sábado, 6 de julho de 2019

JOÃO GILBERTO, PAI DA BOSSA NOVA, MORRE AOS 88 ANOS

G1

João Gilberto morreu neste sábado (6) aos 88 anos. O músico, um dos criadores da bossa nova, morreu em casa, no Rio de Janeiro. Ele enfrentava problemas de saúde há alguns anos. A informação foi confirmada ao G1 pelo seu filho, João Marcelo Gilberto, que mora nos Estados Unidos.

Recluso, João foi interditado judicialmente pela filha, Bebel Gilberto, no fim de 2017. A interdição motivou uma disputa familiar entre Bebel e João Marcelo, que são meio-irmãos.

Em nota divulgada na época, a advogada de Bebel disse que a intervenção foi motivada por problemas de saúde e complicações financeiras do cantor.

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PROCESSO SELETIVO PARA CONSELHO TUTELAR ACONTECE AMANHÃ

INFORMATIVO 

Ocorrerá no próximo domingo, 07 de Julho, das 08 às 12 horas, na Escola Municipal Coronel Manoel Benedito de Paiva, a prova de escolha do processo seletivo para o Conselho Tutelar de Alexandria, referente ao quadriênio 2020-2024.

Os candidatos devem comparecer ao local da prova com meia hora de antecedência, portando documento de identificação pessoal com foto.


*AssecomPMA

sexta-feira, 5 de julho de 2019

DETRAN COMEÇA A EMITIR CARTÃO DE ESTACIONAMENTO PARA IDOSOS E PORTADORES DE DEFICIÊNCIA NO RN

G1 RN


O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran) começou a emitir o cartão que dá acesso gratuito às vagas de estacionamento em estabelecimentos públicos e privados em todo o Estado. Uma lei estadual dispõe sobre a concessão de cartão especial de estacionamento para idosos e pessoas com deficiência (PcD).

Para ter acesso ao benefício, é necessário possuir CNH válida e veículo em nome do beneficiado. Para os casos de pessoas com deficiência menores de idade, é necessário nomear um responsável. O cartão é de uso pessoal e intransferível.

Para o idoso e pessoas com deficiência maiores de idade realizarem o cadastro basta comparecer ao atendimento no setor de Habilitação do Detran, de posse dos seguintes documentos:

Requerimento (Clique AQUI para baixar o modelo),
RG,
CPF,
Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV),
comprovante de residência,
Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida.

Para a pessoa com deficiência menor de idade, é necessário apresentar RG, laudo médico e CRLV no nome do menor. Já os documentos do responsável são: RG, CPF, comprovante de residência e CNH válida.

O cartão é gratuito e a emissão pode levar até 10 dias para a confecção do documento, que será encaminhado para o e-mail cadastrado. 

Além da sede do Detran, os interessados poderão solicitar o cartão nas Centrais do Cidadão e postos de atendimento do órgão no interior do Estado.


REFORMA: CONFIRA COMO ESTÁ A REFORMA DA PREVIDÊNCIA CONFORME O TEXTO-BASE APROVADO NA COMISSÃO ESPECIAL

AGÊNCIA BRASIL
Idade mínima para trabalhador urbano
Proposta do governo: a idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, com tempo mínimo de contribuição de 20 anos para ambos os sexos.
Texto-base: idades mínimas mantidas, com tempo de contribuição de 20 anos para homens e 15 anos para as mulheres.
Regra de transição
Proposta do governo: no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que abrange os trabalhadores do setor privado, a PEC prevê três regras de transição para o setor privado: sistema de pontos por tempo de contribuição e por idade, aposentadoria por tempo de contribuição para quem tem pelo menos 35 anos de contribuição (homens) e 30 anos (mulheres) e pedágio de 50% sobre o tempo faltante pelas regras atuais, desde que restem menos de dois anos para a aposentadoria.

