Fiat Palio Fire 1.0 - Preço anterior: R$ 25.790. Preço novo: R$ 23.290
Fiat Novo Palio Attractive 1.0 - Preço anterior: R$ 31.290. Preço novo: R$ 28.440
Renault Sandero Authentique 1.0 - Preço anterior: R$ 29.230. Preço novo: R$ 26.280
Volkswagen Fox 1.0 (2 portas) - Preço anterior: R$ 32.730. Preço novo: R$ 29.490
Chevrolet Agile 1.4 LT - Preço anterior: R$ 37.426. Preço novo: R$ 34,5 mil
JAC J3 - Preço anterior: R$ 36,9 mil. Preço novo: R$ 34.990
Chevrolet Classic 1.0 LS - Preço anterior: R$ 27.570. Preço novo: R$ 25.470
Renault Logan Authentique 1.0 - Preço anterior: R$ 28.610. Preço novo: R$ 25.780
Volkswagen Voyage 1.0 - Preço anterior: R$ 33,2 mil. Preço novo: R$ 29.913
JAC J3 Turin - Preço anterior: R$ 38,9 mil. Preço novo: R$ 36.990
Nissan Versa 1.6 S - Preço anterior: R$ 35.490. Preço novo: R$ 33.490
Fiat Siena Grand Siena 1.4 Attractive - Preço anterior: R$ 38.710. Preço novo: R$ 36 mil
Chevrolet Cobalt 1.4 LS - Preço anterior: R$ 39.980. Preço novo: R$ 37.830
Kia Picanto EX - Preço anterior: R$ 39,9 mil. Preço novo: R$ 38.903
Ford New Fiesta Hatch 1.6 - Preço anterior: R$ 45.950. Preço novo: R$ 43.990
Honda Fit DX (manual) - Preço anterior: R$ 51.805. Preço novo: R$ 47.930
Ford Focus Hatch 1.6 GLX - Preço anterior: R$ 55.12 - Preço atual: R$ 49,9 mil
Honda City DX (manual) - Preço anterior: R$ 53.620. Preço novo: R$ 49.610
Kia Cerato EX (manual) - Preço anterior: R$ 53.635. Preço novo: R$ 52.831
Toyota Corolla XLi 1.8 (manual) - Preço anterior: R$ 64,5 mil. Preço novo: R$ 59.950
Chevrolet Cruze 1.8 LT - Preço anterior: R$ 67,9 mil. Preço novo: R$ 62.558
Honda Civic LXS (manual) - Preço anterior: R$ 69,7 mil. Preço novo: R$ 62.990
Renault Duster 1.6 - Preço anterior: R$ 51,8 mil. Preço novo: R$ 48.170
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Governo reduz imposto para automóveis e para crédito à pessoa física
O consumidor pagará menos Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos e terá desconto no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em qualquer tipo de operação de crédito à pessoa física, anunciou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. As medidas são destinadas a estimular a economia brasileira em meio à crise internacional.
Para veículos de até mil cilindradas, o IPI será reduzido em sete pontos percentuais. Os veículos entre 1.000 e 2.000 cilindradas movidos a álcool ou flex, terão imposto reduzido em 5,5 pontos. Para o mesmo tipo de automóvel movido à gasolina, a redução corresponderá a 6,5 pontos. Os utilitários e veículos comerciais terão o imposto reduzido em 3 pontos percentuais. Na prática, as alíquotas caem de 11% para 6% (carros até 1.000 cilindradas); de 11% para 6,5% (de 1.000 a 2.000 cilindradas); e de 4% para 1% (utilitários)
Para os automóveis que não estão no Regime Automotivo, incluindo os importados por empresas que não têm fábrica no Brasil ou nos países com os quais o Brasil tem acordo, como os do Mercosul, a alíquota cai de 37% para 30% (até 1.000 cilindradas); de 41% para 35,5% (de 1.000 a 2.000 cilindradas); e de 34% para 31% (utilitários)
A desoneração para os automóveis vale até 31 de agosto e provocará renúncia de R$ 1,2 bilhão para os cofres federais. Além de ter o IPI reduzido, os automóveis terão desconto no preço de tabela, segundo compromisso acertado entre o governo e as montadoras. De acordo com o ministro, os fabricantes se comprometeram em reduzir os preços dos veículos de até 1.000 cilindradas em 2,5% sobre o preço de tabela. O desconto será 1,5% para os veículos entre 1.000 e 2.000 cilindradas e 1% para os utilitários comerciais.
