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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Sem condições de Trabalho, Coopmed paralisa Samu-RN e UTI do Walfredo nesta segunda

A Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte (Coopmed-RN) informou por meio de nota que nesta segunda-feira, 10, a partir das 7h irá paralisar os serviços dos médicos cooperado por tempo indeterminado, em áreas como o Samu-RN, UTI e pediatria do Walfredo Gurgel.

“Os motivos que levaram a esta preocupante situação são a frequente falta de condições de trabalho e o reiterado inadimplemento do pagamento dos profissionais, que já somam 120 dias”, diz trecho da nota.

Confira nota na íntegra:

“A Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte – Coopmed-RN – vem, com extrema preocupação, informar à população do nosso estado que, a partir do dia 10 de abril de 2017, às 7h, paralisará por tempo indeterminado os serviços, tais como, Samu Metropolitano, Terapia Intensiva (UTI Walfredo Gurgel) e assistência materno-infantil (Hospital de São José do Mipibu; Santa Catarina e Macaíba), além de serviços  de pediatria do Walfredo Gurgel.

Todos os serviços de saúde são importantes, mas destacamos aqui a grande preocupação da descontinuidade dos serviços do Samu que contempla atendimento para todos os cidadãos do nosso estado. Infelizmente, os motivos que levaram a esta preocupante situação são a frequente falta de condições de trabalho e o reiterado inadimplemento do pagamento dos profissionais, que já somam 120 dias (quatro meses) sem o recebimento dos seus honorários. Esta cooperativa notificou formalmente e esteve em reunião na governadoria, onde o sr. Secretário Estadual de Saúde demonstrou-se bastante preocupado e sensível à causa e suas consequências, porém, nos informou que depende fundamentalmente do repasse dos recursos advindos da secretaria do Planejamento.

Este fato nos preocupa bastante, pois, frequentemente, a assistência à população do Rio Grande do Norte é interrompida nos mais diversos setores por insensibilidade e falta de priorização de repasse da secretaria de Planejamento. A Cooperativa e a classe médica enxergam a suspensão destes serviços com bastante preocupação,m o que nos faz solicitar ajuda às instituições competentes na busca da resolução deste problema com a máxima brevidade. Evitando, assim, maiores danos aos pacientes que já forem com uma saúde pública sucateada e não priorizada.

Atenciosamente,
A Diretoria”

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Falta de pagamento paralisa cooperativa médica em Natal

A Cooperativa Médica do Estado do Rio Grande do Norte – Coopmed-RN, notificou através de ofício os gestores do município do Natal, sobre a paralisação dos médicos cooperados a partir das 19h, desta quarta-feira,01 de fevereiro de 2017.

A paralisação ocorre nas modalidades de clínicas médicas, cirúrgicas e intervencionistas, bem como prestações de assistência em regime de plantões e cirurgias de Alta/Média complexidade nas diversas especialidades médicas denominadas: Cardiologia, Hemodinâmica e Arritmia Cardíaca; Cirurgia Cardiovascular; Cirurgia de Cabeça de Pescoço; Cirurgia Oncológica; Cirurgia Pediátrica; Cirurgia Plástica Reparadora; Cirurgia Torácica; Cirurgia Vascular; Cirurgia Geral; Neurocirurgia e Ortopedia.
Os atendimentos médicos serão suspensos nas unidades: UPA Cidade da Esperança; UPA Pajuçara; UPA Potengi; Maternidade Leide Morais; Unidade Mista Mãe Luiza; Hospital Municipal do Natal; Maternidade Araken Pinto; Hospital Coronel Germano “Hospital da Polícia”; SAMU Natal; Unidade Mista Cidade Satélite; Hospital Infantil Varela Santiago; LIGA Norteriograndense contra o Câncer; Hospital Memorial; Instituto do Coração de Natal; Hospital do Coração; Prontoclínica da Criança de Natal; Natal Hospital Center; Instituto do Coração de Natal e Maternidade Felipe Camarão.

De acordo com o presidente da Cooperativa, Dr. Marcelo Cascudo, um dos motivos da paralisação é o descumprimento da Ação Civil, acerca do repasse obrigatório dos honorários médicos para o pagamento da Alta/Média Complexidade. O Termo de Ajuste de Conduta –TAC foi firmado em setembro de 2016, por meio do desembargador Gilson Barbosa, no Tribunal de Justiça, com os gestores do Município e Estado, além do Ministério Público para o cumprimento do pagamento dos honorários médicos de cooperados da referida especialidade.

Outro motivo é a redução dos números de plantões, redução do valor dos serviços oferecidos e número de profissionais da saúde nas unidades acima citadas, o que para a Cooperativa representa a diminuição da qualidade nos atendimentos aos usuários do Sistema Único de Saúde – SUS, uma vez, que a Secretaria de Saúde propõe essa redução sem critério claro e objetivo.

A Cooperativa Médica inicia a paralisação respeitando o período de 72h, após a notificação e aguarda uma proposta dos gestores para a solução deste impasse.

*Portal no Ar
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