sexta-feira, 17 de novembro de 2023
Presidente da CBPA estará em Alexandria nesta sexta-feira (17)
Abraão Lincoln, presidente da Confederação Brasileira dos Pescadores e Aquicultores (CBPA) estará em Alexandria nesta sexta-feira 17 para participar da Festa da Associação dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura de Alexandria momento em que concederá entrevista exclusiva ao Barriguda News falando sobre a CBPA e outros assuntos de interesse para a comunidade.
quarta-feira, 15 de novembro de 2023
Carla Zambelli nega ter contratado hacker para prejudicar Moraes


Em suas redes sociais, Zambelli comentou que está sendo investigada por supostamente ter contratado Delgatti para inserir no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) um mandato de prisão falso contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, além de 11 alvarás de soltura falsos, o que a parlamentar nega.
O caso ocorreu em janeiro deste ano. Em depoimento à PF, Delgatti afirmou que Zambelli havia pago R$ 40 mil para que ele invadisse sites do poder judiciário.
A deputada ainda afirmou que havia contratado Delgatti apenas para fazer um novo site para ela, pagando o valor de R$ 3 mil. Além disso, um ex-assessor da parlamentar teria pago ao hacker R$ 10 mil para suposta compra de garrafas de uísque.
Ela também confirmou que levou o hacker para uma reunião com o ex-presidente Jair Bolsonaro sobre a segurança das urnas eletrônicas. Mas também inocentou Bolsonaro da relação com Delgatti.
Carla Zambelli também foi alvo de uma operação da PF de busca e apreensão em agosto deste ano.
Walter Delgatti ficou conhecido por hackear os celulares de procuradores da operação Lava Jato, no caso conhecido como vaza-jato.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Lula Marques/EBC
domingo, 12 de novembro de 2023
Polícia investiga estupro a bebê de 10 meses em hospital de Natal; acusado é preso
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte investiga um caso de estupro de vulnerável que teria ocorrido na noite desta sexta-feira (10) no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), localizado em Natal. A vítima seria um bebê de 10 meses, do sexo masculino, internado na enfermaria pediátrica da unidade hospitalar. Já o acusado, um homem de 55 anos, que estaria acompanhando um outro paciente internado na mesma ala do hospital. Ele foi autuado e preso em flagrante na mesma noite.
O NOVO Notícias entrou em contato com a mãe do bebê, que pediu para não ser identificada, e ela contou que a criança sofre de uma síndrome rara e está internada para a realização de um tratamento renal. Na noite de ontem, sexta-feira (10), ela precisou ir tomar água e deixou o filho dormindo na cama.
“Meu bebê estava dormindo e eu saí pra tomar água. Foi questão de 3 a 5 minutos, foi muito rápido. Quando eu voltei, percebi que o homem tava ajeitando a calça e camisa. Eu corri, liguei a luz do quarto, pois só tava a TV ligada e fui olhar meu Bebê. Olhei as partes íntimas, mas não vi nada de anormal. Mas quando olhei o canto da boquinha, vi um líquido estranho. Passei a mão na boca dele, cheirei e achei aquilo muito estranho. Fiz um vídeo e mandei pro meu esposo e ele me disse que eu fosse mostrar às enfermeiras”, conta a mãe.
Ao contar o ocorrido, a equipe de enfermagem coletou o líquido e o levou para ser analisado pelo laboratório do hospital. “Percebi que ele ficou bastante tenso. Saí ligeiro do quarto com meu bebê e as enfermeiras nos colocaram em outro local. Quando chegou o resultado, a Polícia e a Segurança do hospital foram acionadas”, lembra.
Em nota, a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio do Departamento de Proteção a Grupos em Situação de Vulnerabilidade (DPGV), informou que “a suposta prática de estupro de vulnerável ocorrida contra um bebê em um hospital está sendo investigada. Um homem, que estava acompanhando um outro paciente, foi autuado e preso em flagrante, ontem (10), pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte, após o chamado do hospital e levado ao plantão de Atendimento a Grupos de Vulneráveis da Polícia Civil”.
Ainda segundo a PCRN, “um procedimento foi instaurado para apurar todas as circunstâncias do fato e a responsabilidade penal de todos os envolvidos. Em razão de a vítima ser um bebê e da necessidade de garantir a realização de diligências que ainda estão em andamento para apurar eventuais outros crimes. O processo tramitará em sigilo, razão pela qual a instituição se pronunciará apenas após a conclusão do procedimento”.
