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sábado, 20 de setembro de 2014

ELEIÇÕES 2014 - EM COMÍCIO NA ZONA SUL DE SÃO PAULO DILMA APELA: "SE ELES FOREM ELEITO VAI ACABAR O BOLSA FAMÍLIA"

O Estadão/Yahoo Notícias

A presidente Dilma Rousseff disse neste sábado, em comício na zona sul de São Paulo, que o programa Bolsa Família vai acabar se seus adversários forem eleitos. "Faltam poucos dias para a eleição e, neste momento, o clima fica um pouco quente e nós sabemos que começa uma série de mentiras e boatos falsos por aí", disse a presidente no palanque. "Tem uns que dizem que o Bolsa Família, nosso programa mais importante, o programa que nós consideramos o mais forte para reduzir pobreza e desigualdade, junto com emprego e aumento de salário, vai acabar. Vai acabar se eles forem eleitos", afirmou a presidente candidata à reeleição.

Em programas de TV, a campanha petista tem colocado mensagens indicando que adversários podem acabar com o Bolsa Família, em especial Marina Silva (PSB), mas esse discurso geralmente não aparece na boca de Dilma. Marina chegou a responder com uma peça em que apareceu com lágrimas nos olhos contando um episódio de sua infância, no qual passou fome, argumentando que jamais acabaria com o programa.

Do Blog: Com todo respeito PRESIDENTA, isso aí já é D++++. Não passa pela cabeça  de ninguém e nenhum candidato sequer mencionou essa sua colocação. Isso já é tripudiar com a consciência dos eleitores dependentes do Bolsa Família. Os candidatos, e em especial Marina Silva, têm falado repetidas vezes: "O que tá dando certo vai continuar". Deixemos o povo decidir sem pressionar com esse tipo de insinuação.

sábado, 15 de junho de 2013

JOSEPH BLATTER, o presidente da Fifa, e DILMA ROUSSEFF, a presidente do Brasil, receberam uma vaia histórica na abertura da Copa das Confederações...

Dilma e Blatter levaram vaias retumbantes na abertura; presidente da Fifa pediu respeito e fair-play
 
Joseph Blatter, o presidente da Fifa, e Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, receberam uma vaia histórica na abertura da Copa das Confederações.

Quando brasileiros e japoneses já estavam perfilados para a execução dos hinos nacionais, a presença dos dois foi anunciada pelo sistema de som do estádio de Brasília.

Foi a senha para que uma vaia insurdecedora tivesse início. Primeiro enquanto o cartola falava, e depois, mas forte ainda, quando Dilma, em poucas palavras, anunciou que a Copa das Confederações estava oficialmente aberta.

Visilmente incomodada com as vaias, em um ambiente com torcedores abastados, o público mais crítico ao governo petista, Dilma há algum tempo vinha evitando contato com Blatter, que chegou a pedir respeito aos torcedores, sendo ainda mais vaiado.

Além do constrangimento da vaia, a presidente ainda tinha ao seu lado o presidente da CBF, José Maria Marin, a quem vem evitando há meses.

Via Yahoo Noticias

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

POLÍTICA: O PT repaginado

O governo da presidenta Dilma Rousseff é aprovado nas urnas e dá a ela cacife para comandar a maior renovação do partido

O Partido dos Trabalhadores não é mais o mesmo. Uma revolução silenciosa, cujo signo é o sentimento da mudança, faz nascer novas lideranças, oblitera velhos caciques e desencadeia a maior transformação da história da legenda. Basta olhar os resultados das eleições municipais para entender a dimensão desse processo. Eleito prefeito em São Paulo, Fernando Haddad, 49 anos, é um dos símbolos da transformação.

 Em seu discurso da vitória, Haddad falou em autocrítica, na reconstrução do partido e agradeceu efusivamente à presidenta Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula, os principais fiadores de sua candidatura. No texto, escrito de véspera, fez ainda um chamamento à intelectualidade, às forças produtivas e aos movimentos sociais, num claro resgate das raízes partidárias do PT da década de 1980. O teor do discurso de Haddad resume a diretriz que Dilma estabeleceu em seu governo: a opção por políticos de perfil técnico, dedicados à boa gestão e sem os ranços do tradicional fisiologismo partidário.