Para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), dos servidores públicos, o texto estipula um sistema de pontuação que permitiria a aposentadoria a partir dos 61 anos para homens e 56 anos para mulheres. A partir de 2022, as idades mínimas subiriam para 62 anos (homens) e 57 anos (mulheres). Nesse caso, no entanto, os servidores receberiam um valor mais baixo. Os trabalhadores públicos que entraram até 2003 precisariam trabalhar até 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) para terem direito à integralidade (último salário da ativa) e paridade (mesmos reajustes salariais dos ativos).
Texto-base: o texto acrescentou uma regra de transição que valerá tanto para o serviço público como para a iniciativa privada. Os trabalhadores a mais de dois anos da aposentadoria terão um pedágio de 100% sobre o tempo faltante para terem direito ao benefício. No caso dos servidores públicos que entraram antes de 2003, o pedágio dará direito à integralidade e à paridade.
Aposentadoria rural
Proposta do governo: idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição para ambos os sexos.
Texto-base: mantidas as regras atuais, com 55 anos para mulheres e 60 anos para homens, incluindo garimpeiros e pescadores artesanais. Apenas o tempo mínimo de contribuição para homens sobe para 20 anos, com a manutenção de 15 anos para mulheres.
Professores
Proposta do governo: idade mínima de 60 anos de idade para a aposentadoria de homens e mulheres, com 30 anos de tempo de contribuição.
Primeira versão do relatório: idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, com definição de novos critérios por lei complementar. Regra vale para professores do ensino infantil, fundamental e médio.
Texto-base: professoras terão integralidade (aposentadoria com último salário da ativa) e paridade (mesmos reajustes que trabalhadores da ativa) aos 57 anos. Professores só terão esses direitos a partir dos 60 anos.
Capitalização
Proposta do governo: Constituição viria com autorização para lei complementar que instituirá o regime de capitalização.
Texto-base: proposta retirada.
Benefício de Prestação Continuada (BPC)
Proposta do governo: idosos de baixa renda receberiam R$ 400 a partir dos 60 anos, alcançando um salário mínimo somente a partir dos 70.
Primeira versão do relatório: proposta retirada, com manutenção de um salário mínimo para idosos pobres a partir dos 65 anos.
Texto-base: inclusão de medida para combater fraudes no BPC, com especificação na Constituição de renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo a partir dos 65 anos para ter direito ao benefício.
Pensão por morte
Proposta do governo: pensão por morte começaria em 60% do salário de contribuição, aumentando 10 pontos percentuais por dependente até chegar a 100% para cinco ou mais dependentes. Retirada da pensão de 100% para dependentes com deficiências intelectuais ou mentais. Apenas dependentes com deficiências físicas receberiam o valor máximo.
Primeira versão do relatório: mantém nova fórmula de cálculo, mas garante pensão de pelo menos um salário mínimo para beneficiários sem outra fonte de renda. Pagamento de 100% para beneficiários com dependentes inválidos (deficiência física, intelectual ou mental) e para dependentes de policiais e agentes penitenciários da União mortos por agressões em serviço.
Texto-base: pensões de 100% para policiais e agentes penitenciários da União serão pagas por morte em qualquer circunstância relacionada ao trabalho, como acidentes de trânsito e doenças ocupacionais, demais pontos da primeira versão mantidos.
Abono salarial
Proposta do governo: pagamento restrito aos trabalhadores formais que ganham um salário mínimo, contra dois salários mínimos pagos atualmente.
Texto-base: pagamento aos trabalhadores de baixa renda (até R$ 1.364,43 em valores atuais).
Salário-família e auxílio-reclusão
Proposta do governo: pagamento restrito a beneficiários com renda de um salário mínimo.
Relatório: pagamento a pessoas de baixa renda (até R$ 1.364,43 em valores atuais).
Cálculo de benefícios
Proposta do governo: benefício equivalente a 60% da média as contribuições em toda a vida ativa, mais dois pontos percentuais por ano que exceder os 20 anos de contribuição.
Primeira versão do relatório: redação abriu brecha para exclusão de contribuições “prejudiciais ao cálculo do benefício”, que poderia anular toda a economia com a reforma da Previdência.
Texto-base: redação mais clara para retirar brecha e retomar a fórmula originalproposta pelo governo.
Reajuste de benefícios