Bastante abalada, a mãe da criança informou que está recebendo apoio e atendimento psicológico por parte do hospital. “Estou muito nervosa, abalada, e quero que as pessoas saibam para que isso não aconteça com outras crianças em lugar nenhum. A direção do hospital está resolvendo tudo e me dando todo o apoio. Eles estão fazendo tudo por mim e por meu filho”, conclui a mãe da criança.
O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol) lamentou, por meio de nota à imprensa, o caso ocorrido. “As providências foram adotadas de imediato pelo hospital, com o acompanhamento direto pela equipe de segurança da unidade e acionamento da Polícia Civil e Militar que efetuou a prisão em flagrante e está dando os encaminhamentos legais relacionados cabíveis. O hospital se solidariza e lamenta profundamente o ocorrido, ao tempo em que está oferecendo toda a assistência necessária a vítima e a família”.
O caso está sendo investigado pela 2a Delegacia de Plantão da Zona Norte de Natal.
O NOVO Notícias entrou em contato com a mãe do bebê, que pediu para não ser identificada, e ela contou que a criança sofre de uma síndrome rara e está internada para a realização de um tratamento renal. Na noite de ontem, sexta-feira (10), ela precisou ir tomar água e deixou o filho dormindo na cama.
“Meu bebê estava dormindo e eu saí pra tomar água. Foi questão de 3 a 5 minutos, foi muito rápido. Quando eu voltei, percebi que o homem tava ajeitando a calça e camisa. Eu corri, liguei a luz do quarto, pois só tava a TV ligada e fui olhar meu Bebê. Olhei as partes íntimas, mas não vi nada de anormal. Mas quando olhei o canto da boquinha, vi um líquido estranho. Passei a mão na boca dele, cheirei e achei aquilo muito estranho. Fiz um vídeo e mandei pro meu esposo e ele me disse que eu fosse mostrar às enfermeiras”, conta a mãe.
Ao contar o ocorrido, a equipe de enfermagem coletou o líquido e o levou para ser analisado pelo laboratório do hospital. “Percebi que ele ficou bastante tenso. Saí ligeiro do quarto com meu bebê e as enfermeiras nos colocaram em outro local. Quando chegou o resultado, a Polícia e a Segurança do hospital foram acionadas”, lembra.
Em nota, a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio do Departamento de Proteção a Grupos em Situação de Vulnerabilidade (DPGV), informou que “a suposta prática de estupro de vulnerável ocorrida contra um bebê em um hospital está sendo investigada. Um homem, que estava acompanhando um outro paciente, foi autuado e preso em flagrante, ontem (10), pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte, após o chamado do hospital e levado ao plantão de Atendimento a Grupos de Vulneráveis da Polícia Civil”.
Ainda segundo a PCRN, “um procedimento foi instaurado para apurar todas as circunstâncias do fato e a responsabilidade penal de todos os envolvidos. Em razão de a vítima ser um bebê e da necessidade de garantir a realização de diligências que ainda estão em andamento para apurar eventuais outros crimes. O processo tramitará em sigilo, razão pela qual a instituição se pronunciará apenas após a conclusão do procedimento”.
Bastante abalada, a mãe da criança informou que está recebendo apoio e atendimento psicológico por parte do hospital. “Estou muito nervosa, abalada, e quero que as pessoas saibam para que isso não aconteça com outras crianças em lugar nenhum. A direção do hospital está resolvendo tudo e me dando todo o apoio. Eles estão fazendo tudo por mim e por meu filho”, conclui a mãe da criança.
O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol) lamentou, por meio de nota à imprensa, o caso ocorrido. “As providências foram adotadas de imediato pelo hospital, com o acompanhamento direto pela equipe de segurança da unidade e acionamento da Polícia Civil e Militar que efetuou a prisão em flagrante e está dando os encaminhamentos legais relacionados cabíveis. O hospital se solidariza e lamenta profundamente o ocorrido, ao tempo em que está oferecendo toda a assistência necessária a vítima e a família”.
O caso está sendo investigado pela 2a Delegacia de Plantão da Zona Norte de Natal.
