Dinarte Assunção
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Procuradoria-Geral do Estado vai ao presidente do Tribunal de
Justiça, desembargador Aderson Silvino, requerendo que ele intervenha na
concessão de liminar do desembargador Amaury Moura, que liberou nesta
quinta-feira (18) o pagamento de auxílio-moradia no Ministério Público
do Rio Grande do Norte.
O instrumento através do qual a PGE fará isso é um pedido de
suspensão, pelo qual os presidentes de tribunais podem suspender
decisões que impliquem riscos. Nesse caso, explicou o procurador-geral
do Estado, Cristiano Feitosa, a lesão é ao erário.
O pedido de suspensão deverá ser formulado até a próxima semana. Se o
presidente negar, a PGE vai ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde
também caberá ao presidente, ministro Ricardo Lewandowski, apreciar o
caso.
Além do pedido de suspensão, a PGE vai interpor agravo regimental
pedindo que Amaury Moura reconsidere sua decisão. Cristiano Feitosa
explicou que há falhas jurídicas na concessão do auxílio, que foi
suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) em face do caráter
remunerátorio de que auxílio se revestiu.
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Em nota, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA diz que Rosalba foi "desrespeitosa e inoportuna".
O Presidente
do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ-RN), Aderson Silvino,
reagiu com veemência à declaração dada pela Governadora, Rosalba
Ciarlini (DEM), à imprensa na qual ela afirma que o Ministério Público e
o TJ se comportam como "filhos sem mesada".
Em nota, divulgada nesta quinta-feira (1°), o desembargador considerou o comentário da governante como "desrespeitoso, inoportuno e inconstitucional" ressaltando o caráter independente do judiciário e afirmando que o tribunal sempre esteve aberto ao diálogo e que a obrigação de repasses relativos ao duodécimo, vem sendo ignorada pelo Executivo.
Ao final, o comunicado afirma que as dificuldades do Executivo não podem servir como justificativas para a paralisação do Judiciário.
Veja abaixo a íntegra da nota:
Em nota, divulgada nesta quinta-feira (1°), o desembargador considerou o comentário da governante como "desrespeitoso, inoportuno e inconstitucional" ressaltando o caráter independente do judiciário e afirmando que o tribunal sempre esteve aberto ao diálogo e que a obrigação de repasses relativos ao duodécimo, vem sendo ignorada pelo Executivo.
Ao final, o comunicado afirma que as dificuldades do Executivo não podem servir como justificativas para a paralisação do Judiciário.
Veja abaixo a íntegra da nota:
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