segunda-feira, 23 de maio de 2016

82 ANOS DA ESCOLA WALDEMAR VERAS

ALEXANDRIA/RN - Começam hoje (23) as comemorações dos 82 Anos da Escola Estadual Waldemar de Sousa Veras.

Programação para hoje: Jogos Interclasses - Local Ginásio de Esporte
Amanhã (24) 18:00hs - Acontecerá uma Gincana e a escolha dos mais belo garoto e mais bela garota da Escola.

DRA. ÉRICA CANUTO VERAS RECEBE TÍTULO DE CIDADÃ NATALENSE

A Câmara Municipal de Natal, realizou nesta quinta-feira (19), a sessão solene de entrega de título de Cidadã Honorífico  a promotora de justiça, Érica Canuto Veras. A propositura para homenagem foi de autoria da  vereadora Júlia Arruda- PDT .

Érica Canuto Veras é natural de Caicó, iniciou sua jornada acadêmica aos 17 anos de idade no curso de Direito da Universidade Federal da Paraíba-UFPB. Lutou veemente e conseguiu o sonho de ser aprovada no concurso para Promotora de Justiça. Chegou à capital potiguar em 1994, integrou-se ao Ministério Público do Rio Grande do Norte nomeada em 27 de novembro de 1997.

A mais nova filha adotiva da Noiva do Sol de Câmara Cascudo, é casada com o advogado e escritor George Antonio de Oliveira Veras e  a mãe de Cynthia, Victor, George e Mariana.

É titular da Promotoria de Justiça Criminal e coordenadora NAMVID - Núcleo de Apoio à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar do Ministério Público, que tem como objetivo atender mulheres e ajudá-las a romper o ciclo de violência sofrida e cotidiana, bem como contribuir com ações preventivas para cultura da paz. Hoje Dra. Érica também faz parte da Promotoria da Violência Doméstica.


*Adaptado de Kalina Veloso


domingo, 22 de maio de 2016

MAIS UMA ALEXANDRIENSE SE VAI

Acabei de tomar conhecimento (via Whats app) do falecimento de Dona Zuleide, esposa de "seu" Cariri.

Alexandria/RN perde mais uma grande mulher. Trabalhamos com ela alguns anos atrás no Centro de Saúde do Cascalho. Uma excelente pessoa e grande funcionária.

À toda família nossos mais sinceros votos de pesar.

A LUA DE HOJE

Você já deu uma espiadinha no céu agora à noite? "Hoje a Lua  despiu seu véu -  E flutua a dormir no céu" (Vinícius de Moraes).

S.O.S PISTA DE POUSO

 ALEXANDRIA/RN - A pista de pouso, que é usada para caminhada,  localizada no bairro Alto da Boa Vista está sendo invadida pelo capim, e os cidadãos que usam-na para fazer suas atividades físicas estão tendo dificuldades em fazê-las em virtude da altura que o capim se encontra. A pedido, fomos ao local e realmente constatamos que o mato invade quase toda à pista. Cabe solicitar, em nome de todos, que a Prefeitura através da Secretaria de Obras e Urbanismo faça a limpeza o mais breve possível desse espaço usado diuturnamente pelos alexandrienses.

AVISO AOS NOSSOS LEITORES

Um vírus fez uma modificação no acesso as nossas contas do facebook. Em virtude do acontecido estamos tentando recuperá-las para podermos atualizar nossa Fanpage. Contamos com a sua compreensão.

sábado, 21 de maio de 2016

II SEMANA DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL MAT. JOAQUINA QUEIROZ

ALEXANDRIA/RN - Hospital Maternidade Joaquina Queiroz promoveu a II Semana de enfermagem daquela unidade de Saúde desenvolvendo os seguintes eventos: 

*Capacitação sobre procedimentos no atendimento a Urgência e Emergência no HMJQ.

*Levantamento Epidemiológico sobre a Incidência de DENGUE, CHIKUNGUNYA E O ZIKA VIRUS no Bairro do Cascalho/ Alexandria-RN.