De acordo com Mantega, os bancos públicos e privados se comprometeram ainda a aumentar o volume de crédito concedido, o número de parcelas e, também, a reduzir o valor da entrada para a aquisição do bem. O Banco Central também liberará parte do compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a recolher à autoridade monetária) para aumentar o volume de recursos a esse tipo de financiamento.
O ministro anunciou ainda a redução de 2,5% para 1,5% ao ano do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para todos os tipos de operação de crédito à pessoa física. Com a medida, o imposto volta aos níveis do início de 2011. De acordo com Mantega, a redução permitirá que uma linha de crédito com juros de 20% ao ano tenha a taxa reduzida para 19% ao ano.
A redução de IOF para o crédito à pessoa física não tem prazo para deixar de vigorar. Segundo Mantega, o governo federal deixará de arrecadar R$ 900 milhões em três meses apenas com essa medida.
Fonte:No minuto.com
Para veículos de até mil cilindradas, o IPI será reduzido em sete pontos percentuais. Os veículos entre 1.000 e 2.000 cilindradas movidos a álcool ou flex, terão imposto reduzido em 5,5 pontos. Para o mesmo tipo de automóvel movido à gasolina, a redução corresponderá a 6,5 pontos. Os utilitários e veículos comerciais terão o imposto reduzido em 3 pontos percentuais. Na prática, as alíquotas caem de 11% para 6% (carros até 1.000 cilindradas); de 11% para 6,5% (de 1.000 a 2.000 cilindradas); e de 4% para 1% (utilitários)
Para os automóveis que não estão no Regime Automotivo, incluindo os importados por empresas que não têm fábrica no Brasil ou nos países com os quais o Brasil tem acordo, como os do Mercosul, a alíquota cai de 37% para 30% (até 1.000 cilindradas); de 41% para 35,5% (de 1.000 a 2.000 cilindradas); e de 34% para 31% (utilitários)
A desoneração para os automóveis vale até 31 de agosto e provocará renúncia de R$ 1,2 bilhão para os cofres federais. Além de ter o IPI reduzido, os automóveis terão desconto no preço de tabela, segundo compromisso acertado entre o governo e as montadoras. De acordo com o ministro, os fabricantes se comprometeram em reduzir os preços dos veículos de até 1.000 cilindradas em 2,5% sobre o preço de tabela. O desconto será 1,5% para os veículos entre 1.000 e 2.000 cilindradas e 1% para os utilitários comerciais.
De acordo com Mantega, os bancos públicos e privados se comprometeram ainda a aumentar o volume de crédito concedido, o número de parcelas e, também, a reduzir o valor da entrada para a aquisição do bem. O Banco Central também liberará parte do compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a recolher à autoridade monetária) para aumentar o volume de recursos a esse tipo de financiamento.
O ministro anunciou ainda a redução de 2,5% para 1,5% ao ano do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para todos os tipos de operação de crédito à pessoa física. Com a medida, o imposto volta aos níveis do início de 2011. De acordo com Mantega, a redução permitirá que uma linha de crédito com juros de 20% ao ano tenha a taxa reduzida para 19% ao ano.
A redução de IOF para o crédito à pessoa física não tem prazo para deixar de vigorar. Segundo Mantega, o governo federal deixará de arrecadar R$ 900 milhões em três meses apenas com essa medida.
Fonte:No minuto.com
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