Nas primeiras tratativas para a montagem de seu gabinete, Haddad seguiu a cartilha da presidenta e avisou que não se renderá ao “toma lá dá cá”. A referência ao modo de governar de Dilma ganha cada vez mais espaço dentro do PT, serviu de slogan para centenas de candidaturas e passou pelo primeiro grande teste nas urnas. O resultado foi a maior votação de um partido em eleições municipais, com mais de 17,2 milhões de votos em todo o País. Foram 635 prefeitos eleitos, o que significou um crescimento de 14% no número de municípios nas mãos do PT. Dilma foi uma das grandes vitoriosas da eleição. Seu governo, pela primeira vez, foi submetido ao escrutínio público – e os resultados, para ela, não poderiam ter sido melhores.
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PARCERIA
Com a eleição de Haddad, o ex-presidente Lula reafirma seu poder na
legenda e, de olho em 2014, investe em um novo desenho para a cúpula petista
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Esse partido que saiu das urnas revela o sucesso de uma estratégia que começou a ser traçada pelo ex-presidente Lula na eleição de Dilma em 2010. Consciente dos efeitos negativos do julgamento do mensalão, com a condenação de lideranças tradicionais como José Dirceu, João Paulo Cunha, José Genoino e Delúbio Soares, o ex-presidente vem trabalhando obsessivamente para mostrar que o partido está disposto a reescrever sua história. Numa reunião com a coordenação de campanha de Haddad, uma semana antes do segundo turno, Lula ressaltou que a vitória do ex-ministro da Educação em São Paulo seria mais um passo fundamental nessa reformulação. Em uma avaliação interna, o ex-presidente se disse incomodado com o fortalecimento de legendas à esquerda do espectro partidário, como o PSB. Segundo ele, o caminho para reconquistar o espaço ideológico e sanear a imagem pública do PT passa pela renovação dos quadros da legenda. O cientista político Rafael Cortês, da consultoria Tendências, avalia que Lula acertou em cheio ao perceber essa necessidade antes de todos. “Ele está usando seu capital político para bancar essa transformação”, diz Cortês.

Na terça-feira 30, o presidente do PT, Rui Falcão, se reuniu com a bancada do partido no Congresso para debater o assunto. Foi informado de que parte importante da sustentação do PT, como os sindicatos bancários, de professores e da saúde, está decidida a se alinhar totalmente à imagem de Dilma e se afastar do grupo de Dirceu. Falcão percebeu que o partido vem perdendo espaço nos movimentos sindicais, debandando para a órbita de legendas como o PSol. O impacto da condenação dos réus petistas, a propósito, foi alvo de uma pesquisa encomendada pelo PT logo após o fim do segundo turno. A cúpula da sigla desconfia que a abstenção recorde registrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – mais de 22 milhões não compareceram às urnas – faça parte de um fenômeno de “desilusão” política e que grande parte desse exército de desencantados seria de eleitores ou simpatizantes do PT. Dependendo do resultado da pesquisa, o partido poderá tomar medidas mais radicais para minimizar o “efeito mensalão” e reconquistar esses votos antes que eles encontrem outro destino.
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No desenho de uma nova cúpula partidária, poucos políticos somam tantos pontos como a paranaense Gleisi Hoffmann, ministra da Casa Civil. Braço direito da presidenta Dilma, a ministra conseguiu eleger Gustavo Fruet (PDT) na capital do Paraná e será candidata ao governo do Estado. Apesar de estar no partido desde 1989, ela é um dos exemplos mais emblemáticos da renovação partidária porque sempre esteve em cargos técnicos, ganhando espaço político a partir da eleição para o Senado, em 2010. Outros dos novos líderes petistas são o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), cotado para o governo de Minas Gerais em 2014, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que se credencia como a opção para São Paulo. Também vindo do movimento estudantil, o ministro tem atraído a simpatia dos políticos petistas ao abrir o cofre da pasta que comanda para atender a reivindicações de emendas parlamentares.

ISTO É
Claudio Dantas Sequeira, Izabelle Torres e Josie Jeronimo
Reportagem completa AQUI

 

sábado, 8 de setembro de 2012

DILMA fica 'blindada' contra protesto

Brasília (AE) - A presidenta Dilma Rousseff ficou completamente blindada durante o desfile da Independência, na Esplanada dos Ministérios. O esquema foi cuidadosamente montado para impedir que Dilma fosse vaiada ou faixas de protesto pudessem ser vistas por ela. O temor era principalmente que funcionários da Polícia Federal e da Receita Federal, que ainda estão em greve, conseguissem furar o bloqueio e chegassem perto do palanque presidencial, a exemplo do que houve no ano passado.