*Palestra sobre Prevenção contra o Mosquito da Dente para os pacientes do HMJQ

DETENTOS SE CASAM DENTRO DA MAIOR UNIDADE PRISIONAL DO RN


G1/RN - Seis casais celebraram a união no religioso dentro da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal, nesta sexta-feira (20). O casamento coletivo foi realizado com autorização e supervisão da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc). A cerimônia foi celebrada por um pastor evangélico e contou com a presença de familiares dos presos.

Esse foi o primeiro casamento realizado em Alcaçuz este ano. De acordo com a Sejuc, todas as despesas da cerimônia, como roupas e enfeites foram custeadas pelos próprios presos e familiares. Após os casamento foi realizada uma comemoração com bolos, salgados e refrigerantes também pagos pelos presos.


Para a Sejuc, a realização do casamento "representa um princípio de ressocialização dos presos já que é um elo dos internos com as famílias e o mundo externo".

sexta-feira, 20 de maio de 2016

PREOCUPANTE: PESQUISA MOSTRA QUE 86% DAS MULHERES BRASILEIRAS SOFRERAM ASSÉDIO EM PÚBLICO

Da Agência Brasil
Pesquisa divulgada pela organização internacional de combate à pobreza ActionAid nesta sexta-feira (20) mostra que 86% das mulheres brasileiras ouvidas sofreram assédio em público em suas cidades. O levantamento mostra que o assédio em espaços públicos é um problema global, já que, na Tailândia, também 86% das mulheres entrevistadas, 79% na Índia, e 75% na Inglaterra já vivenciaram o mesmo problema.
A pesquisa foi feita pelo Instituto YouGov no Brasil, na Índia, na Tailândia e no Reino Unido e ouviu 2.500 mulheres com idade acima de 16 anos nas principais cidades destes quatro países. No Brasil, foram pesquisadas 503 mulheres de todas as regiões do país, em uma amostragem que acompanhou o perfil da população brasileira feminina apontado pelo censo populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Todas as estudantes afirmaram que já foram assediadas em suas cidades. Para a pesquisa, foram considerados assédio atos indesejados, ameaçadores e agressivos contra as mulheres, podendo configurar abuso verbal, físico, sexual ou emocional.
Formas de assédio
Em relação às formas de assédio sofridas em público pelas brasileiras, o assobio é o mais comum (77%), seguido por olhares insistentes (74%), comentários de cunho sexual (57%) e xingamentos (39%). Metade das mulheres entrevistadas no Brasil disse que já foi seguida nas ruas, 44% tiveram seus corpos tocados, 37% disseram que homens se exibiram para elas e 8% foram estupradas em espaços públicos.
“É quase uma exceção raríssima que uma mulher não tenha sofrido assédio em um espaço público. É muito preocupante. A experiência de medo, de ser assediada, de sofrer xingamento, olhares, serem seguidas, até estupro e assassinato. Os dados são impressionantes se pensarmos que a metade das mulheres diz que foi seguida nas ruas, metade diz que teve o corpo tocado”, diz a representante da ONU Mulheres, Nadine Gasman.
Desigualdade de gêneros
Para a representante da ONU Mulheres no Brasil, os dados refletem a desigualdade entre homens e mulheres na sociedade. “É uma questão de gênero, de entender que na sociedade, qualquer que seja, as mulheres não são consideradas iguais aos homens. A ideia é que a mulher está subordinada no lar, na casa, no trabalho. Dados [da Organização Mundial da Saúde] apontam que uma a cada três mulheres sofre violência doméstica. Para os homens, os corpos e as vidas das mulheres são uma propriedade, está para ser olhada, tocada, estuprada”, disse.
Segundo Nadine, é necessário implementar políticas públicas que garantam a segurança da mulher em espaços públicos, com políticas públicas específicas, como a iluminação adequada das ruas e transporte público exclusivo para mulheres.
“Quando se pensa que quase todas as mulheres têm a experiência com abusos, não se tem a ideia do assédio. Isso tem um impacto, isso limita de andar na rua com segurança e direitos como educação e trabalho”, diz.
Falta repressão
A professora de direito civil da Universidade de Brasília (UnB), Suzana Borges, avalia que não há repressão adequada ao assédio à mulher em espaços públicos.
“É uma questão social porque, em função de uma posição histórica inferiorizada, a mulher foi objeto de repressão, violência, não só nos espaços públicos, mas privados, dentro da família, em casa, no trabalho”, disse.
Suzana Borges diz que há necessidade das mulheres denunciarem as situações de assédio que vivenciam no cotidiano. “Por se tratar de uma questão de gênero, a denúncia é um mecanismo que reforça a proteção”.
Assédio por regiões
A Região Centro-Oeste é onde as mulheres mais sofreram assédio nas ruas, com 92% de incidência do problema. Em seguida, vêm Norte (88%), Nordeste e Sudeste (86%) e Sul (85%).
No levantamento, as mulheres também foram questionadas sobre em quais situações elas sentiram mais medo de serem assediadas. 70% responderam que ao andar pelas ruas; 69%, ao sair ou chegar em casa depois que escurece e 68% no transporte público.
Na comparação com outros países, 43% das mulheres ouvidas na Inglaterra e 62% na Tailândia disseram que se sentiam mais inseguras nas ruas de suas cidades, enquanto que, na Índia, o espaço de maior insegurança era o transporte público, apontado por 65% das entrevistadas.
Campanha
Os dados são publicados no lançamento do Dia Internacional de Cidades Seguras para as Mulheres, uma iniciativa da organização para chamar a atenção para os problemas de assédio e violência enfrentados pelas mulheres nas cidades de todo o mundo.
“É bastante preocupante que não haja uma perspectiva de gênero nas cidades, um planejamento que não leve isso em conta, como horários, transportes e abordagem de ensino nas escolas. Isso gera e perpetua uma cultura de violência, normatizada e normalizada, de fazer parte do desenvolvimento masculino assediar mulheres e isso não é questionado. A pesquisa mostra a naturalização da violência como uma prática bastante arraigada. Há a necessidade urgente e setorial de se enfrentar isso”, disse a coordenadora da campanha Cidades Seguras para as Mulheres no Brasil, Glauce Arzua.
A campanha Cidades Seguras para as Mulheres foi lançada pela ActionAid no Brasil em 2014. O objetivo é promover uma melhoria da qualidade dos serviços públicos nas cidades para tornar os espaços urbanos mais receptivos a mulheres e meninas.