Proposta do governo: eliminava trecho da Constituição que preservava a reposição das perdas da inflação.
Texto-base: manutenção do reajuste dos benefícios pela inflação.
Contagem de tempo
Proposta do governo: PEC não abordava assunto.
Texto-base: parágrafo que impede a contagem de tempo sem o pagamento das contribuições. Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que os juízes podem considerar, no tempo de contribuição, os anos em que exerciam a advocacia e não contribuíam para a Previdência.
Estados e municípios
Proposta do governo: PEC valeria automaticamente para servidores dos estados e dos municípios, sem necessidade de aprovação pelos Legislativos locais.
Primeira versão do relatório: retirada de estados e municípios da PEC, com a possibilidade de reinclusão dos governos locais por meio de emenda na comissão especial ou no Plenário da Câmara.
Segunda versão do relatório: autorização para que estados e municípios aumentassem temporariamente a alíquota de contribuição dos servidores para cobrir o rombo nos regimes locais de Previdência, sem a necessidade de aprovação dos Legislativos locais.
Texto-base: autorização retirada, todos os pontos da reforma da Previdência precisarão ser aprovados pelos Legislativos locais para valerem nos estados e nos municípios.
Incorporação de adicionais
Proposta do governo: PEC não aborda assunto.
Texto-base: extensão aos estados e municípios da proibição de incorporar adicionais por cargo de confiança ou em comissão ao salário dos servidores, vedação que existe em nível federal.
Acúmulo de benefícios
Proposta do governo: limite para acúmulo de benefícios a 100% do benefício de maior valor, somado a um percentual da soma dos demais, começando em adicional de 80% para um salário mínimo e caindo para 0% acima de benefícios de mais de quatro salários mínimos. Médicos, professores, aposentadorias do RPPS ou das Forças Armadas ficam fora do limite por terem exceções estabelecidas em lei.
Texto-base: altera para 10% adicional para benefícios acima de quatro salários mínimos, mantendo os demais pontos.
Encargos trabalhistas
Proposta do governo: possibilidade de incidir desconto para a Previdência sobre vale alimentação, vale transporte e outros benefícios trabalhistas.
Texto-base: proposta retirada.
Aposentadoria de policiais que servem à União
Proposta do governo: a categoria, que abrange policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos e agentes penitenciários federais, entre outros, se aposentará aos 55 anos de idade, com 30 anos de contribuição e 25 anos de exercício efetivo na carreira, independentemente de distinção de sexo.
Texto-base: depois de tentativas de acordo para reduzir a idade mínima para 52 anos (mulheres) e 53 anos (homens) para policiais e agentes de segurança em nível federal, o relator manteve a proposta original do governo.
Aposentadoria de juízes
Proposta do governo: PEC não abordava assunto.
Texto-base: retirada da Constituição da possibilidade de pena disciplinar de aposentadoria compulsória para juízes e parágrafo que impede contagem de tempo de contribuição para juízes que não contribuíram com a previdência enquanto exerceram a advocacia.
Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)
Proposta do governo: PEC não abordava assunto.
Primeira versão do relatório: repasse de 40% das receitas do FAT para a Previdência Social, equivalente a R$ 214 bilhões em dez anos. Atualmente esses recursos vão para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Texto-base: relator desistiu de remanejar recursos do BNDES após críticas de congressistas e da equipe econômica de que mudança de destinação não melhoraria contas públicas.
Tributo para bancos
Proposta do governo: PEC não abordava assunto.
Primeira versão do relatório: elevar de 15% para 20% a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, retomando a alíquota que vigorou de 2016 a 2018.
Segunda versão do relatório: retirada da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo) do aumento da tributação, elevação de 15% para 17% da alíquota para cooperativas de crédito.
Texto-base:relator restringe aumento a bancos médios e grandes. As demais instituições financeiras continuarão a pagar 15% de CSLL. Mudança deve render em torno de R$ 50 bilhões em dez anos.
Fim de isenção para exportadores rurais
Proposta do governo: PEC não abordava assunto.
Texto-base: fim da isenção das contribuições previdenciárias de produtores rurais que exportam, mudança que deve render cerca de R$ 83,9 bilhões em uma década.