Fonte: Novo Notícias
Foto: Divulgação/UFRN
quinta-feira, 9 de novembro de 2023
É aprovado projeto que proíbe linguagem neutra em escolas públicas no RN
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) aprovou, nesta quinta-feira (9), um projeto de lei de autoria do deputado Coronel Azevedo que propõe a proibição para o uso da linguagem neutra em salas de aula das escolas públicas no RN. Foi uma das matérias que mais gerou discussão em plenário.
O projeto dispõe sobre a garantia aos estudantes das redes pública e privada, do ensino básico, fundamental e médio, o direito ao aprendizado da Língua Portuguesa de acordo com as normas cultas e orientações nacionais de educação, no Rio Grande do Norte. A matéria dividiu opiniões. “É preciso saber sobre o que estamos legislando. Esse projeto representa atraso”, disse a deputada Isolda Dantas (PT).
“O que pretendemos com essa lei é estabelecer medidas protetivas em desfavor da “linguagem neutra”, praticada com frequência atualmente”, justificou o propositor da matéria, Coronel Azevedo.
Linguagem neutra, o que é?
A linguagem neutra, também pode ser conhecida como linguagem inclusiva. Ela tem o objetivo de evitar a exclusão de pessoas com base em sua identidade de gênero, sexualidade, ou outros aspectos de identidade.
Ela se baseia na utilização de palavras e termos mais inclusivos, principalmente na escrita, visando que todas as pessoas sejam tratadas de forma respeitosa e igualitária. Por exemplo, ao invés de usar pronomes de gênero binário, como “ele/ela”, na linguagem neutra, substituímos por “elu”, assim como “dele/dela” por “delu” não fazendo referência a um gênero específico.
Da mesma forma, evitamos palavras com conotações de gênero, como “homem” ou “mulher”, e usamos termos mais inclusivos, como “pessoa” ou “indivíduo”.
O projeto dispõe sobre a garantia aos estudantes das redes pública e privada, do ensino básico, fundamental e médio, o direito ao aprendizado da Língua Portuguesa de acordo com as normas cultas e orientações nacionais de educação, no Rio Grande do Norte. A matéria dividiu opiniões. “É preciso saber sobre o que estamos legislando. Esse projeto representa atraso”, disse a deputada Isolda Dantas (PT).
“O que pretendemos com essa lei é estabelecer medidas protetivas em desfavor da “linguagem neutra”, praticada com frequência atualmente”, justificou o propositor da matéria, Coronel Azevedo.
Linguagem neutra, o que é?
A linguagem neutra, também pode ser conhecida como linguagem inclusiva. Ela tem o objetivo de evitar a exclusão de pessoas com base em sua identidade de gênero, sexualidade, ou outros aspectos de identidade.
Ela se baseia na utilização de palavras e termos mais inclusivos, principalmente na escrita, visando que todas as pessoas sejam tratadas de forma respeitosa e igualitária. Por exemplo, ao invés de usar pronomes de gênero binário, como “ele/ela”, na linguagem neutra, substituímos por “elu”, assim como “dele/dela” por “delu” não fazendo referência a um gênero específico.
Da mesma forma, evitamos palavras com conotações de gênero, como “homem” ou “mulher”, e usamos termos mais inclusivos, como “pessoa” ou “indivíduo”.
Fonte: Ponta Negra News
Foto: Reprodução
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
Dr. Pedro Henrique no CIED
Tem novidade chegando em nosso time de profissionais! Agora contamos com atendimento médico na especialidade Neuropediatria e Psiquiatria.
Dr Pedro Henrique - CRM/ RN 10236
Faça o agendamento de sua consulta!
Agenda de Marcações aberta
Atendimento dia 17/11.
(84) 99667 0006
Dr Pedro Henrique - CRM/ RN 10236
Faça o agendamento de sua consulta!
Agenda de Marcações aberta
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(84) 99667 0006
terça-feira, 7 de novembro de 2023
segunda-feira, 6 de novembro de 2023
Desigualdades de gênero e raça sobrecarregam mulheres no cuidar
Tema da redação do Enem vai ganhar política nacional em 2024
Como em todos os anos, o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem ampla repercussão no país. Na tarde deste domingo (5), primeiro dia das provas do Enem 2023, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o tema do texto dissertativo exigido pelo exame: "Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil".