Glauce aponta a educação como aspecto fundamental para que seja possível reverter o quadro de assédio ao redor do mundo. “A abordagem educacional é uma chave para o enfrentamento. Medidas como acontecem no Brasil, de vagões de trem separados, são paliativas, transitórias. Temos que quebrar essa cultura, que passa por campanhas, treinamento dos gestores, sobretudo criar espaços para que o planejamento das cidades tenha essa perspectiva de gênero”, diz.

DESTAQUES ALEXANDRIENSES - EDIÇÃO 2016

O colunista Marcos Almeida realizará dia 18 de Junho a III edição da festa dos Destaques Alexandrienses, que visa premiar os melhores comércios, serviços e profissionais indicados através de *pesquisa de opinião pública. Na ocasião será comemorado também o aniversário de 06 anos de atividades sociais da sua página, www.novoclique.com.br

 evento ocorrerá dia 18 de Junho, às 21 horas em Alexandria/RN, quando junto aos seus leitores, amigos e populares brindará e homenageará ao som do melhor da música romântica, MPB e jovem guarda.

Da Pesquisa.

Até o presente momento pesquisadores da  Logos – Assessoria e Pesquisa de Gestão já percorrem alguns bairros de Alexandria aplicando três questionários diferentes e, segue para conclusão até ouvir 5% contingente populacional.

A publicação dos nomes indicados a receberem a comenda Destaque Alexandriense está prevista para ocorrer até domingo, 22/05/2016.


*Na pesquisa de opinião pública não há sugestão de nomes aos entrevistados.
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