ATENÇÃO ALEXANDRIA E REGIÃO

A Autoescola Rei Salomão informa aos alexandrienses e região que em breve dará início a uma nova turma para obtenção da primeira habilitação.

Os interessados devem dirigirem- se primeiramente ao DETRAN para dar entrada no processo e realizar os exames psicotécnico e clínico que serão realizados nos dias 5 de Julho (exame psicotécnico) e 18 de Julho (exame clínico).

Maiores informações procurar a Autoescola ou entrar em contato pelos telefones: 
(84) 3381-2725. 
(84) 9.9663-3041.
(84) 9.9867-2222.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

CRISE: Ministério da Saúde não manda soro antirrábico para o RN, e estoque fica zerado

Beatriz Cordeiro - Agora RN

O Hospital Giselda Trigueiro informou que tem faltado soro antiveneno e antirrábico nos hospitais potiguares que dispõem de estoque. A quantidade começou a diminuir drasticamente há cerca de três meses.
O Giselda Trigueiro, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas, toxicológicas e de ataques por animais peçonhentos, é a única unidade de Natal, e uma das quatro do estado que ainda possui um pequeno estoque de soro antiveneno. Os estoques de soro antirrábico, porém, acabaram totalmente e seu tratamento alternativo, a imunoglobulina, também já está no fim.
A subcoordenadora de vigilância ambiental da Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesap), Aline Rocha, informou que a situação no abastecimento do estado está em estado crítico. Em relação ao soro antiveneno, utilizado para lidar com o ataque de animais peçonhentos, como cobras, aranhas ou escorpiões, não existe um tratamento alternativo.
A subcoordenadora contou que na terça-feira, 2, um quantitativo suficiente para o atendimento de cerca de 20 a 25 casos graves foi recebido. Mas a quantidade ainda não é suficiente para atender às demandas do estado.
Aline esclareceu que essa situação já vem se arrastando por alguns meses, e que a Sesap vem recendo do Ministério da Saúde, órgão responsável pela distribuição dos soros, apenas um terço do que lhe é solicitado.
Outro ponto crítico é o abastecimento do soro antirrábico, que neste momento está zerado. Aline explica que o atendimento para quem contrai o vírus da raiva consiste em soro e quatro doses de vacina.
Na falta do soro, a imunoglobulina é utilizada para tratar as contaminações. 
Entretanto, a quantidade de imunoglobulina também está limitada. Hoje, ela é suficiente somente para dez atendimentos em adultos.
Conforme justifica a subcoordenadora, o problema é nacional. Segundo ela, o Ministério da Saúde está com dificuldades para fazer a distribuição, já que o seu próprio estoque é pequeno.
A Sesap está tomando algumas providências com relação à situação: sensibilização da população quanto à prevenção, criação de um protocolo mais rigoroso de atendimento e diminuição na quantidade de hospitais que possuem os soros – hoje, além do Hospital Giselda Trigueiro, os Hospitais Regionais de Caicó, Pau dos Ferros e Mossoró são as outras unidades que possuem o medicamento.
Diante da falta de soros, a Sesap apela para o foco na prevenção. “Não fazer trilhas; trabalhadores rurais devem estar sempre com o equipamento de proteção, evitar manusear animais de rua”, enumera Aline Rocha.
Em 2018 foram contabilizados 3.234 casos de ataque de animais peçonhentos no Hospital Giselda Trigueiro. Em média, o hospital atende 300 casos de pacientes com risco de raiva por mês.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

SAIBA O QUE É A GENGIVITE E O QUE FAZER PARA EVITÁ-LA

Por Golgate


Quando bate aquela preguiça de escovar os dentes e passar o fio dental, lembre-se do que você vai ler a seguir. A gengivite, uma inflamação da gengiva, é o estágio inicial da doença da gengiva e pode ser evitada com uma boa higiene bucal.

A gengivite tem como causa direta a placa, uma película viscosa e incolor de bactérias que se forma constantemente nos dentes e na gengiva. Se não for removida diariamente por meio da escovação do uso de fio dental, ela produz toxinas que irritam a mucosa da gengiva, causando a gengivite.

Nessa fase, os danos ainda podem ser revertidos, já que o osso e o tecido conjuntivo que segura os dentes no lugar ainda não foram atingidos. O problema deve ser eliminado com uma limpeza profissional no consultório do dentista, acompanhada de escovação e uso de fio dental diários.

Se a gengivite não for tratada, ela pode evoluir para uma periodontite, que causa perda de tecido e osso de forma de forma permanente. Ao longo do tempo, se não tratado, o quadro se torna mais severo, chegando ao terceiro estágio, a periodontite avançada, em que o dente pode ficar mole e se movimentar, afetando a mordida e a alimentação.

Como prevenir a doença

Os sintomas clássicos da gengivite são gengiva vermelha, inchada e sensível, que pode sangrar durante a escovação. Outro sintoma de doença é o recuo ou retração da gengiva, dando aos dentes uma aparência alongada. Além disso, a doença gengival pode formar bolsas entre os dentes e a gengiva, acumulando restos de comida e placa. Algumas pessoas também têm mau hálito frequente ou sentem gosto ruim na boca mesmo quando a doença não está em estágio avançado.

Para evitar esses problemas, uma boa higiene bucal é essencial. A limpeza profissional também é extremamente importante, pois a placa pode se acumular e endurecer (ou, ainda, tornar-se tártaro). Apenas o dentista pode removê-la.

Além disso, é fundamental escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia, limpar bem entre os dentes com o uso de fio dental, manter uma dieta equilibrada e visitar o dentista regularmente.

A remoção da placa durante a escovação e o uso do fio dental é fundamental para evitar a doença periodontal.

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