De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua 2022, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e cuidados de pessoas, enquanto os homens utilizam 11,7 horas. Ao detalhar a proporção do trabalho doméstico entre as mulheres, a pesquisa verificou que as pretas têm o maior índice de realização das tarefas (92,7%), superando as pardas (91,9%) e brancas (90,5%).
Essa situação, na avaliação de especialistas ouvidas pela reportagem, penaliza excessivamente as mulheres, principalmente negras, criando barreiras para entrada no mercado de trabalho em igualdade de condições, bem como para a participação na vida pública e em outros espaços sociais ainda dominado por homens.
"É uma realidade para a qual não se presta muita atenção, há uma naturalização de que a tarefa de cuidar das pessoas é algo que compete às mulheres, algo que se entende como uma natureza feminina. Isso tem a ver como uma forma que se organiza as tarefas de gênero na sociedade, a provisão de recursos, o que sobrecarrega as famílias", aponta a socióloga Laís Abramo (foto), secretária nacional de Cuidados e Família, órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Para ela, que está à frente de um grupo de trabalho (GT) para elaborar a Política Nacional de Cuidados, o tema ter sido cobrado na redação do Enem é algo muito necessário. "Sabemos da importância dessa prova em termos de democratização do acesso ao ensino superior e de que todos os temas colocados na redação são momentos de reflexão. Quando vi, fiquei muito contente", comentou em entrevista à Agência Brasil.
A expectativa de Laís Abramo é que, em maio do ano que vem, o governo federal apresente propostas de um marco normativo que reconheça efetivamente o direito ao cuidado, e os direitos de quem cuida, além de fomentar a ampliação de políticas públicas já existentes e até mesmo a criação de novos direitos.
A jornalista e pesquisadora Ismália Afonso, oficial para os temas de gênero e raça do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, também destaca o alcance que o assunto ganhou ao ser cobrado na prova do Enem, "que tem uma força para pautar do debate público". "Além disso, o tema da redação parte da ideia de que a gente olha para desigualdade, não se discute se o problema existe ou não. Isso nos coloca em outro patamar de discussão", observa.
Autora do livro Nem trabalha nem estuda? Desigualdade de gênero e raça na trajetória das jovens da periferia de Brasília (Appris, 2018), a pesquisadora também argumenta que a invisibilidade do trabalho de cuidado feito por mulheres, não apenas no Brasil, é uma expressão da desigualdade de gênero, ou seja, da estrutura social que valoriza homens e mulheres de maneiras diferentes. "Homens não são preparados para naturalizar certos tipos de trabalho, enquanto mulheres são socialmente construídas para isso. Ainda que haja legislações que remunerem mulheres pelo trabalho de cuidar, a gente precisa fomentar uma mudança cultural", defendeu em entrevista à Agência Brasil.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Elza Fiuza
domingo, 5 de novembro de 2023
Caminhada Histórica pelas ruas de Alexandria
ALEXANDRIA/RN - Aconteceu na manhã deste sábado (04/11) a 2ª Caminhada Histórica de Alexandria.
O Evento promovido pelo Instituto Zulmirinha Veras/Casa de Cultura de Alexandria é uma verdadeira viagem na história da terra da Serra Barriguda.
Durante mais de uma hora, os participantes caminharam por locais que contam um pouco da história da Cidade e ouviram os relatos minuciosos, precisos e ricos em detalhes feitos pelo Historiador/Advogado Dr. George Veras.
Um volta ao passado revelando fatos pitorescos dos primórdios da cidade.
O Barrigudanews, verdadeiramente alexandriense, gravou um vídeo com o Dr. George Veras fazendo suas explanações históricas; quem quiser assistir é só ir no instagram @barrigudanews.
sexta-feira, 3 de novembro de 2023
Em entrevista, ministra Anielle Franco diz que expressão "buraco negro" pode ser racista
"Por exemplo: denegrir. Eu acho que é uma palavra que o movimento negro e que as pessoas que hoje tem consciência e letramento racial não usam, de forma nenhuma. Ou, por exemplo, saímos desse buraco negro, a gente escuta muito isso", disse a ministra.
Muitos internautas criticaram a fala da ministra, alegando que a expressão "buraco negro" não tem nenhuma relação com a exclusão ou discriminação racial, ainda mais por se tratar de um termo astronômico.
Fonte: BZ Notícias
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