dilma e relembra os anos em que a presidenta foi presa pela ditadura militar, de onde saiu mais “pragmática”, segundo os autores do texto.
A revista cita os elevados índices de popularidade da presidenta entre os brasileiros, mas aponta os desafios de Dilma, entre eles o risco de inflação e a corrupção, que já derrubou seis ministros de seu governo.
Além da presidenta, mais duas brasileiras estão no ranking das 100 mulheres mais poderosas do mundo: a presidenta da Petrobras, Graça Foster, que aparece na 20ª posição, e a modelo Gisele Bündchen, em 82° lugar.
Via Jornal de Fato - Foto Reprodução
A presidenta brasileira ilustra a capa da Forbes e é apresentada em longa reportagem como uma líder que valoriza o empreendedorismo e que tem apostado nessa ferramenta para melhorar índices econômicos e sociais do país em seus quase dois anos de mandato.
“Nenhum outro Bric [grupo de países emergentes que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul] equilibra riqueza e democracia generalizada tão bem. Metade da população do Brasil hoje ocupa a classe média”, diz o texto.
Na reportagem, a publicação traça uma trajetória da vida política de Dilma e relembra os anos em que a presidenta foi presa pela ditadura militar, de onde saiu mais “pragmática”, segundo os autores do texto.
A revista cita os elevados índices de popularidade da presidenta entre os brasileiros, mas aponta os desafios de Dilma, entre eles o risco de inflação e a corrupção, que já derrubou seis ministros de seu governo.
Além da presidenta, mais duas brasileiras estão no ranking das 100 mulheres mais poderosas do mundo: a presidenta da Petrobras, Graça Foster, que aparece na 20ª posição, e a modelo Gisele Bündchen, em 82° lugar.
Via Jornal de Fato - Foto Reprodução
segunda-feira, 5 de março de 2012
Dilma diz que luta contra discriminação da mulher é tarefa de todos
A presidenta antecipa o Dia Internacional da Mulher e aponta avanços na proteção contra a violência e na área de saúde.
Em homenagem antecipada ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8
de março, a presidenta Dilma Rousseff apontou hoje (5) avanços na
proteção da mulher contra a violência, como o fortalecimento da Lei
Maria da Penha, e na área de saúde, a redução da mortalidade materna em
19% no ano passado.
Segundo Dilma, o Programa Rede Cegonha já
chegou a quase 1.700 municípios brasileiros, alcançando mais de 900 mil
gestantes. Ela lembrou que a maioria das mortes, nesses casos, está
ligada a complicações provocadas por hipertensão, diabetes, hemorragias e
infecções. “Todas essas são doenças que podem ser tratadas e
controladas com um pré-natal bem feito”.
No programa semanal Café
com a Presidenta, Dilma disse que, a partir de abril, as gestantes que
aderirem ao Rede Cegonha vão passar a receber R$ 50 para pagar as
passagens de ônibus até uma unidade mais próxima do Sistema Único de
Saúde (SUS), onde o pré-natal será feito. Mais de 240 mil mulheres
grávidas ou que estão amamentando já recebem do governo R$ 32 do
Programa Bolsa Família.
A presidenta destacou também dados relacionados à prevenção do câncer de mama e de colo de útero.
Segundo
ela, em 2011 foram realizados 11,3 milhões de exames preventivos contra
o câncer de colo de útero, além de 3,4 milhões de mamografias em todo o
país – um aumento de 13% em relação ao ano anterior.
“Eu tenho
convicção de que o século 21 é o século das mulheres. Não para as
mulheres serem, de certa forma, contra os homens, mas para as mulheres
terem uma participação na vida social, política, econômica e cultural do
país ao lado dos homens, tendo o respeito dos homens. Um país que
respeita suas mulheres constrói uma nação desenvolvida. Por isso, é
muito importante, é uma tarefa de homens e mulheres a luta contra a
discriminação da mulher”, concluiu.
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