Desde a madrugada de ontem, seguranças da Presidência da República ocupavam e protegiam as arquibancadas montadas para o desfile, particularmente as que ficavam nas proximidades do palanque, para que não houvesse constrangimentos para a presidenta. Vaias, desta vez, só para o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), quando seu nome foi anunciado pelos microfones. "Vaias? Que vaias? Não ouvi", desconversou ele, ao final do desfile.

A Presidência encomendou ainda que fossem colocados tapumes em toda a extensão da Esplanada, para que os protestos, que normalmente ocorrem na pista contrária ao desfile, não pudessem ser vistos ou ouvidos. Esta blindagem a Dilma, comandada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), impediu que a população pudesse chegar perto dos palanques que, em sua maioria, estavam ocupados por servidores do Palácio do Planalto e seus familiares. Os convites foram restritos e as exigências para quem os receberia fizeram com que as arquibancadas, próximas ao palanque presidencial, não lotassem.

Dilma Rousseff chegou cedo ao local, em carro aberto, e às 9h13, o desfile já estava autorizado para começar. O neto Gabriel, de quase dois anos, chegou pouco antes com os pais, Paula e Rafael. Mas, ao contrário do ano passado, quando chegou a brincar com a faixa presidencial, desta vez, Gabriel sequer foi para o colo da avó e permaneceu por pouco tempo no palanque.

A determinação da presidenta de reduzir o tempo do desfile foi atendido, mas, mesmo assim, passou da hora prevista. Dilma mostrou-se impaciente muitas vezes, por causa de longos intervalos que ocorreram entre uma apresentação e outra. Inúmeras vezes ela foi flagrada esticando o pescoço para ver se conseguia enxergar, longe, a próxima atração do desfile. Um dos longos intervalos chegou a oito minutos.

Desta vez, Dilma sequer esperou o início da apresentação da esquadrilha da Fumaça, saindo antes que os aviões aparecessem. Às 11h05, estava deixando a Esplanada. Dezessete ministros acompanharam o desfile ao seu lado, além do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do presidente do Supremo, Ayres Britto. O ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão, no Supremo Tribunal Federal (STF), também estava no palanque presidencial.

Em uma das primeiras arquibancadas na Esplanada, próximo ao Ministério do Planejamento, bem longe de onde estava a presidenta Dilma, representantes do Sindicato dos Policiais Federais conseguiram ocupar o local para protestar. Além de gritar palavras de ordem contra o governo, os policiais federais vaiaram seus colegas que passaram desfilando. Este ano, o número de representantes da PF no desfile foi muito reduzido e passaram apenas de carro.

Barriguda News
Via Agencia Estado

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Dilma enquadra, humilha e derrota Henrique Eduardo Alves

Custou caro ao deputado potiguar Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara, o desafio e forma de chantagem ao governo federal.

Na atrapalhada tentativa de manter Elias Fernandes Neto na diretoria-geral do Dnocs, mesmo diante de inúmeras acusações de corrupção feitas ao seu afilhado político, Henrique subiu o tom muito além do que podia e devia. Chegou até a prometer retaliações ao governo no Congresso, se a anunciada e esperada demissão de Elias de consumasse.

O resultado veio a galope.

E coube à própria presidente Dilma Rousseff dar o troco no deputado norte-rio-grandense, fazendo-o descer do pedestal que não devia ocupar.

Com a demissão sumária de Elias, Dilma enquadrou, humilhou e derrotou Henrique.

E o pior é que o parlamentar até corre o risco de sofrer danos maiores e mais graves, perdendo a chance de presidir a Câmara dos Deputados a partir do próximo ano.

Nos bastidores do poder, o que se diz e se conta é que Henrique perdeu a confiança do Palácio do Planalto, não tem mais tantos apoios entre os colegas da Câmara e já não é uma unamidade nem mesmo no seu partido.

Se arrependimento matasse...

Fonte: No minuto.com - Brasília Urgente
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